Dia: 2 de abril de 2023

  • Brasileira de 26 anos morre ao cair do 6º andar de prédio na Argentina; empresário é preso

    Brasileira de 26 anos morre ao cair do 6º andar de prédio na Argentina; empresário é preso

    (Reprodução/@_milyrodriguess/Instagram)

    Brasileira morreu após cair do sexto andar de um prédio em Buenos Aires

    Uma brasileira de 26 anos morreu após cair do sexto andar de um prédio em Buenos Aires, na Argentina, nessa quinta-feira (30). Identificada como Emmily Rodrigues, a mulher estava na companhia de um empresário chamado Francisco Sáenz Valiente. Ele foi preso por suspeita de envolvimento na morte.

    Segundo o La Nacion, Emmily chegou no apartamento em uma caminhonete Jeep Compass, que está em nome de um parente. Testemunhas ligaram para a polícia informando que uma “jovem perturbada se jogou do prédio”.

    O empresário confirmou que estava no apartamento com Emmily Rodrigues e outra brasileira, Juliana Magahaes Mourão, de 37 anos. De acordo com Franciso Saénz, os três haviam consumido bebidas alcoólicas.

    Empresário diz que brasileira pulou

    De acordo a polícia argentina, o empresário disse que Emmily “se incomodou com uma situação e se aproximou de uma janela voltada para a rua, mas como não conseguiu abri-la, foi para outro cômodo e pulou”.

    A outra mulher teria saído do apartamento antes que Emmily caísse do sexto andar. Conforme o La Nacion, Francisco Saénz costumava passar noites no apartamento com Juliana Magahaes e outras mulheres brasileiras. Essa era a primeira vez de Emmily no local.

    Juliana Magahaes declarou ser amiga do empresário e de Emmily e contou que os dois discutiram “e que tudo se agravou a ponto de Rodrigues agredir fisicamente o agora suspeito e depois tentar pular pela janela”.

    Socorristas chegaram a resgatar a brasileira de 26 anos , mas ela acabou morrendo no Hospital Fernandéz.

    A equipe de investigação aguarda os resultados da autópsia feita no corpo da brasileira. Um vizinho que depôs como testemunha disse ter visto uma luta antes que a jovem caísse do 6º andar.

    Por Andreza Miranda – BHAZ

  • Vídeo: assalto acaba em “chuva” de R$ 167 mil em Buenos Aires

    Vídeo: assalto acaba em “chuva” de R$ 167 mil em Buenos Aires

    Em Buenos Aires, ladrão derrubou 7 milhões de pesos no chão. Pedestres e motociclistas correram para roubar uma parte da quantia na via

    Uma tentativa de assalto em Buenos Aires, na Argentina, rendeu uma “chuva” de notas de pesos argentinos, cerca de R$ 167 mil, no meio da rua. O caso aconteceu no bairro Belgrano, nessa quinta-feira (30/3). Ao tentar puxar a mochila de um dos moradores da região, um ladrão acabou espalhando as cédulas pela rua.
    O incidente foi relatado à polícia argentina pela própria vítima do roubo, na Delegacia do Bairro 13 A. Juan Cruz, de 26 anos, caminhava em direção ao banco, a fim de depositar a quantia guardada na mochila, quando foi abordado pelo assaltante na Avenida Libertador.
    Ao perceber que o criminoso tentava levar a sua bolsa, o homem resistiu e a puxou de volta, o que fez o dinheiro e outros pertences caírem no chão.
    Registro do momento mostra as cédulas nas ruas, enquanto pedestres e motociclistas, surpresos com a “chuva de dinheiro”, correm para pegar as notas.
    Assista ao vídeo abaixo:
    De acordo com o depoimento de Juan, o ladrão fugiu após desistir de levar a mochila ao ver a aproximação das pessoas. Parte das testemunhas ajudou o homem a recolher as cédulas, mas, quando chegou ao banco, a vítima percebeu que só tinha 70 mil pesos, cerca de R$ 1,5 mil.
    Por Gabriel Bandeira – Metrópoles
  • Página inicialFAMOSOS ‘Barbie iraquiana’ fica irreconhecível após passar por 43 cirurgias plásticas

    Página inicialFAMOSOS ‘Barbie iraquiana’ fica irreconhecível após passar por 43 cirurgias plásticas

