Dia: 9 de abril de 2024

  • Lorena pega quatro pênaltis, Brasil supera Japão e fica em terceiro na SheBelieves Cup

    Lorena pega quatro pênaltis, Brasil supera Japão e fica em terceiro na SheBelieves Cup

    Cristiane gol Brasil Japão She Believes Cup (Foto: Lívia Villas Boas / CBF)

    Além de uma defesa no segundo tempo, goleira do Grêmio brilha nas três cobranças japonesas na decisão por penalidades

    Resumão

    Com show da goleira Lorena em cobranças de pênalti, a seleção brasileira feminina conquistou o terceiro lugar no torneio SheBelieves Cup, disputado nos Estados Unidos. Após empate em 1 a 1 com o Japão nos 90 minutos, o Brasil sobrou na disputa de penalidades. Lorena, que já tinha defendido um pênalti no tempo normal, pegou as três cobranças japonesas. O Brasil venceu por 3 a 0 a disputa, com gols de Cristiane (autora, também, do gol brasileiro no tempo normal), Tarciane e Angelina.

    • DE OLHO NAS OLIMPÍADAS

      Brasil e Japão fizeram um aquecimento para o encontro que terão no dia 28 de julho, no Parc des Princes, pela segunda rodada do Grupo C das Olimpíadas de Paris. A seleção feminina conheceu nesta terça sua adversária de estreia: a Nigéria segurou o empate em 0 a 0 com a África do Sul, fora de casa, e garantiu uma das duas vagas da África para os Jogos Olímpicos. A Espanha completa a chave. O Brasil volta a jogar na Data Fifa de junho, a última antes do técnico Arthur Elias convocar as 18 jogadoras que irão às Olimpíadas.

    • BRASIL MAL NO PRIMEIRO TEMPO

      Novamente com testes na escalação, o Brasil fez um primeiro tempo muito ruim, desorganizado no ataque e dando espaços na defesa. O Japão soube aproveitar: aos 34, Hamano recebeu livre na direita e cruzou para Tanaka abrir o placar, após falha de Tarciane. As japonesas tiveram a chance de ampliar no segundo tempo, em pênalti cometido por Cristiane, mas Lorena defendeu a cobrança fraca de Tanaka.

  • Fátima Bernardes afirma não dar importância às críticas sobre namorar um homem mais novo

    Fátima Bernardes afirma não dar importância às críticas sobre namorar um homem mais novo

    A apresentadora namora o deputado Túlio Gadelha 25 anos mais novo que ela

    Fátima Bernardes tem 61 anos e mantém um relacionamento há 6 anos com o deputado Túlio Gadelha, de 36 anos. Assim que a apresentadora assumiu seu namoro, ela teve que lidar com as críticas e julgamentos sobre o fim de seu casamento com o também apresentador William Bonner, com quem foi casada por 26 anos e a questão da diferença etária com Túlio.

    Por isso, nesta segunda-feira (8), ao abrir uma caixinha de perguntas em seu perfil no Instagram, a jornalista foi surpreendida com a seguinte pergunta: “Tenho 58 anos e meu namorado 35. Sofro muito julgamento, isso passa?”. A seguidora recebeu como resposta: “Olha, eu não sei se passa, mas você passa a não se importar mais com isso com certeza”.

    Fátima aproveitou para compartilhar um conselho, afirmando que o melhor é cuidar do seu amor, da sua vida e não dar mais importância para o fato da idade. “Primeiro, tenta ver em você, se você consegue se desligar do julgamento do outro. Você não está fazendo nada de errado, não está fazendo nada contra ninguém, então não tem com o que se preocupar. Você está cuidando da sua vida. Cuide do seu amor, cuide da sua vida e eu acho que aí você não vai dar mais importância para isso. Você não vai, acredite”.

