Dia: 3 de janeiro de 2024

  • Shakira é homenageada com estátua de 6,5 metros na Colômbia

    Shakira é homenageada com estátua de 6,5 metros na Colômbia

    Shakira é homenageada com estátua de 6,5 metros na Colômbia — Foto: Reprodução/Instagram

    Pais da cantora participaram de evento de apresentação ao público da escultura de Yino Márquez.

    Por G1

    Shakira ganhou uma estátua em sua homenagem na Colômbia. A escultura de 6,5 metros foi inaugurada na cidade de Barranquilla, onde nasceu a cantora.

    Feita em bronze com alguns fragmentos em alumínio, o monumento traz Shakira fazendo um de seus famosos passos de dança, no qual requebra o quadril e coloca as mãos entrelaçadas acima da cabeça.

    “Um coração que compõe, quadris que não mentem, um talento inigualável, uma voz que move multidões e pés descalços que marcham pelo bem da juventude e da humanidade”, cita a inscrição na base da escultura.

    O evento de apresentação da escultura criada por Yino Márquez ao público contou com a presença dos pais de Shakira, William Mebarak e Nidia Ripoll.

    Segundo a AFP, o governo local vinha publicando imagens da estátua e de seu processo de elaboração desde agosto, mas o rosto não tinha sido revelado até agora. O monumento foi instalado no calçadão próximo ao rio Magdalena.

    “Agradeço ao escultor Yino Márquez e aos alunos da escola distrital de artes por esta demonstração do enorme talento artístico da gente de minha terra”, agradeceu Shakira, através de mensagens nas redes sociais.

    A cantora, que se disse ainda emocionada com a homenagem, também compartilhou nas redes fotos de seus pais em frente à escultura.

  • Congressistas querem derrubar MP da reoneração até 1º de abril

    Congressistas querem derrubar MP da reoneração até 1º de abril

    MP reonera 17 setores que mais empregam WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL

    Na outra ponta, governo pretende usar o período para tentar um acordo sobre o tema junto aos parlamentares

    BRASÍLIA | Bruna Lima, do R7, em Brasília

    Congressistas defensores da prorrogação da desoneração da folha de pagamento aos 17 setores que mais empregam no país preparam uma ofensiva à medida provisória (MP) que reonera as empresas. O objetivo é garantir a derrubada da matéria até 1º de abril, data em que os efeitos da medida começam a valer. Na outra ponta, o governo federal quer usar o período para construir um acordo com o parlamento. A ideia  é chegar em um texto capaz de garantir mais arrecadação aos cofres públicos para perseguir as metas fiscais.

    Uma possibilidade é garantir a permanência da desoneração aos 17 setores atualmente contemplados, mas revisar a concessão dada aos municípios com até 142 mil habitantes que reduz para 8% a alíquota da contribuição previdenciária sobre a folha dos municípios, atualmente de 20%. A alternativa ainda precisa ser discutida entre os parlamentares e há resistência em restringir a medida das prefeituras, sobretudo em ano de eleições municipais.

    O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse que vai analisar o teor dessa alternativa com os líderes, o que deve ocorrer nos próximos dias. “Para além da estranheza sobre a desconstituição da decisão recente do Congresso Nacional sobre o tema, há a necessidade da análise técnica sobre os aspectos de constitucionalidade da MP”, disse Pacheco.

    Parlamentares já se organizam para derrubar a matéria ou até mesmo fazer com que ela seja devolvida ao Planalto, sem nem sequer ter a tramitação iniciada. O presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), o deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), sustenta que o Congresso já decidiu a questão por meio do projeto de lei e derrubou o veto presidencial que barrava a matéria. “Uma MP não deve ser feita para passar por cima da lei, contrariando toda a decisão majoritária do parlamento. É desgastoso e desrespeitoso.”

    O autor do texto no Senado, Efraim Filho (União Brasil-PB), disse ser “clara a intenção do governo em tentar impor uma agenda, via MP, que ele não conseguiu sustentar em plenário, principalmente na votação da derrubada do veto”. Na avaliação da deputada federal Any Ortiz (Cidadania-RS), relatora da medida na Câmara dos Deputados, o governo foi “omisso” ao editar a MP, o que estremece a relação de negociação entre os poderes.

    “O ministro [Fernando Haddad] vinha falando em apresentar uma proposta, que iria conversar com os setores, mas em momento algum fez isso. Às vésperas do final do ano, apresenta a MP, que causa grande instabilidade no processo. Estamos há mais de dez meses fazendo a discussão, nas duas casas, e em momento algum o governo nos procurou para discutir uma solução alternativa”, disse Ortiz.

