Dia: 6 de julho de 2022

  • Damares quer reforma do Código Penal e fim de privilégios a criminosos

    Damares quer reforma do Código Penal e fim de privilégios a criminosos

    Damares quer reforma do Código Penal e fim de privilégios a criminosos
    Pré-candidata ao Senado Federal pelo DF, a ex-ministra da Mulher, Família, Direitos Humanos criticou benefícios dados a condenados.

    Ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves (Republicanos) recorreu às redes sociais, na noite de domingo (3/7), para criticar os benefícios dados a condenados que estão dentro do sistema carcerário nacional.

    Pelo Twitter, a pré-candidata ao Senado pelo Distrito Federal defendeu uma reforma no Código Penal Brasileiro para endurecer as regras contra os presidiários.
    “Eu defendo a maior e mais ampla reforma no Código Penal Brasileiro. Criminosos não devem ter privilégios”, escreveu.
    Veja a publicação:

    Texto por Caio Barbieri Metropoles
  • Mineiro é o primeiro brasileiro negro a se formar em Harvard

    Mineiro é o primeiro brasileiro negro a se formar em Harvard

    Arthur Abrantes se formou no final de maio após seis anos de curso REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

    Natural de Paracatu, Arthur Abrantes foi aprovado em outras seis faculdades americanas antes de se formar em Computação

    Arthur Abrantes já tinha feito história ao ser aprovado em sete universidades dos Estados Unidos com apenas 18 anos de idade. Agora, o recém-formado em Harvard, alcançou um novo marco: ele é o primeiro brasileiro negro a se graduar na super reconhecida e cobiçada faculdade americana.

    “É uma universidade histórica. Várias pessoas muito importantes, como presidentes dos EUA e empreendedores reconhecidos, como Bill Gates e Mark Zuckerberg, se formaram lá. Foi uma oportunidade única”, disse o jovem de 25 anos.

    Depois de seis anos, o mineiro, natural de Paracatu, a 502 km de Belo Horizonte, conseguiu levar a família pela primeira vez ao país para acompanhar a entrega do diploma em Computação. Ele dedicou a graduação a uma pessoa que lhe deu oportunidades de trilhar esse caminho, mas não conseguiu vê-lo receber o canudo. 

    “Eu dediquei ao meu pai. Ele faleceu em 2018 em um acidente de carro, quando eu estava no segundo ano do curso. Obviamente, ele não conseguir estar lá presencialmente. Então, eu achei justo dedicar o diploma, já que ele sempre me influenciou a estudar bastante, mesmo não tendo feito faculdade, nem se formado no Ensino Médio, porque teve que trabalhar”

    Diante do feito, o jovem, que sempre estudou em escolas públicas brasileiras, reconhece a sua representatividade para outros jovens brasileiros que também sonham em ingressar em uma boa faculdade.

    “É importante divulgar essas histórias. Há dez anos atrás, eu pensei que faculdade não era para mim. Muito menos no exterior. Mas vi em um exemplo que era possível. Então, alguém pode ver ou ler o meu processo e se sentir incentivado”, afirmou.

    Processo

    Arthur é o 1º negro a se graduar na universidade
    Arthur é o 1º negro a se graduar na universidade REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS

    Arthur teve o curso todo custeado por Harvard. A universidade pagou, inclusive, as passagens aéreas para que ele chegasse aos Estados Unidos. Porém, antes de todo o processo, o mineiro precisou se tornar fluente em inglês, já que é uma exigência das instituições do país.

    “Inglês é um requisito fundamental e a fluência é um critério das faculdades. E no momento que eu decidi que queria tentar, eu não era. Como eu estudava em uma escola integral, fazer uma escola de línguas seria muito difícil. Fora a questão financeira. Então, tive que começar a aprender por conta própria. Usei aplicativos, assisti vídeos na internet, séries, ouvir música, podcast. No final do Ensino Médio, eu já conseguia falar o suficiente para aplicar”, contou.

    A vontade de ingressar em uma faculdade americana surgiu após o jovem ver uma reportagem na TV de uma brasileira que foi aprovada em Havard. Desde então, ele começou a estudar sobre as etapas de seleção. Durante essas pesquisas, Arthur chegou a um programa de orientação que o auxiliou no processo.

    “Tem alguns programas do Brasil que dão essa mentoria para quem quer ingressar. Muito são pagos, mas alguns são gratuitos. Um desses programas, que foi o que eu fiz, é o “Estudar Fora”, da Fundação Estudar, que acontece anualmente e selecionam 50 jovens”, explicou.

    Agora, o jovem vai continuar morando em Los Angeles, trabalhando como engenheiro de software em uma startup.  Para o futuro, ele conta que seus planos são empreender e criar o próprio negócio, seja no Estados Unidos ou no Brasil. “Quero criar um negócio para resolver algum problema, não sei qual ainda, mas algo relevante que ajude as pessoas ou outras empresas”, disse.

  • Mulher perde parte do nariz após cirurgia estética: “É assustador”

    Mulher perde parte do nariz após cirurgia estética: “É assustador”

    Antes e depois da cirurgia no nariz de Elielma Carvalho — Foto: Elielma Carvalho/Arquivo Pessoal
    Paciente fez mais de 10 novas operações para tentar reverter a situação. Ela entrou na Justiça contra o profissional, que nega imperícia
    Goiânia – A esteticista Elielma Carvalho Braga, de 37 anos, mudou sua vida radicalmente depois que fez um procedimento estético para diminuir o tamanho do nariz. Ela teve uma necrose no lugar da cirurgia e perdeu parte do nariz.