    Por Redação* ClubeFM

    *Por Manuela de Moura supervisionada por Bárbara Bernardes

  • Goiás reduz prazo para promoção de policiais militares e bombeiros

    Goiás reduz prazo para promoção de policiais militares e bombeiros

    Caiado durante anúncio da redução do interstício para graduação de militares: “Condição para crescer em uma instituição que sabe respeitar cada um dos seus integrantes” (Foto: Secom)

    O governador Ronaldo Caiado anunciou, nesta terça-feira (09/04), a redução do prazo para promoção de soldados da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) e do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO). A queda de cinco para quatro anos do interstício para graduação de soldado para cabo beneficia 1.704 militares: 1.500 da PM e 204 do CBM.

    Coordenadora do Goiás Social, a primeira-dama Gracinha Caiado participou do evento, realizado no Auditório Mauro Borges, em Goiânia. A medida corrige desigualdades que seriam enfrentadas pelos antigos soldados de terceira classe, que teriam caminho mais longo para ascender na carreira militar.

    Promoção de soldados

    “Vejo que hoje vocês estão se sentindo iguais. Vocês seriam penalizados, mas agora está sendo dada a vocês a condição de crescer numa instituição que sabe respeitar cada um dos seus integrantes”, afirmou Caiado, reconhecendo o trabalho “de homens e mulheres que estão na linha de frente da segurança nos 246 municípios”.

    Em 2019, Caiado extinguiu a patente de soldado de terceira classe, que recebia salário de R$ 1,5 mil. Na época, os militares foram promovidos à segunda classe.

    “Gostaria de agradecer pela deferência na redução do nosso interstício, nos proporcionando ascensão na carreira, corrigindo a injustiça de uma lei anterior. O senhor fez e faz a diferença na vida de cada cidadão goiano e na segurança pública do estado de Goiás, a melhor do Brasil”, disse a soldado da PM Larissa Fernandes.

    “Éramos motivo de chacota nacional, por termos aqui policiais de terceira classe. Isso foi constantemente dito pelos jornais nacionais, até mesmo pelo próprio Supremo Tribunal Federal, quando julgou a inconstitucionalidade dessa lei, dizendo que era algo risível. E hoje temos um governador que valoriza as nossas forças de segurança”, frisou o vice-governador Daniel Vilela. Para ele, não é coincidência que Goiás se tornou a referência na área. “A diferença que existe é a responsabilidade do governador com as nossas forças de segurança”, ressaltou.

    De acordo com o comandante-geral da PMGO, Marcelo Granja, a redução do interstício é um reconhecimento à excelência dos serviços prestados pelas forças estaduais de segurança pública. “Mais uma vez, o governador motiva a nossa tropa. Traz mais dignidade, principalmente, não só aos policiais, mas principalmente aos familiares”, disse, ao reforçar o compromisso de “dar respostas nas ruas”.

    As ações de valorização da segurança pública têm se refletido na queda drástica dos indicadores de criminalidade em Goiás. Dados do Observatório de Segurança Pública (OSP) mostram que, entre 2023 e 2022, o número de latrocínios, por exemplo, apresentou queda de 57,6%, caindo de 33 para 14. Já os homicídios dolosos recuaram 12,1%, passando de 1.185 casos em 2022 para 1.042 em 2023.

    Benefício

    No Corpo de Bombeiros, 204 soldados que ingressaram na carreira em 2017 — e foram promovidos a soldados de primeira classe em 2020 — serão beneficiados com a redução do interstício para graduação. Sem a alteração do prazo, eles ficariam oito anos como soldados.

    “São militares que, em sua maioria, estão na rua, combatendo, salvando e apagando incêndios. Uma satisfação poder respeitar essa categoria”, salientou o coronel Washington Luiz Vaz Júnior, comandante-geral do CBMGO. Eleito novo presidente do Conselho Nacional dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (Ligabom), o coronel assumirá o cargo no final de abril.

    “O senhor tem repercutido essas ações em todos os estados. Comandantes do Acre ao Rio Grande do Sul conhecem Caiado como governador que trabalha junto com as forças de segurança pública”, acrescentou.

