Dia: 11 de maio de 2023

  • Governo de Goiás recebe cerca de seis toneladas de peças de roupas da Receita Federal

    Governo de Goiás recebe cerca de seis toneladas de peças de roupas da Receita Federal

    Doações serão destinadas a famílias em extrema vulnerabilidade social e entidades atendidas pela OVG, dentro de ações do Programa Goiás Social

    Governo de Goiás, via Goiás Social, recebeu cerca de seis toneladas de peças de roupas nesta quarta-feira (03/05). A doação foi feita pela Receita Federal do Brasil, em Goiânia. Os itens, que incluem camisetas, shorts, calças, bermudas e agasalhos serão destinados a famílias em extrema vulnerabilidade social e entidades atendidas pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG).

    A doação é fruto de apreensões da Receita Federal e parceiros em operações contra falsificação, sonegação de imposto e combate ao contrabando. Somadas, as peças de roupa totalizam R$ 385 mil. O repasse foi feito pelo titular da Delegacia da Receita Federal em Goiânia, auditor Djalma Alencar Lustosa Sobrinho. “É uma satisfação poder contar com o Goiás Social. A Receita Federal tem também uma grande preocupação de atender, de forma palpável, a população mais vulnerável”, afirmou.

    O secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Wellington Matos de Lima, ressaltou a importância do Goiás Social, que é coordenado pela primeira-dama Gracinha Caiado, e reúne várias pastas do Governo Estadual. “Nós trabalhamos dessa forma: um apoiando o outro. O objetivo final é fazer chegar esse material a quem mais precisa”.

    Parcerias
    A doação recebida nesta quarta-feira soma-se a outras feitas por parceiros que fazem parte de uma rede de solidariedade formada pelo Goiás Social, por meio da OVG e do Gabinete de Políticas Sociais (GPS). No começo de março desse ano, a Organização e o GPS receberam 17 mil peças de roupa do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO), itens que estão sendo destinados a famílias em extrema vulnerabilidade social, em todo o Estado, dentro de ações do Goiás Social.

    Desde 2019, foram mais de 22 mil unidades de peças doadas pelo Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, entre roupas masculinas, femininas e infantis, cintos, carteiras, relógios, roupas íntimas e calçados.

    Já a Delegacia do Consumidor (Decon) repassou, em dezembro ao ano passado, mais de mil peças de roupas, como camisas, camisetas, bermudas e calças jeans à OVG e ao GPS. Doação também destinada a dar mais dignidade e cidadania aos que mais precisam.

    Organização das Voluntárias de Goiás – Governo de Goiás

  • Mais de 7,7 mil contemplados pelo Prato Cheio ainda não retiraram o cartão

    Mais de 7,7 mil contemplados pelo Prato Cheio ainda não retiraram o cartão

    O prazo para pegar o documento nas agências do BRB é de dois meses a contar da disponibilização na agencia bancária. Depois disso, o cidadão perde o benefício

    Agência Brasília* | Edição: Vinicius Nader

    A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) informa que há 7.778 beneficiários que não retiraram o cartão Prato Cheio nas agências do Banco de Brasília (BRB). São cidadãos que estão em situação de insegurança alimentar e nutricional, que fizeram solicitação no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e foram contemplados com o benefício, mas não estão utilizando o crédito de R$ 250 para a compra de alimentos.

    “O cidadão que foi contemplado e não retira o cartão, além de se prejudicar, ainda ocupa o lugar de outras famílias que também estão passando por dificuldade e aguardam na fila para receber o benefício”Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento SociaL

    Os novos beneficiários foram incluídos recentemente no programa social com a ampliação do Prato Cheio, que hoje atende cerca de 100 mil famílias. Para saber se foram contempladas e onde buscar o cartão, elas devem acessar o site GDF Social, colocar nome e CPF de quem foi cadastrado.

    “É importante que as famílias que estão aguardando pelo benefício, que já fizeram solicitação no Cras, façam a consulta no GDF Social. O cidadão que foi contemplado e não retira o cartão, além de se prejudicar, ainda ocupa o lugar de outras famílias que também estão passando por dificuldade e aguardam na fila para receber o benefício”, reforça a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra.

