Dia: 3 de outubro de 2022

  • Eleições 2022 – Julio Cesar Deputado Federal e Martins Machado Deputado Distrital ambos do Republicanos DF foram Reeleitos

    Eleições 2022 – Julio Cesar Deputado Federal e Martins Machado Deputado Distrital ambos do Republicanos DF foram Reeleitos

    O Distrito Federal reelegeu Júlio César como representante para Câmara Federal e Martins Machado para a Câmara Legislativa CLDF , com mandato até 2026.

    Eleições 2022 – O Republicanos formou a maior bancada federal no DF, com três deputados eleitos. São eles: o apresentador Fred Linhares, o pastor Julio Cesar e o ex-secretário de Ciência e Tecnologia do Distrito Federal Gilvan Maximo.

    Na foto : Fred Linhares, Wanderlei Tavares, Gilvan Maximo, Julio Cesar

     

    Também para Câmara  Legislativa (CLDF ) eleitores do Distrito Federal confirmaram nas urnas a reeleição do Deputado Distrital Martins Machado.

    O Republicanos conseguiu montar uma bancada inédita na historia politica do Distrito Federal .

    Confira a Lista abaixo:

    Deputados Federais DF :

    – Fred Linhares (Republicanos): 165.358 votos
    – Julio Cesar (Republicanos) — reeleito: 76.274 votos
    – Gilvan Maximo (Republicanos): 20.923 votos

    Deputado Distrital

    Martins Machado.(Republicanos): 31.993 votos

    Senadora -DF

    – Damares Alves (Republicanos):  Eleita senadora pelo Distrito Federal. Ela teve 714.562 votos (44,98% dos votos válidos). Esse é o seu primeiro mandato eletivo.

    Candidata ao Senado pelo Distrito Federal, Damares Alves, durante campanha. Foto: Damares Alves Oficial

    O Republicanos também teve um papel fundamental na força politica que ajudou o Governador do Distrito federal Ibaneis Rocha a conseguir a reeleição na história  Ibaneis é o primeiro governador reeleito em 1º turno no DF.

    Redação – A POLITICA EM FOCO

  • Ibaneis faz história e é o primeiro governador reeleito em 1º turno no DF

    Ibaneis faz história e é o primeiro governador reeleito em 1º turno no DF

    Candidato do MDB obteve mais de 830 mil votos e alcançou 50,30% dos votos válidos.

    Ibaneis Rocha (MDB) é o primeiro governador na história do Distrito Federal a ser reeleito em primeiro turno e o segundo na história a ser reeleito, feito alcançado apenas pelo ex-governador Joaquim Domingos Roriz. A vitória foi confirmada na noite deste domingo, quando Ibaneis alcançou 50,30% dos votos válidos, sendo apoiado por 832.633 mil brasilienses.

    “Passamos quatro anos trabalhando muito. Tivemos uma pandemia que atrapalhou muito o que a gente tinha de propósito para o DF, mas conseguimos avançar muito. A vitória é o resultado do trabalho e da união. Estou muito feliz, não esperava que fosse no primeiro turno, achava que teríamos um segundo turno, e quero dizer a vocês que vou continuar trabalhando muito por essa cidade”, disse o governador.

    De acordo com o governador, o segundo mandato será focado na saúde, atingida fortemente pela pandemia de covid-19, e que demandou um grande remanejamento de recursos. Para tratar os pacientes da doença foram investidos R$ 3 bilhões.

    Embora a concentração de esforços e recursos, o governo Ibaneis provou que a palavra que o representa é trabalho.

    O trabalho para fazer 1,6 mil obras, concluir o Complexo Viário Governador Roriz, construir o Túnel de Taguatinga, erguer sete UPAs, dez UBSs e administrar dezenas de benefícios sociais que tanto ajudaram a população.

    Fonte: Brasília Notícias

  • Erros grosseiros de pesquisas eleitorais detonam credibilidade de institutos

    Erros grosseiros de pesquisas eleitorais detonam credibilidade de institutos

    Empresas com tradição no mercado, como Datafolha e Ipec, erraram por mais de 10 pontos alguns resultados

    As diferenças abissais entre os resultados reais da eleição deste ano e aqueles projetados pelos maiores institutos de pesquisas eleitorais se tornaram um dos assuntos mais discutidos no país à medida que a apuração era totalizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em muitos casos, empresas com tradição no mercado, como Datafolha e Ipec, erraram por mais de 10 pontos, levando principalmente os políticos e militantes do campo conservador a questionar as metodologias usadas.

    A distorção começa pelo cargo mais importante, o de presidente da República. Datafolha e Ipec apontavam diferença de 14 pontos percentuais entre os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL). O atual mandatário, no entanto, terminou bem acima do esperado, com 43,3% dos votos computados, enquanto os dois institutos o projetavam com 37% e 36%, respectivamente.

    “O TSE só registra as pesquisas, não tem nenhum envolvimento. Se houve discrepância entre as pesquisas e os resultados, são os institutos de pesquisa, não o TSE. Com relação às investigações, o Ministério Público Eleitoral vai apurar o que for questionado”, disse Moraes, quando indagado sobre as discrepância nos levantamentos.

    Votação para o Governo do DF
    No Distrito Federal, pesquisa Globo/Ipec sobre os votos válidos para o governo divulgada na véspera da eleição mostrou Ibaneis Rocha (MDB), atual governador, à frente, com 46%. Na sequência, Leandro Grass (PV), com 20% dos votos válidos, e Izalci Lucas (PSDB) reunia 16% dos votos. O tucano, porém, teve 4,26%, ficando na sexta colocação. Ibaneis venceu com 50,3%, e Grass veio em seguida, com 26,25%.