    A reportagem apurou que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), não gostou do gesto feito pelo governo por duas razões: a primeira é que o Congresso Nacional acabou de derrubar os vetos assinados por Lula à lei que prorrogou a desoneração da folha; e, segundo, porque a proposta foi enviada via medida provisória, e não por projeto de lei.

    Governo

    A ideia é que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, lidere as conversas em torno da MP. A equipe econômica quer reduzir a resistência ao longo dos próximos três meses para garantir a manutenção da medida, ainda que com alterações. Se o texto sofrer mudanças na Câmara ou no Senado, a matéria é aprovada na forma de um projeto de lei de conversão e enviada para sanção ou veto do presidente da República.

    Questionado sobre as negociações em torno da medida provisória, Haddad respondeu, na entrevista em que anunciou a edição da MP, que “tudo vai depender de conversa”. “As pessoas vão lá fazer pressão setorial, nós vamos explicar. Quem vai ganhar o debate eu não sei. O que eu tenho observado é muita sensibilidade aos argumentos que estão sendo apresentados pela Fazenda. Eu sou muito grato até aqui pela maneira como o Congresso está tratando os assuntos da Fazenda. Não tenho queixa”, disse.

    O vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o movimento do governo e apostou na negociação com o Congresso. “Acredito no diálogo. Lula é o presidente do diálogo. Não era fácil resolver dois problemas de uma vez, como arcabouço e reforma”, disse Alckmin, justificando o motivo pelo qual o governo não conseguiu focar da discussão do projeto da desoneração.

    A negociação só deve se intensificar após o recesso parlamentar, que termina em 1º de fevereiro. Além de Haddad, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, fará a ponte entre o governo e o Congresso durante as discussões.

    O que diz a MP

    A desoneração beneficia os 17 setores que mais empregam, responsáveis por 9 milhões de empregos. Em vez de o empresário pagar 20% sobre a folha do funcionário, o tributo pode ser calculado com a aplicação de um percentual sobre a receita bruta da empresa, que varia, conforme o setor, de 1% a 4,5%.

    Com a nova medida, agora, o imposto volta a incidir sobre a folha de pagamento, mas de forma parcial. O texto determina que o tributo será aplicado apenas sobre o salário mínimo. A remuneração que ultrapassar o salário mínimo vai pagar normalmente.

    Lula editou uma medida provisória que contém várias propostas para aumentar a arrecadação da União e alcançar a meta do déficit zero. O texto, que também é assinado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, foi publicado na última sexta-feira (29) no Diário Oficial da União (D.O.U.).

    Confira o escalonamento feito pelo governo, em dois grupos, da reoneração da folha:

    • o primeiro grupo engloba atividades como transporte, comunicação e tecnologia da informação, cuja tributação vai funcionar da seguinte forma: 10% em 2024, 12,5% em 2025, 15% em 2026 e 17,5% em 2027;

    • o segundo grupo inclui atividades como engenharia civil, indústria têxtil e editorial, cuja tributação vai funcionar da seguinte forma: 15% em 2024, 16,25% em 2025, 17,5% em 2026 e 18,75% em 2027.

  • Ricardo Quirino reforça que continuará a lutar pela pessoa idosa em 2024

    Ricardo Quirino reforça que continuará a lutar pela pessoa idosa em 2024

    O deputado Ricardo Quirino (Republicanos) foi o quarto a pedir a palavra durante o Pequeno Expediente da sessão extraordinária desta sexta-feira, 22, em que agradeceu aos colegas parlamentares pela parceria ao longo do ano. “Última sessão do ano, e naturalmente ela tem um tom de agradecimento, todos nós aqui temos motivos para agradecer a Deus.”Quirino reiterou seu compromisso de trabalho com a comunidade idosa e suas famílias. “Em 2023, conquistamos algumas políticas públicas com apoio dos colegas parlamentares, e do presidente Bruno Peixoto (UB). Reforço minha luta aos diretos da pessoa idosa em 2024, que possamos alcançar muitos resultados.”

    Ricardo também renovou seu compromisso com o Entorno do Distrito Federal e afirmou que sempre vai defender a região. “Defedendo a região do Entorno, mas sou deputado estadual por Goiás, meu compromisso é de zelar pelas pessoas, e nós, como legisladores, temos essa responsabilidade, cuidar de pessoas, e entender que políticas públicas servem para  atender quem necessita, quem está na ponta.”