    O prazo para retirada do cartão Prato Cheio nas agências do BRB é de dois meses a contar da disponibilização na agência bancária. Mas atenção: não basta retirar o cartão, tem que fazer o desbloqueio nesse prazo no caixa eletrônico da agência bancária ou pelo aplicativo do BRB. A partir do momento que for contemplada, a família recebe o crédito, que é acumulativo. Ou seja, se o cidadão recebe há dois meses e não utilizou o recurso, o crédito referente aos dois meses estará lá.

    A secretária Ana Paula Marra reitera que não existe punição para quem não busca o cartão na agência bancária. “Encerrado o prazo, o cartão é inutilizado e a família apenas perde o benefício. Neste caso, o cidadão terá de passar por um novo atendimento socioassistencial para entrar no programa e ficar na fila de espera”, ressalta.

    *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes)

  • TV Câmara Distrital abre inscrições para o II Seminário TVs Legislativas

    TV Câmara Distrital abre inscrições para o II Seminário TVs Legislativas

    Foto: Divulgação/TV Câmara Distrital

    Estão abertas as inscrições para o “II Seminário TVs Legislativas: Desafios e Oportunidades”, que acontece no dia 25 deste mês, a partir das 19h. O evento gratuito é uma realização conjunta entre a TV Câmara Distrital, da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), a Escola do Legislativo da CLDF e a Associação Brasileira de Comunicação Pública (ABCPública).

    O seminário será todo no formato online, com transmissão pelo canal da TV Câmara Distrital no YouTube. Para participar do evento, que dá direito a certificados emitidos pela Escola do Legislativo, basta fazer inscrição até o dia 24 de maio (CLIQUE AQUI para garantir sua participação).

    Quatro painéis compõem a programação:

    Painel 1:
    Tema: Organização, produção e distribuição de conteúdos multimídia
    Palestrante: Erico da Silveira – Diretor da TV Senado; mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília; especialização em Televisão e Rádio pela City University of New York; vice-presidente da ASTRAL – Associação Brasileira de Rádio e Televisão legislativa.

    Painel 2:
    Tema: Desafios das TVs legislativas em tempo de crise política
    Palestrante: Patrícia Porto – Gerente-geral de Rádio e Televisão da Assembleis Legislativa de Minas Gerais; especialista em Poder Legislativo pela PUC-Minas; jornalista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

    Painel 3:
    Tema: gestão plural e diversa das TVs legislativas
    Palestrante: Paulo Victor Melo
    Pós-doutorando em Comunicação e Artes pela Universidade da Beira Interior / Portugal; coordenador do Centro de Comunicação, Democracia e Cidadania da Universidade Federal da Bahia; foi professor da Universidade Federal de Sergipe.

    Painel 4:
    Tema: Infraestrutura e parque tecnológico da TV Legislativa/ALESP
    Palestrante: Gilberto Caracanha
    Audiovisual, diretor da Rede Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) há 6 anos, responsável pela atualização do parque tecnológico da TV e da digitalização das operações.

    Serviço:
    II Seminário TVs Legislativas: Desafios e Oportunidades
    Quando: 25 de maio – 19h
    Onde: canal da TV Câmara Distrital no Youtube.
    Inscrições: até o dia 24 de maio.
    Link das inscrições: AQUI 

    Agência CLDF

  • No Distrito Federal Banco de Leite Humano precisa de doações

    No Distrito Federal Banco de Leite Humano precisa de doações

    A 1º sargento do Corpo de Bombeiros Vanessa Lima e Cinthia Peluti, uma das doadoras que ajudam a salvar vidas no DF | Foto: Michelle Horovits/SES

    Estoques são fundamentais para recém-nascidos em UTIs, alerta Secretaria de Saúde. Para doar, mães não precisam nem sair de casa

    Agência Brasília* I Edição: Débora Cronemberger

    Com estoques baixos, o Banco de Leite Humano do Distrito Federal precisa de doações. Desde janeiro, não é alcançada a meta mensal de 2 mil litros. Entre janeiro e abril de 2023, foram coletados somente 6.620 litros, o que representa uma média mensal de 1.655 litros. É preciso melhorar os estoques para atender quase 300 crianças internadas nas unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatais públicas e privadas, além de ampliar a assistência a outros casos.

