Dia: 10 de maio de 2024

  • Evento gratuito de MMA no DF vai arrecadar donativos para o Rio Grande do Sul

    Evento gratuito de MMA no DF vai arrecadar donativos para o Rio Grande do Sul

    Maior evento de MMA da América Latina, o Jungle Fight promete reunir até 14 mil pessoas na Arena BRB Nilson Nelson em 25 de maio. Com entrada gratuita, o torneio vai somar à corrente de solidariedade e reunir doações do público para serem enviadas à população do Rio Grande do Sul, afetada pelas inundações em diversas regiões do estado.

    O Jungle Fight 126 oferecerá entrada franca mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou água potável. Para obter os ingressos, os interessados podem comparecer ao Ginásio Nilson Nelson, de 15 a 19 de maio, das 8h às 17h, na bilheteria 2 próxima à Play Tênis, com acesso pelo portão A15. Além disso, o Parque da Cidade será outro ponto de apoio para a coleta de doações, onde os ingressos estarão disponíveis entre os dias 15 e 19 de maio, das 9h às 19h, no Estacionamento 13, ao lado da Administração do Parque da Cidade.

    Nesta quarta-feira (8), o governador Ibaneis Rocha recebeu em seu gabinete o presidente do Jungle Fight, Wallid Farid Ismail, e ressaltou o apoio aos eventos esportivos no Distrito Federal. “Nosso governo está à disposição para prestar todo apoio que a população merece, que nossos jovens merecem e todos os envolvidos nas artes marciais. Que a população compareça ao evento e também faça a doação de 1 kg de alimento e donativos para serem enviados à população do Rio Grande do Sul que tanto precisa do nosso apoio neste momento”, disse Ibaneis Rocha.

    Todas as doações serão encaminhadas ao Comitê de Emergência Brasília pelo Sul, comandada pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais e coordenada pela primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha.

    Também presente na reunião no Palácio do Buriti, o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, reforçou o apelo social do evento, que conta com um apoio de R$ 2,4 milhões do GDF por meio de um termo de fomento. “O DF é uma incubadora de grandes atletas das artes marciais. E trazer o Jungle Fight depois de 13 anos é muito significativo, representativo para nós, porque nós estaremos fazendo uma grande festa lá no Nilson Nelson. É importante a gente frisar que os ingressos serão gratuitos, mas claro que, por conta da enchente, para atender as vítimas da enchente do Rio Grande do Sul, nós estamos pedindo uma doação voluntária de um alimento, de um quilo de alimento não perecível, ou até mesmo um engradado de água mineral, que hoje tem sido a principal demanda da população do Sul”, pede.

    O evento

    No Jungle Fight 126 serão disputados dois cinturões. Um entre mulheres, na categoria até 57 kg, entre a amazonense Elora Dana e a carioca Brena Cardozo. Já entre os homens, a luta será pelo cinturão interino da categoria 61 kg. Vão subir ao ringue o brasiliense João Pedro Villa e o carioca Ronaldo Freestyle.

    O torneio, que é o maior da América Latina, revelou alguns dos maiores lutadores do MMA no cenário internacional, entre eles José Aldo, Charles do Bronx, Fabricio Werdum, Lyoto Machida, Bethe Correia, entre outros.

    Para Wallid Ismail, o evento em Brasília promete retomar a importância da capital para o cenário nacional do MMA. “Fico feliz de estar voltando para Brasília após 13 anos porque Brasília é gigante no MMA. O que estava faltando era oportunidade para os guerreiros daqui, para os jovens da comunidade assistirem o evento e se espelharem. O esporte é, sim, a maior ferramenta de inclusão social. Quantos jovens podem dar uma vida melhor à família através do esporte? Mas, para isso acontecer, tem que ter esses homens públicos aqui”, destacou o ex-lutador de MMA.

    Brasília pelo Sul

    Todas as ações da campanha Brasília pelo Sul, lançada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para ajudar as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul, são coordenadas pela Chefia-Executiva de Políticas Sociais, liderada pela primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha. Por meio da iniciativa, serão enviados aos municípios afetados pelas enchentes mantas, roupas, alimentos, água, utensílios, itens de higiene e outros objetos.

    08/05/2024 - Evento gratuito de MMA no DF vai arrecadar donativos para o Rio Grande do Sul

     

    Fonte: Agência Brasília .
  • Seis hospitais recebem novos aparelhos para mais precisão em cirurgias oncológicas

    Seis hospitais recebem novos aparelhos para mais precisão em cirurgias oncológicas

    Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF
    A Secretaria de Saúde (SES-DF) estreia neste mês a operação de seis criostatos na rede. Os aparelhos darão maior precisão às cirurgias oncológicas realizadas no Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e nos hospitais regionais de Sobradinho (HRS), Taguatinga (HRT), Ceilândia (HRC), Gama (HRG) e Asa Norte (Hran). O investimento total é de R$ 762 mil.
    O criostato possibilita a obtenção de laudos de biópsia em menos de uma hora, com a análise dos tecidos ainda durante a cirurgia, aprimorando a conduta da equipe médica em tempo real. “Isso nos permite ampliar ou preservar tecidos e, assim, diminuir a chance de doença persistente com consequente recaída”, explica o cirurgião oncológico Amario Barros, servidor da SES-DF.
    Em alguns casos, o uso do aparelho vai alterar totalmente os procedimentos. “No tumor de ovário, por exemplo, não é realizada biópsia prévia. No criostato, com a biópsia de congelamento, é possível detectar se o tumor é maligno. Assim, pode ser realizada a operação definitiva no mesmo ato cirúrgico, sem necessidade de reinternação para uma nova, como ocorria antes”, detalha o médico.
    O criostato permite um congelamento rápido de amostras de tecido, alcançando temperaturas de até 60 graus negativos, tornando mais ágil a análise. Em procedimentos tradicionais a biópsia é realizada em prazos maiores. Com o laudo rápido, diminuem também as chances de o paciente precisar de outras cirurgias.
    “Uma das cirurgias mais comuns com uso do criostato é a de câncer de mama, quando é feita a avaliação do linfonodo. Dependendo do laudo, muda completamente a conduta do tratamento, inclusive da quimioterapia”, exemplifica o patologista Emanuel Adelino, lotado no HRT.
    Dentro da unidade de Taguatinga já são realizadas 700 análises mensais, em prazos de até 30 dias. Com o criostato, o hospital passará a dedicar um patologista e um técnico para atender rapidamente os pedidos durante as cirurgias. “Na hora em que disponibilizar o tecido, temos que ter um médico e um técnico para atuarem no aparelho”, explica a chefe do Núcleo de Citopatologia e Anatomia do HRT, Michele Bezerra.
    Para o manejo do criostato, o setor do HRT passou por adequações, com uma sala dedicada ao aparelho e melhorias na parte elétrica. Também foi construída uma janela interna que leva diretamente ao centro cirúrgico, de forma a agilizar ao máximo o processo de coleta e análise dos tecidos.
    *Com informações da SES-DF