    Reprodução/Facebook/Instagram/EdiçãoR7

    Dalia Naeem, de 29 anos, fez diferentes procedimentos, como aumento de seios e lábios, para ficar parecida com a boneca

    R7LIFESTYLE 

    Conhecida como “Barbie iraquiana”, Dalia Naeem, de 29 anos, dividiu opiniões nas redes sociais após se submeter a mudanças drásticas no visual. A atriz e apresentadora de TV passou por 43 cirurgias plásticas, como implante de silicone e preenchimento labial, para se parecer com a boneca

    Reprodução/Instagram @dalia_naim1

    Reprodução/Instagram @dalia_naim1

    Reprodução/Instagram @dalia_naim1

    Reprodução/Instagram @dalia_naim1

  • Mãe do cantor Leonardo, Dona Carmem é velada em cemitério de Goiânia

    Mãe do cantor Leonardo, Dona Carmem é velada em cemitério de Goiânia

    Foto: Michel Gomes/g1.

    O corpo da mãe do cantor Leonardo, Dona Carmem, está sendo velado neste domingo (2) em Goiânia. A matriarca da família morreu na capital, aos 87 anos. A notícia da morte foi divulgada pela esposa do cantor, Poliana Rocha.

    Amigos e parentes de Dona Carmem se reúnem na capela do Cemitério Jardim das Palmeiras para a despedida à mãe do cantor. O velório começou por volta de 1h, após a chegada do corpo. De acordo com a direção do cemitério, a previsão é que aconteça uma missa entre 8 e 9 horas e o sepultamento seja ainda nesta manhã.

    O cantor Leonardo, a esposa, Polliana Rocha, e Pedro Leonardo e Zé Felipe, filhos do sertanejo, além de Virgínia Fonseca, esposa de Zé Felipe, participam do velório. Além deles, Marianna Costa, irmã de Leonardo também acompanha a despedida.

    Leonardo e o filho, Pedro Leonardo, no velório da Dona Carmem — Foto: Michel Gomes/g1
    Leonardo e o filho, Pedro Leonardo, no velório da Dona Carmem — Foto: Michel Gomes/g1

    Morte

    Segundo Poliana, a sogra teve um infarto. A esposa do cantor contou que ela e o marido estavam a caminho de um hospital para entregar exames de rotina quando receberam a notícia.

    “Depois de 45 minutos tentando reanimá-la, minha sogra veio a falecer”, disse Poliana.

    Carmem Costa fundou a Casa de Apoio São Luiz, que oferece, de graça, estadia, alimentação e transporte para pessoas com câncer se tratarem na Região Metropolitana de Goiânia. A iniciativa é uma homenagem ao filho Leandro, que morreu com a doença.

    Dona Carmem Divina da Silva, mãe de Leandro e Leonardo, que ia semanalmente à Casa de Apoio Goiás Goiânia — Foto: Vanessa Martins/G1
    Dona Carmem Divina da Silva, mãe de Leandro e Leonardo, que ia semanalmente à Casa de Apoio Goiás Goiânia — Foto: Vanessa Martins/G1

    Cantor Daniel

    O cantor Daniel também perdeu a mãe no sábado. A causa da morte não foi divulgada. “Poxa, que momento difícil! Sabemos que pela lei natural da vida um dia poderemos passar por isso, mas nunca acreditamos que esse dia vai chegar!”, lamentou Daniel.

    Créditos: G1.

  • Carros elétricos padrão terão o mesmo preço que os convencionais em “1 ou 2 anos”, diz especialista

    Carros elétricos padrão terão o mesmo preço que os convencionais em “1 ou 2 anos”, diz especialista

    Carro com carregamento na tomada é um dos modelos de veículos eletrificados DIVULGAÇÃO/NISSAN

    Diogo Seixas, da NeoCharge, conta que, na categoria de luxo, veículos eletrificados de luxo já tem paridade com os automóveis à combustão

    No Brasil, ainda se tem a ideia de que carro elétrico (EV, na sigla em inglês) é “coisa de rico”. No entanto, essa realidade está prestes a mudar. É o que diz Diogo Seixas ao R7. Ele é  presidente da Neo Charge, empresa especializada em energia solar.

    Segundo ele, os automóveis de médio porte terão preço semelhante aos dos convencionais em “um ou dois anos”. A categoria se refere aos veículos  maiores que os compactos e menores que os de tamanho normal.

