Dia: 29 de setembro de 2022

  • Na corrida rumo ao Palácio do Buriti, o governador e candidato à reeição, Ibaneis Rocha (MDB), Lidera com 44% das intenções dos votos

    Na corrida rumo ao Palácio do Buriti, o governador e candidato à reeição, Ibaneis Rocha (MDB), Lidera com 44% das intenções dos votos

    Na corrida rumo ao Palácio do Buriti, o governador e candidato à reeição, Ibaneis Rocha (MDB), está com 44% das intenções de voto, segundo a pesquisa Real Time Big Data. Na sequência, aparecem Leandro Grass (PV) e Paulo Octávio (PSD), com 17% e 8%, respectivamente.

    Os números são do cenário estimulado, quando o nome dos candidatos é apresentado ao eleitor. Confira a seguir:

    CENÁRIO ESTIMULADO – GOVERNO DO DF
    – Ibaneis Rocha (MDB): 44%
    – Leandro Grass (PV): 17%
    – Paulo Octávio (PSD): 8%
    – Leila do Vôlei (PDT): 7%
    – Izalci Lucas (PSDB): 7%
    – Keka Bagno (PSOL): 2%
    – Coronel Moreno (PTB): 1%
    – Renan Arruda (PCO): 1%
    – Lucas Salles (Democracia Cristã): 0%
    – Robson da Silva (PSTU): 0%
    – Teodoro da Cruz (PCB): 0%
    – Nulo/branco: 7%
    – Não sabe/não respondeu: 6%

    R7 ELEIÇOES 2022

  • Damares Alves chega a 29% dos votos e  passa Flávia Arruda na disputa pelo Senado no DF

    Damares Alves chega a 29% dos votos e passa Flávia Arruda na disputa pelo Senado no DF

    Candidata do Republicanos tem 29% e a do PL, 28%, empatadas dentro da margem de erro; Rosilene Corrêa, do PT, tem 14%

    Na disputa pelo Senado no Distrito Federal, Damares Alves (Republicanos) ultrapassou Flávia Arruda (PL), de acordo com a pesquisa Real Time Big Data encomendada pela Record TV e divulgada nesta quinta-feira (29).

    As candidatas aparecem com 29% e 28% das intenções de voto, respectivamente. Apesar da mudança de posição, ambas estão empatadas tecnicamente dentro da margem de erro, que é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Rosilene Corrêa (PT) tem 14%.

    Flávia Arruda (PL) e Damares Alves (Republicanos), candidatos ao Senado no Distrito Federal
    Flávia Arruda (PL) e Damares Alves (Republicanos), candidatos ao Senado no Distrito Federal GERALDO MAGELA/AGÊNCIA SENADO – ARQUIVO E LISSA DE PAULA/ALES – 20.5.2019 – MONTAGEM

    Veja os números abaixo:

    CENÁRIO ESTIMULADO – SENADOR PELO DF
    – Damares Alves (Republicanos): 29%
    – Flávia Arruda (PL): 28%
    – Rosilene Corrêa (PT): 14%
    – Joe Valle (PDT): 4%
    – Tenente Cel. Sousa Junior (Democracia Cristã): 1%
    – Dr. Carlos Rodrigues (PSD): 1%
    – Pedro Ivo Mandato Coletivo (Rede): 1%
    – Hélio José (PROS): 1%
    – Expedito Mendonça (PCO): 0%
    – Marcelo Hipólito (PTB): 0%
    – Elcimara Souza (PSTU): 0%
    – Nulo/branco: 10%
    – Não sabe/não respondeu: 11%

    A pesquisa ouviu mil eleitores em 27 e 28 de setembro e tem nível de confiança de 95%. O levantamento do Real Time Big Data foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número DF-07228/2022.

    R7 ELEIÇÕES 2022

  • TSE barra candidatura de José Roberto Arruda que está fora das eleições 2022

    TSE barra candidatura de José Roberto Arruda que está fora das eleições 2022

    O TSE decidiu, por unanimidade, derrubar decisão do TRE-DF que havia aprovado candidatura de Arruda para o cargo de deputado federal

    Nesta quinta-feira (29/9), O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atendeu pedido do Ministério Público Eleitoral e indeferiu o registro da candidatura de José Roberto Arruda (PL) à Câmara dos Deputados. Por unanimidade, os ministros do TSE reformaram decisão do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) e tiraram Arruda das eleições por considerar que ele está inelegível em função de duas condenações por improbidade administrativa.

    Uma liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Nunes Marques garantia que o ex-governador do Distrito Federal concorresse nestas eleições. O entendimento era de que Arruda poderia disputar cargo eletivo enquanto o STF não julgasse a possibilidade de retroatividade da nova Lei de Improbidade.

    Porém, segundo o Ministério Público Eleitoral, a liminar de Nunes Marques caiu com decisão do STF de que a mais recente lei não pode beneficiar processos antigos, como é o caso de Arruda.

    “A decisão cautelar que suspendeu os efeitos dos acórdãos do Tribunal de Justiça, que positivam a inelegibilidade do recorrido, perdeu a sua eficácia no momento em que o Plenário do STF fixou o entendimento vinculante de que a prescrição intercorrente suscitada pelo recorrido não se aplica a fatos ocorridos antes da vigência das alterações na Lei de Improbidade”, disse o vice-procurador-geral Eleitoral.

    Condenações
    Arruda foi condenado pelo TJDFT em segunda instância, acusado de pagar propina de R$ 50 mil para obter o apoio da ex-deputada Jaqueline Roriz e do marido dela, Manoel Neto, em 2006.

    O TJDFT também condenou o ex-governador em outro processo, que trata de suposto prejuízo provocado aos cofres públicos devido a esquema de corrupção que superfaturava contratos de empresas de informática.

    O que diz Arruda
    Logo após a decisão do TSE, Arruda disse à coluna que “decisão da Justiça não se discute, cumpre-se”. “Agradeço a todos que me acompanharam nessa caminhada…. afirmou.

    *Com informaçoes do Metropoles