Dia: 21 de março de 2023

  • Secretaria de Esporte e Lazer do DF promove o primeiro “Aulão da Inclusão”

    Secretaria de Esporte e Lazer do DF promove o primeiro “Aulão da Inclusão”

    A ação faz parte das comemorações do Dia Internacional da Síndrome de Down

    No próximo domingo (26), em alusão ao Dia Internacional da Síndrome de Down, comemorado anualmente no dia 21 de março, a Secretaria de Esporte e Lazer do DF vai promover a Primeira Edição do Aulão da Inclusão, a partir das 9h30, no estacionamento 10 do Parque da Cidade. A ação conta com atividades variadas de ginástica, psicomotricidade, gincanas, entre outras.

    O Secretário de Esporte e Lazer do DF, Julio Cesar Ribeiro, entende que o esporte é um aliado para a qualidade de vida das pessoas com deficiência. “Neste Dia Internacional da Síndrome de Down, a nossa prioridade é fomentar a conscientização e mostrar para a sociedade que pessoas com síndrome de down podem executar qualquer tarefa, inclusive no esporte”, destaca.

    “A Secretaria apoia e prioriza as políticas públicas voltadas ao esporte para pessoas com deficiência e entende que o esporte tem o papel central de unir e incluir o cidadão, além de contribuir para sua saúde física e mental”, completa o secretário.

    Celebrado no dia 21 de março (21/03), o Dia Internacional da Síndrome de Down faz referência aos três cromossomos no par 21, que caracteriza a condição genética. A escolha da data foi proposta pelo Brasil, e aprovada por consenso pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011.

    A responsável pelo paradesporto da Secretaria de Esporte, Marcela Parsons, fala sobre o evento e a importância da conscientização. “Esse primeiro evento é muito importante para conscientizar as pessoas sobre a importância do esporte na vida de crianças, jovens e adultos com síndrome de down. O esporte é uma das maiores ferramentas de inclusão”, afirma.

    SEL/DF

  • Com promessa de queda dos juros, governo fecha detalhes do novo arcabouço fiscal

    Com promessa de queda dos juros, governo fecha detalhes do novo arcabouço fiscal

    Breno Esaki/Especial Metrópoles

    Cúpula do governo Lula reúne-se nesta terça-feira (21/3) para fechar últimos detalhes das normas que vão substituir o teto de gastos

    A cúpula do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realiza, na manhã desta terça-feira (21/3), mais uma reunião para discutir o novo arcabouço fiscal. Os últimos detalhes das normas que vão substituir o teto de gastos serão debatidas pela Junta de Execução Orçamentária (JEO), prevista para começar às 8h30.

    Na última sexta-feira (17/3), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou os detalhes da nova proposta de âncora fiscal ao presidente Lula. Também participaram da reunião os ministros Rui Costa (Casa Civil), o vice-presidente Geraldo Alckmin (Desenvolvimento), Simone Tebet (Planejamento) e Esther Dweck (Gestão), que devem marcar presença no encontro desta terça.

    Ao longo da segunda-feira (20/3), Haddad teve reuniões com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e lideranças do Congresso para costurar a proposta antes de divulgar a íntegra do texto.

    Após a rodada de encontros, o chefe da Fazenda disse que faltam “detalhes pontuais” para o anúncio do novo arcabouço. Segundo ele, esses pontos nada têm a ver com a questão fiscal da proposta. “Tem uma decisão que precisa ser tomada sobre o arcabouço regulatório [relacionado às PPPs] que nada tem a ver com o fiscal, mas que trata de investimentos e que estamos ultimando na Fazenda”, explicou.
    Afinal, o que é o novo arcabouço fiscal e qual a importância dele?
    Consignado do INSS e Copom
    Em meio à discussão sobre a regra que vai substituir o teto de gastos, a equipe econômica também deve tratar da redução do teto da taxa de juros do crédito do consignado do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O corte fez com que a modalidade de empréstimo fosse suspensa pelos maiores bancos públicos e privados do país.

    Ao mesmo tempo, o Palácio do Planalto tem pressa para fechar o texto da nova âncora fiscal na semana em que o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, se reúne para anunciar a manutenção da taxa Selic. Com a taxa de juros batendo 13,75% ao ano, outras linhas de crédito ficaram mais salgadas, como foi o caso do consignado do INSS. Na segunda, o vice-presidente Geraldo Alckmin voltou a criticar a taxa de juros mantida pelo Banco Central, mas avaliou que a apresentação de um novo arcabouço fiscal pelo governo deverá abrir caminho para a redução desse índice.
    Na semana passada, o Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS) reduziu a taxa de juros máxima do empréstimo de 2,14% para 1,7%. O consignado é destinado a aposentados e pensionistas.