    Outra surpresa foi o total de votos que o Coronel Moreno (PTB) teve nestas eleições. Ele reuniu 5,68% dos votos, mais do que Leila do Vôlei (PDT), que obteve 4,81% dos votos.

    Coronel Moreno, que na última pesquisa Ipec estava na sexta colocação, atrás de Leila, terminou as eleições na quarta posição do ranking.

    Eleições para o governo de São Paulo

    Em São Paulo, a eleição para o governo vai para o segundo turno, conforme previam as principais pesquisas. A ordem dos concorrentes, porém, foi invertida pelos votos: quando 99,39% das urnas haviam sido apuradas no estado, na noite de domingo (2/10), Tarcísio Freitas (Republicanos) tinha ficado na frente de Fernando Haddad (PT), por 42,35% a 35,66%. Rodrigo Garcia (PSDB), que chegou em terceiro, teve 18,40%.

    Em sondagem do Instituto Datafolha divulgada na véspera da eleição, com margem de erro calculada em dois pontos percentuais, Haddad aparecia na frente, com 39% das intenções de votos válidos, e Tarcísio marcava 31%, mais de 10 pontos percentuais a menos do que o resultado alcançado por ele. Garcia somava 23%.

    Já o Ipec previu Haddad com 41%; Tarcísio com 31%; e Garcia com 22%. A margem de erro anunciada pelo instituto também foi de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    As consultas também erraram no levantamento para o Senado em São Paulo. Segundo o Datafolha, Márcio França (PSB) tinha 45% das intenções de voto, contra 31% de Marcos Pontes (PL). O resultado aferido pelo Ipec, na véspera da votação, foi parecido: França com 43% e Pontes com 31%.

    Quando as urnas foram apuradas, porém, o eleito foi o ex-ministro da Ciência e Tecnologia — e com mais votos até do que os institutos de pesquisa projetavam para França: 49,71% para o vencedor e 36,23% para o socialista.

    Senado e governo no RS
    Na disputa para o governo do Rio Grande do Sul, pesquisa Ipec divulgada na sexta-feira (30/9) apontava Eduardo Leite (PSDB) na liderança, com 40% dos votos válidos, seguido de Onyx Lorenzoni (PL), com 30%, e Edegar Pretto (PT), com 20%.

    Ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL), Lorenzoni, contudo, ficou com 37,5% dos votos válidos. Ele vai disputar o segundo turno com Leite, atual governador do estado, que ficou com 26,8%.

    No Rio Grande do Sul, houve novidades também na corrida para o Senado. O vice-presidente da República Hamilton Mourão (Republicanos) foi eleito com 44% dos votos. A última sondagem Ipec indicava o candidato do PT, Olívio Dutra, na liderança, com 36% dos votos válidos. Mourão aparecia com 28%.

    Bahia

    Na Bahia, os levantamentos Ipec e Datafolha apontavam vitória de ACM Neto (União) em primeiro turno, com 51% das intenções de voto válido. Com 96,7% das urnas apuradas, ACM Neto ficou com 41%. O candidato petista, Jerônimo, ficou com 49% – e, por pouco, não foi eleito em primeiro turno.

    Em Goiás, reviravolta na disputa ao Senado

    De acordo com a última pesquisa Ipec para a corrida ao Senado por Goiás, o candidato Wilder Morais (PL) iria amargar a quarta colocação, com 12% das intenções de votos válidos. Na realidade, ele acabou eleito, com 25,5% dos votos.

    Na consulta, a disputa era liderada por Marconi Perillo (PSDB), que tinha 31% das intenções. Mas ele ficou em segundo, com 19,80%, e perdeu.

    Já o Delegado Waldir (União Brasil), que aparecia em segundo lugar no levantamento do Ipec, com 22%, ficou em terceiro, com 17,04%.

    De 4º para 2º em Santa Catarina

    Em Santa Catarina, Jorginho Mello (PL) e Décio Lima (PT) disputarão o segundo turno das eleições para o governo. Até a véspera da eleição, o nome do petista jamais havia aparecido bem colocado nas pesquisas.

    De acordo com levantamento do Ipec divulgado em 30 de setembro, a intenção de votos para o estado era, em votos válidos: Jorginho Mello, com 29%; Carlos Moisés (Republicanos), com 23%; Gean Loureiro (União Brasil), com 16%; e Décio Lima, com 15%. A margem de erro divulgada era de três pontos percentuais para mais ou para menos.

    O petista, no entanto, surpreendeu. Com 99,86% das seções totalizadas, Décio tinha 17,41%, e Jorginho Mello, 38,64%. Já Carlos Moisés chegou em terceiro, com 16,99%, e Loureiro em quarto, com 13,61%.

    Favorito, Alvaro Dias termina em 3º

    Já na disputa pelo Senado do Paraná, o favorito das pesquisas, Alvaro Dias (Podemos), terminou na terceira colocação. O levantamento Ipec divulgado no sábado apontava o atual senador com 41% das intenções de voto válido, mas ele terminou com apenas 23,9%, conforme dados do TSE.

    Ex-juiz federal e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro (União) foi eleito para o Senado, por sua vez, com 33,5% dos votos. A mesma pesquisa o colocava na segunda posição do ranking, com 35%. Paulo Martins (PL), que estava com 14% das intenções de voto, surpreendeu e terminou em segundo lugar, com 29,1%.

    Espírito Santo

    No Espírito Santo, Magno Malta (PL) foi eleito senador com mais de 820 mil votos, o equivalente a 41,9%. Rose de Freitas (MDB) ficou com cerca de 38%, segundo dados da Justiça Eleitoral.

    Pesquisa Ipec divulgada no sábado (1º/10) previa resultados inversos. A candidata emedebista tinha 44% das intenções de voto, enquanto Malta somava 37%.

    Notícias do Metrópoles