    “Toda mulher que estiver amamentando pode doar e qualquer quantidade é bem-vinda. Não é preciso sair de casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros irá até a residência da pessoa para fazer a coleta”Miriam Santos, coordenadora de Políticas de Aleitamento Materno do DF

    O mês de maio é dedicado a falar sobre a importância da doação de leite humano. Com o tema Um pequeno gesto pode alimentar um grande sonho: doe leite materno, a campanha é organizada pela Secretaria de Saúde (SES) em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). A cooperação entre as instituições existe há 34 anos no DF

    A coordenadora de Políticas de Aleitamento Materno do DF, a pediatra Miriam Santos, alerta que é necessário contar com mais doadoras. “Toda mulher que estiver amamentando pode doar, e qualquer quantidade é bem-vinda. Não é preciso sair de casa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros irá até a residência da pessoa para fazer a coleta”, explica.

    Preocupada com o baixo estoque, a coordenadora alerta que uma única doadora pode fazer a diferença para um grande número de crianças. As doações são encaminhadas para hospitais de toda a rede pública; e, após a pasteurização, o leite pode ser armazenado por até seis meses. “A partir do momento em que tenho mais leite disponível, mais crianças são atendidas, e conseguimos manter a rede de solidariedade”, aponta.

    Classificados como referência nacional pelo Ministério da Saúde, os bancos de leite de Brasília possuem certificação de Padrão Ouro pelo Programa Internacional Ibero-Americano de Bancos de Leite Humano.

    Banco de Leite: lugar de acolhimento

    As doações de leite humano são encaminhadas para hospitais de toda a rede pública; após a pasteurização, material pode ser armazenado por até seis meses

    Além da coleta, processamento e distribuição do leite materno com qualidade certificada, a Rede de Bancos de Leite Humano do DF oferece assistência ampliada a mulheres grávidas ou àquelas com complicações para amamentar. Entre as atividades ofertadas, uma equipe multidisciplinar auxilia em processos como a relactação (volta à amamentação) e a translactação (técnica momentânea para bebês que apresentam sucção descoordenada).

    “Aprendi como fazer a mamada, que é a massagem no seio para não empedrar. A equipe faz um trabalho incrível, com muita informação e paciência”

    Andrea Santana, atendida pela equipe do Banco de Leite

    O trabalho do Banco de Leite Humano tem sido importante para Cinthia Peluti, mãe da pequena Clarisse, de dois meses. Ela apresentou dor ao amamentar e descobriu que tinha candidíase mamária. “Eu sentia muita dor dentro do peito. No Banco de Leite, recebi orientações e fui atendida pela equipe multidisciplinar. Inclusive, realizei todo tratamento a laser para diminuir a dor e melhorar a cicatrização”, contou.

    Depois de ser atendida pelo Banco de Leite do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), Cinthia hoje é doadora e ajuda a salvar vidas na capital. “Eu não sabia que o banco viria coletar em casa, tinha medo que me faltasse leite”, conta. E não poupa elogios ao atendimento recebido: “Fui bem-acolhida e me deram muito carinho em um momento que estava fragilizada. Agradeço demais aos profissionais do banco, que orientaram e explicaram sobre meu problema e tiraram minhas dúvidas”.

    Andrea Santana, mãe da pequena Isabela, de um mês, e de Daniel, de oito anos, reconhece que o Banco de Leite foi importante para todo o processo de amamentação. “Aprendi como fazer a mamada, que é a massagem no seio para não empedrar. A equipe faz um trabalho incrível, com muita informação e paciência”. Ela ainda destaca que é um período de muita insegurança e dúvida para as mulheres.

    A primeiro sargento Vanessa Lima, do Corpo de Bombeiros, faz a coleta para o Banco de Leite do Hran há oito anos. Para ela, é muito gratificante integrar esse trabalho. “Mesmo não estando efetivamente na função de socorro emergencial, estamos salvando vidas”, conta.

    Quer doar?

    As mães que desejarem doar devem ligar para o número 160 (opção 4) ou se cadastrar no site do Amamenta Brasília. Em seguida, são passadas orientações de como coletar e armazenar o leite em casa, sem necessidade de deslocamento aos hospitais. Por último, uma equipe dos bombeiros vai à residência da doadora deixar o kit e, posteriormente, buscar os vidros cheios.

    O processo de coleta do leite é simples. A mulher deve identificar a data da primeira coleta no pote e, ao fim da ordenha, armazená-lo no congelador. Não é preciso se preocupar em encher o pote de uma vez. Basta colocar o líquido no frasco que está no congelador com a ajuda de um copo de vidro esterilizado. A doação deve ser entregue ao banco de leite em até 15 dias.

    *Com informações da Secretaria de Saúde