    Secretaria de Comunicação – Governo de Goiás

  • Lula assina medida provisória que prevê redução de 3,5% na tarifa de energia

    Lula assina medida provisória que prevê redução de 3,5% na tarifa de energia

    Texto deve ser publicado nesta quarta(CADU GOMES/VPR – 9.4.2024)

    Texto, que também adequa reajuste no Amapá, deve ser publicado no Diário Oficial de quarta-feira

    BRASÍLIA|Ana Isabel Mansur, do R7, em Brasília

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta terça-feira (9) a medida provisória que prevê redução de até 3,5% na tarifa de energia elétrica até 2026. Esse desconto será possível por meio de repasses de recursos oriundos da privatização da Eletrobras, em junho de 2022. O texto também adequa a taxa do Amapá à média dos demais estados da Região Norte. A previsão é que o documento seja publicado no Diário Oficial da União nesta quarta (10), quando começará a valer.

    Com a medida, o Amapá passa a ter tarifa de 9%. Sem essa determinação, o aumento para o estado poderia ultrapassar 40%. A MP assinada nesta terça (9) permite, ainda, a adequação de prazos de projetos relacionados à geração de energia renovável e limpa ao cronograma de implantação das linhas de transmissão leiloadas. O governo espera gerar cerca de 400 mil empregos e investimentos privados de até R$ 165 bilhões.

    Segundo o Ministério de Minas e Energia, os empreendimentos de energia renovável vão poder acrescentar até 34 gigawatts de potência ao SIN (Sistema Interligado Nacional). O prazo determinado pelo Executivo para entrada em operação comercial com benefícios é março de 2029.

    Na prática, as medidas provisórias são normas com força de lei que precisam ser avaliadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. O Congresso Nacional tem 120 dias para analisar, e se a votação não for concluída no prazo, o texto perde a validade.

    Medida provisória

    O R7 teve acesso ao texto que será publicado nesta quarta (10). “Estima-se que a quitação dos empréstimos promoverá uma redução estrutural, em média, de 3,5% nas tarifas de todos os consumidores já em 2024, equivalente aos custos da tarifa social de energia elétrica e de universalização em 2023, caracterizando o interesse público”, afirma o texto, que argumenta que a medida será possível com a antecipação dos recebíveis associada à quitação dos empréstimos.

    Os textos dispõem de ações urgentes e necessárias para a promoção do desenvolvimento de projetos que garantam o desenvolvimento econômico e social do país, por meio de geração de energia elétrica limpa e renovável, com medidas de atenuação das tarifas dos consumidores no curto prazo.

    Para reduzir as tarefas, o governo aposta na transferência de recursos de três fontes, com um período de utilização de 10 anos:

    • R$ 350 milhões transferidos pelas usinas da Eletrobras na bacia do rio São Francisco;

    • R$ 295 milhões transferidos pela Eletronorte; e

    • R$ 230 milhões transferidos pelas usinas de Furnas.

    Os fundos foram criados na lei da privatização da Eletrobras. A medida determina que a empresa vai destinar recursos para a recuperação de bacias hidrográficas afetadas por suas atividades. Com a edição da nova medida provisória, o governo quer utilizar parte dos recursos para baixar a conta de energia.

    Empréstimos

    O texto determina que a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, mediante diretrizes do governo, estará autorizada a negociar a antecipação dos recursos, que deverão ser exclusivamente utilizados para fins da modicidade tarifária dos consumidores brasileiros, prioritariamente para a quitação antecipada da Conta Covid e da Conta Escassez Hídrica.

    Essas contas são resultado das transações emergenciais das distribuidoras para lidar com os custos adicionais na época da pandemia de Covid-19 e entre 2020 e 2021, respectivamente. Atualmente, o custo dos empréstimos é adicionado nos reajustes tarifários, que reflete na conta de luz dos brasileiros. O Amapá, por exemplo, teve reajuste de 44%, sendo um dos mais caros do país.

    O caso amapaense é citado na minuta. “A medida busca sanar aumento tarifário exorbitante para o Estado do Amapá. O impacto deletério desse reajuste no orçamento das famílias e na economia local demanda que se adotem contramedidas urgentes. Assim, há que se buscar alternativas que se enquadrem na realidade do país, sem prejudicar a segurança jurídica que fundamenta as concessões de distribuição de energia elétrica”, argumenta o texto.