    Mentor da redução, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, foi criticado por não ter submetido a proposta à Casa Civil e ao Ministério da Fazenda para avaliar a viabilidade técnica e financeira da medida.

    O Planalto estuda recuo temporário da decisão do conselho a fim de retomar a taxa de 2,14% até que sejam feitos estudos técnicos sobre a viabilidade financeira da redução da taxa para um patamar viável. O governo também atua na criação de um grupo de trabalho para analisar o caso.

    Nova regra fiscal
    Assim que o governo encaminhar o novo arcabouço fiscal ao Congresso Nacional, deputados e senadores começarão a analisar o texto.

    Se aprovado pelo Congresso, o arcabouço vai substituir a regra do teto de gastos, criada em 2017 com o objetivo de limitar o crescimento das despesas públicas. A estratégia da equipe econômica é criar norma que permita ao governo investir e pagar as despesas sem gerar descontrole nas contas públicas.

    Desde a campanha eleitoral, Lula defende a substituição da regra do teto de gastos. O petista argumenta que a norma prejudicou os investimentos reais do país nos últimos anos, causando prejuízos em áreas sensíveis, como infraestrutura, educação e saúde.
    O teto de gastos foi criado no governo de Michel Temer (MDB), quando o país passava por recessão marcada pela crise fiscal e gastava mais do que arrecadava, acumulando sucessão de déficits primários.

    Na época, o argumento usado era o de que a regra orçamentária iria controlar os gastos públicos. Quando aprovada, a emenda estabeleceu que as despesas da União só poderiam crescer o equivalente ao gasto do ano anterior, sendo este corrigido pela inflação.

    No governo de Jair Bolsonaro (PL), porém, a norma foi desrespeitada diversas vezes. Em agosto do ano passado, o então ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu que o Executivo furou o teto, mas sob o argumento de “socorrer os mais frágeis” por meio do pagamento de auxílios durante a pandemia de coronavírus.

    Por Deborah Hana Cardoso e Mayara da Paz – Portal Metropoles

  • Reforma do pavimento da W3 Sul chega às quadras 708 e 709

    Reforma do pavimento da W3 Sul chega às quadras 708 e 709

    Trecho está sendo preparado para a aplicação de pavimento rígido, por onde passarão os ônibus; investimento na obra em toda a avenida chega a R$ 24,6 milhões

    Catarina Loiola, da Agência Brasília | Edição: Claudio Fernandes

    A Secretaria de Obras e Infraestrutura do Distrito Federal (SODF) segue trabalhando na reforma da avenida W3 Sul. Está em andamento o nivelamento e a regularização da sub-base da pista exclusiva para ônibus na altura das quadras 708 e 709. Após as etapas de preparação, será aplicado o pavimento rígido (concreto), material indicado para o trânsito de veículos pesados por ser mais resistente, duradouro e de fácil manutenção.

    Após as etapas de preparação, será aplicado o concreto, material indicado para o trânsito de veículos pesados | Fotos: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília

    Também ocorrem a execução de formas e montagem da armação na 709 Sul e a instalação de bocas de lobo de drenagem nas quadras 703 e 704 Sul. Nestas duas últimas quadras, o pavimento rígido já está pronto.

    “A ideia era começar pela reforma do pavimento próximo à quadra 703 e ir na sequência. Mas, durante o trabalho, identificamos que as residências até a quadra 707 têm as garagens voltadas para a rua. E, como estávamos no período chuvoso, poderíamos interditar os acessos das casas por muito tempo, já que as chuvas prejudicam a produtividade da obra. Então, decidimos fazer a obra da 707 em diante e depois voltaremos para as quadras que faltam”, explica o engenheiro fiscal da secretaria de Obras, Sandro Jardim.

    Obra contemplará os dois lados da avenida, tanto no sentido W3 Norte quanto no rumo da Estrada Setor Policial Militar

    A reforma na W3 Sul, considerada uma das avenidas mais icônicas da capital federal, mobilizou investimento de R$ 25,6 milhões. Os recursos são da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) e foram repassados à SODF por meio de convênio.

    A obra contemplará os dois lados da avenida, tanto no sentido W3 Norte quanto no rumo da Estrada Setor Policial Militar. Desta forma, cada lado terá uma faixa de rolamento com pavimento rígido, por onde passará o transporte público, e duas com pavimento flexível, para o fluxo de carros e motocicletas.

    “Estamos trocando o pavimento da faixa exclusiva de ônibus de asfalto para concreto para dar mais durabilidade ao pavimento e mais conforto aos usuários do transporte público. O concreto, além de mais resistente, oferece manutenção mais fácil, eficiente e rápida, sem os tradicionais desníveis apresentados pelo asfalto”, explica o secretário de Obras, Luciano Carvalho.

    Crédito Agência Brasília