    Segundo dados de 2022 do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), esses são exemplos de carros médios: Chevrolet Onix, Honda City e HB 20 (Ford).

    Atualmente, de acordo com o executivo, os EVs dessa categoria são 20% mais caros que os movidos à combustíveis fósseis.

    “Lembrando que eu não estou falando que eles vão ficar baratos. Eu estou falando que eles vão ficar no mesmo preço do carro a combustão, que também não é barato.”  DIOGO SEIXAS, PRESIDENTE DA NEOCHARGE

    Vale lembrar que dentro da categoria dos carros eletrificados há três modelos diferentes. São eles: aqueles que precisam ser carregados na tomada (híbridos plug-in), os que não precisam e os híbridos, que misturam gasolina (mas principalmente etanol), com energia elétrica

    Já para os de tamanho menor, principalmente os compactos, os modelos elétricos “ainda vão demorar uns três ou quatro anos” para atingirem paridade de preço com os carros tradicionais.

    Por outro lado, Diogo Seixas mostra que os EVs de luxo zero quilômetro já possuem “o mesmo preço” que os automóveis não eletrificados.

    “Se você for à loja da BMW, da Jaguar, da Mercedes, da Audi, da Porsche, você vai ver que o veículo elétrico tem o mesmo preço do veículo a combustão”, afirma o líder da NeoCharge.

    Cenário no Brasil

    Carro elétrico é assunto que ganhou força no Brasil a partir do início dos anos 2000. Apesar da notoriedade nos jornais e por parte de autoridades públicas, o veículo ainda é pouco utilizado pela população, proporcionalmente.

    Segundo levantamento da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), o carro eletrificado somou 4.500 unidades vendidas em janeiro de 2023. Esse número equivale a apenas 3,4% de veículos de passeio e comerciais leves no país.

    Até o primeiro mês deste ano, o país contava com pouco mais de 124 mil EVs, segundo a NeoCharge. Desse total, um em cada três eram do estado de São Paulo.

    Porém, os números e os especialistas indicam que o carro elétrico também deve dominar o mercado no Brasil, assim como já ocorre em outros países.

    De acordo com a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), 49,3 mil veículos eletrificados no Brasil foram emplacados em 2022. É o maior número da história para o ramo.

    Além disso, as vendas totais do mercado automotivo em janeiro de 2023 cresceram 11,9% em relação ao mesmo mês de 2022. Já a fatia dos eletrificados, no período, aumentou 76%.

    Se comparado a janeiro de 2021, o crescimento dos EVs disparou em 241%. Os dados são da ABVE.

    *Estagiário do R7, sob supervisão de Alexandre Garcia.

     

  • No DF, inclusão se aprende na escola

    No DF, inclusão se aprende na escola

    No Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, veja o exemplo de uma instituição pública que se destaca no ensino inclusivo

    Agência Brasília* | Edição: Chico Neto

    Um exemplo de instituição inclusiva, acessível e com educação humanizada é o trabalho da Escola Classe 45 (EC 45) de Ceilândia. A unidade lembra a importância do Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, celebrado neste domingo (2), e mostra, por meio de ações desenvolvidas cotidianamente, o que é inclusão.

    Vitor Sousa: “O que importa é que todo mundo é amigo aqui. Eu gosto de todas as matérias e da escola” | Foto: André Amendoeira/SEE

    A unidade tem 775 estudantes, entre os quais 37 diagnosticados com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). O local atende alunos da educação infantil e do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental.

    Nas turmas inclusivas, a equipe pedagógica da EC 45 observa peculiaridades durante o ano letivo. No início das aulas, a escola opta por manter as mesmas turmas ao longo dos anos. As professoras dos anos anteriores também conversam e fazem um trabalho integrado na adaptação com a professora que vai assumir a turma.

    Turmas inclusivas

    “Os cursos e capacitações são importantes, mas você tem que observar a criança e seus hábitos para começar a relação e evoluir ao longo do ano com processo de aprendizagem”Ianê Rodrigues, professora da EC 45

    O estudante Vitor Sousa, 10, cursa o quinto ano e está em uma turma inclusiva. Crianças do ensino regular e alunos diagnosticados com TEA, como ele, estudam juntas. “O que importa é que todo mundo é amigo aqui. Eu gosto de todas as matérias e da escola”, afirma ele.