  • TRE do Paraná forma maioria para rejeitar cassação de Sergio Moro

    TRE do Paraná forma maioria para rejeitar cassação de Sergio Moro

    TRE nega cassar Sergio MoroSENADOR SERGIO MORO (UNIÃO-PR)(ROQUE DE SÁ/AGÊNCIA SENADO – 19.3.2024)

    Em dezembro do ano passado, a Procuradoria Regional Eleitoral do Paraná emitiu um parecer favorável à cassação do senador

    BRASÍLIA| Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

    O TRE-PR (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná) decidiu, por maioria de votos, rejeitar duas ações que pedem a cassação do mandato do senador Sergio Moro (União Brasil). Os processos, analisados em conjunto, apontam abuso de poder econômico, uso de caixa dois e utilização indevida de meios de comunicação durante a pré-campanha eleitoral de 2022. Até o momento, o placar está em 4 a 2 para rejeitar a cassação.

    O julgamento foi suspenso nessa segunda (8) por pedido de vista do desembargador Julio Jacob Junior. Nesta terça-feira (9), Jacob votou favorável à cassação do mandato de Moro. O magistrado disse que Moro foi o único pré-candidato a ter acesso a recursos generosos do fundo partidário para sua disputa ao Senado no Paraná, violando a igualdade de oportunidades preconizada pela lei da ficha limpa, da qual ele próprio participou na criação. Já o desembargador Ricardo Fogaça também votou para rejeitar a cassação.

    “Apenas o pré-candidato Sergio Moro teve possiblidade de acesso a recursos desmedidos do fundo partidário para disputa ao Senado no Paraná, afetando sim a igualdade de oportunidades buscada e perquirida pelas alterações implementadas pela lei que ele ajudou a gestar, que é a lei da Ficha Limpa. No caso concreto entendo haver prova robusta, desorganizada, é certo, mas robusta, de que o acesso desmedido a recursos em favor de Sergio Moro possui aspectos quantitativos aptos a desequilibrar a igualdade do pleito”, disse o magistrado.

    A defesa do parlamentar nega as alegações, argumentando que não houve gastos excessivos. Os advogados sustentam que as despesas feitas entre novembro de 2021 e o início de junho de 2022 não deveriam ser consideradas, pois o pré-candidato tinha aspirações políticas diferentes na época.

    No primeiro dia de julgamento, em 1º de abril, o desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza votou contra a perda do mandato de Moro. Em um voto de mais de duas horas, o relator do caso disse que PL e PT não apresentaram provas de irregularidade. Os dois partidos pedem a cassação por gastos excessivos na pré-campanha de 2022.

    O relator iniciou a leitura do voto pontuando que o julgamento não é sobre “a Operação Lava Jato, seus personagens, acertos e erros”, e, sim, sobre os supostos desvios durante a pré-campanha. Para o desembargador, o processo “tem relação com a política”.

    Em 3 de abril, o desembargador José Rodrigo Sade votou por cassar o mandato da chapa do senador Sergio Moro e declarar inelegibilidade dele e de Luiz Felipe Cunha por oito anos. Ele também votou por determinar novas eleições para o cargo de senador pelo Paraná.

    Sade disse que Sergio Moro assumiu o risco de se lançar como pré-candidato a um cargo menor e não conseguir controlar os gastos para essa disputa. Ele afirmou que não é possível apagar os caminhos que Moro percorreu, que o senador desequilibrou o cenário já que “os demais candidatos não tiveram as mesmas oportunidades, em uma eleição tão acirrada que isso pode ter feito a diferença”.

    Já nessa segunda (8), a desembargadora Claudia Cristina Cristofani apresentou voto-vista e votou com o relator, ou seja, contra a cassação do mandato do senador Sergio Moro. O desembargador Julio Jacob Junior pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso. O desembargador Guilherme Frederico Hernandes Denz pediu para adiantar o voto e votou contra a cassação do mandato do senador. Segundo o desembargador, ele entende que não houve abuso do poder econômico. Segundo o desembargador Denz, pelo simples montante apresentado nos autos, não é possível dizer que houve abuso econômico.