    O parlamentar lembrou o aniversário de Iris Rezende Machado, que seria comemorado no dia de hoje, e citou palavras de um artigo que saiu no jornal O Popular, de autoria da filha do político falecido. “Viver ao lado dele (Iris) sempre foi um privilégio. Posso dizer: ele me fez acreditar ser corriqueiro um jeito de ser de estatura incomparável. Meu pai nunca se viu grande. Pelo contrário, tratava a todos como autoridade. Por mais agitada sua agenda, a atenção que nos dava, cinco minutos que fosse, era plena. Como se ninguém pudesse ser mais importante naquele momento. E fazia o mesmo quando o olhar era para os que o procuravam. Ele era assim.”

    Por fim, Quirino lembrou que a Casa, ontem, aprovou, em primeira votação, um projeto de sua autoria, de número 2260/23, que institui o Prêmio Iris Rezende Machado pela defesa e promoção dos direitos da pessoa idosa, a ser concedido anualmente pela Assembleia Legislativa do de Goiás (Alego).

    O deputado lembrou que o prêmio será concedido pela Alego a sete pessoas físicas e/ou jurídicas que se destacarem, a cada ano, nas ações promovidas em defesa da pessoa idosa, no Estado de Goiás, e consistirá na concessão de diploma de menção honrosa aos agraciados.

    Agência Assembleia de Notícias
  • Restaurantes comunitários terão pagamento via Pix a partir de fevereiro

    Restaurantes comunitários terão pagamento via Pix a partir de fevereiro

    ‌Decreto que regulamenta lei sancionada em 2023 abrange todas as 16 unidades do DF

    Carolina Caraballo, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader

    A governadora em exercício Celina Leão assinou nesta terça-feira (2) a regulamentação da Lei nº 7.300/2023, que autoriza o pagamento via Pix de qualquer refeição em restaurantes comunitários. O decreto, que entra em vigor 30 dias após publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), abrange todas as 16 unidades já em funcionamento no Distrito Federal, além de qualquer outra que venha a ser inaugurada. Assim, a partir de fevereiro, a modalidade de pagamento já deve começar a ser operacionalizada.

    ‌Para orientar os usuários, as empresas responsáveis pelo gerenciamento dos restaurantes comunitários deverão instalar placas em cada unidade indicando a possibilidade de pagar pelas refeições com o Pix. As sinalizações também devem oferecer instruções claras e objetivas para quem deseja usar a modalidade. Caberá à Secretaria de Desenvolvimento Social do DF (Sedes-DF) fiscalizar a operacionalização da nova forma de pagamento.

    A opção de pagamento via Pix em todos os restaurantes comunitários dará mais dinamismo e agilidade às transações e segurança às empresas | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília

    ‌“O pagamento via Pix amplia o acesso aos restaurantes comunitários, além de facilitar a vida do usuário, que não precisará mais se preocupar com o troco ou em ter dinheiro em espécie no bolso”, aponta Vanderlea Cremonini, subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes. “Essa modalidade também traz mais dinamismo e agilidade nas transações, além de garantir mais segurança para as empresas.”

    Como a implantação da nova modalidade de pagamento ficará a cargo das empresas que gerenciam os restaurantes, não existe uma data fixa para que o Pix passe a ser aceito em cada uma das unidades. “Existe, no entanto, um prazo máximo de 30 dias a partir da publicação do decreto para que isso seja operacionalizado”, frisa Vanderlea.

    As unidades de Sobradinho, Planaltina, Recanto das Emas e Arniqueira já aceitam Pix e oferecem também a opção de pagamento com cartão de débito e Cartão Prato Cheio

    Em caso da impossibilidade de se usar o Pix por conta de qualquer problema no sistema, o pagamento poderá ser exigido em outra modalidade. Atualmente, as unidades de Sobradinho, Planaltina, Recanto das Emas e Arniqueira já aceitam Pix e oferecem também a opção de pagamento com cartão de débito e Cartão Prato Cheio. Os outros endereços recebem apenas dinheiro.

    Todos os restaurantes comunitários do DF oferecem almoço a R$ 1. As unidades de Brazlândia, Paranoá, Sol Nascente, Sol Nascente/Pôr do Sol, Arniqueira, Planaltina, Samambaia, Ceilândia, Sobradinho, São Sebastião, Estrutural e Recanto das Emas também servem café da manhã a R$ 0,50. Já o jantar, também no valor de R$ 0,50, pode ser encontrado nos restaurantes do Recanto das Emas, Planaltina, Sol Nascente/Pôr do Sol e Arniqueira.