    Ele estuda na EC 45 desde os 4 anos de idade e diz apreciar a integração com as outras crianças, os momentos culturais na escola e a convivência. Recentemente, passou a investir em seu talento artístico. Durante a entrevista, ficou animado, fez uma escultura utilizando fita adesiva de um dos seus personagens preferidos, o Sonic, e mostrou o trabalho no pátio da escola, no meio do recreio, rodeado pelos colegas.

    A EC 45 também tem acessibilidade física em toda estrutura da escola. O local também atende estudantes com outras necessidades especiais e deficiências, como a síndrome de Down. “A inclusão de todos é importante, em um local que esteja fisicamente acessível ou adequando as atividades pedagógicas do currículo escolar às necessidades de cada estudante”, pontua o diretor da escola, Fernando Tiago.

    Cada estudante importa

    O ensino humanizado é uma missão realizada a cada dia na EC 45 de Ceilândia. Ianê Rodrigues é professora na unidade e vive essa experiência há 26 anos. “Cada aluno é único, especialmente os autistas”, afirma. “Temos que ter esse olhar individualizado nas turmas inclusivas e ter uma observação direta. Os cursos e capacitações são importantes, mas você tem que observar a criança e seus hábitos para começar a relação e evoluir ao longo do ano com processo de aprendizagem.”

    Carlos Eduardo Soares, 6 anos, está na turma de alfabetização da professora Ianê. O autismo não impede seu processo de aprendizagem. “Eu me sinto integrado com meus amigos e já sei ler; gosto da Turma da Mônica e da Bíblia”, conta ele.

    A semente da conscientização e inclusão já mostra frutos. Um dos colegas de turma de Carlos, Heitor, diz se sentir à vontade em interagir com estudantes autistas na mesma sala e afirma que todos se dão bem. “Carlos é meu amigo”, diz. “Eu gosto dele. Nós nos ajudamos aqui na escola.”

    *Com informações da Secretaria de Educação

  • Número de mulheres na política no Brasil é um dos mais baixos do mundo

    Número de mulheres na política no Brasil é um dos mais baixos do mundo

    Ranking da Inter-Parlammentary Unios é quem traz a informação do cenário que incluir como principal fator a discriminação. No evento, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), propôs a criação de um protocolo para prevenção e combate da violência política de gênero

    A coordenadora regional do Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos, Anne Moura, disse ser inaceitável ter apenas uma mulher em cada Câmara de Vereadores do país e que mesmo assim elas ainda são ameaçadas pela forma de se vestirem e de falar.

    Anne Moura, que concorreu a vice-governadora do Amazonas em 2022, foi uma das participantes do lançamento, nesta semana, da Campanha de Combate à Violência Política contra Mulheres, coordenada pela Câmara dos Deputados.

    O evento reuniu deputadas, senadoras, ministras e representantes de organizações da sociedade civil.

    Assim com ela, milhares de brasileiras são vítimas das agressões e xingamentos pelo fato de serem mulheres, a violência política de gênero.

    Uma pesquisa citada pela ONU Mulheres aponta que 53% das prefeitas eleitas, em 2016, relataram ter sofrido assédio ou violência política. Entre as mais jovens, com menos de 30 anos de idade, 91% contaram ter sido alvo de agressões.

    A violência política contra a mulher é qualquer ato que visa impedir ou restringir o acesso delas ou induzi-las a tomar decisões contrárias à sua vontade.

    Na maioria das vezes, é manifestada por meio de ameaças, xingamentos à vida privada, aparência física e ao modo de vestir das mulheres.

    A violência política é apontada como um dos motivos para menor presença de mulheres nas Casas Legislativas e demais espaços de poder. Entre os Parlamentos de 193 países, o Brasil aparece no 153º lugar em relação à representatividade das mulheres, conforme ranking da Inter-Parliamentary Union. Na América Latina, o país está à frente apenas de Belize e Haiti.

    A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, relembrou “uma das maiores violências políticas que o país já vivenciou”, o assassinato da irmã e vereadora Marielle Franco, em 2018, após participar de um evento que debatia a participação das mulheres negras na política.

    A ministra destacou que as mulheres sofrem a violência política durante toda a trajetória: nas campanhas, no mandato e depois de deixarem os cargos.

    Da Redação | Radar DF