    “Hoje todo mundo praticamente não usa máscara, mas eu preciso usar. Deus me livre a pessoa ficar olhando e perguntando, porque é assustador. Quando me olho no espelho é assustador. Não é fácil”, contou Elielma ao Metrópoles.

    cirurgia plastica nariz necrose goias (2)

    A cirurgia estética que Elielma passou foi a alectomia, um procedimento que reduz as chamadas “asas nasais”, deixando o nariz menos largo. A cirurgia foi feita pelo dentista Igor Leonardo Nascimento em julho de 2020, em Aparecida de Goiânia, região metropolitana da capital de Goiás.
    Dor e trauma
    Logo após a cirurgia, parecia que estava tudo bem. Elielma foi para casa se recuperar e tomou alguns medicamentos para dor e um antibiótico. No entanto, cerca de uma semana depois, ela começou a passar mal e sentir fortes dores.

    A mulher procurou um hospital e passou a ser acompanhada por um médico cirurgião. Isso porque houve a necrose do tecido do nariz dela. Elielma perdeu parte do nariz e ficou com essa parte do rosto bastante deformada.

    “Já passei por mais de 13 cirurgias, inclusive enxerto. Retiraram parte da cartilagem da minha orelha. Ficou um espaço sem nada no nariz. Hoje só consigo respirar com dilatador, porque a narina fecha do lado esquerdo. Até minha fala é ofegante. Não consigo trabalhar mais como esteticista com trauma”, contou Elielma.
    Justiça
    Em novembro de 2020, a esteticista entrou na Justiça pedindo uma indenização por dano moral, já que teve “sequela estética grave, em razão da imperícia do profissional odontologista e especialista em estética”, segundo o advogado de Elielma.
    O caso tramita na 3ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) em Aparecida de Goiânia.

    No processo, o dentista Igor Leonardo negou que houve imperícia ou imprudência. A defesa do profissional alegou que a paciente não teria seguido recomendações de higienização no pós-cirúrgico, o que teria provocado a necrose.

    Procurado pela reportagem, Igor defendeu que não foi a alectomia que gerou o problema e sim uma síndrome chamada Nicolau, que é uma complicação rara. Ele também disse que se sensibilizou com a situação da paciente e a ajudou financeiramente. “Infelizmente, nós profissionais da área estamos sujeitos a intercorrências que não são da nossa vontade”, disse o dentista.
    Matéria do Metropoles

  • Carro bate em parada de ônibus, atinge cinco pessoas e arremessa mulher da plataforma superior da Rodoviária, no DF; vítima morreu

    Carro bate em parada de ônibus, atinge cinco pessoas e arremessa mulher da plataforma superior da Rodoviária, no DF; vítima morreu

    Acidente ocorreu na região central de Brasília, na manhã desta quarta-feira (6), e travou trânsito. Mulher do motorista disse que ele teve convulsão e perdeu controle do veículo.

    Um carro atropelou cinco pessoas que estavam em uma parada de ônibus, na manhã desta quarta-feira (6), na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, em Brasília. Uma das vítimas foi arremessada do viaduto e caiu no Eixo Monumental. Ela não resistiu e morreu no local.

    Segundo o Corpo de Bombeiros, outros três feridos foram socorridos e levados ao Hospital de Base do DF (HBDF) — uma mulher está em estado grave. O filho dela, uma criança de colo, foi arremessado e socorrido por testemunhas, mas não teve ferimentos graves. As demais vítimas são dois homens.

    No carro, estavam o motorista e a esposa dele. Os militares afirmam que eles também foram encaminhados à unidade de saúde. Segundo a Polícia Militar, o homem passou por um teste do bafômetro, que não indicou alcoolemia.


    Carro invade parada de ônibus na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, em Brasília — Foto: PMDF/Divulgação

    O homem estava desorientado. Aos bombeiros, a mulher disse que ele dirigia o veículo quando teve uma convulsão. A esposa afirmou que chegou a tentar assumir a direção do carro e testemunhas contaram que, após o acidente, ela saiu do automóvel muito abalada e tentou ajudar as demais vítimas.

    A parada de ônibus fica bem próxima do muro de contenção da plataforma superior. A mulher arremessada teve dois membros amputados e não resistiu. A outra vítima grave ficou prensada entre o carro e a estrutura da parada.

    Carro que invadiu parada de ônibus na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

    Carro que invadiu parada de ônibus na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

    O acidente travou o trânsito na região central de Brasília. O tráfego no trecho de ligação entre o Eixinho Sul e o Norte ficou completamente bloqueado. Três faixas do Eixo Monumental, no sentido Torre de TV, também tiveram o trânsito interrompido.

    Por G1

  • Projeto de Julio Cesar Ribeiro que oficializa a queimada como esporte é aprovado

    Projeto de Julio Cesar Ribeiro que oficializa a queimada como esporte é aprovado

    Bastante praticada em escolas, a modalidade não era considerada um esporte

    Brasília (DF) – A Comissão de Esporte da Câmara aprovou o Projeto de Lei nº 2909/21, que oficializa a queimada como modalidade esportiva em todo o país. A proposta é de autoria do deputado federal Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF).

    O parlamentar justificou que a atividade é muito praticada no país, por isso, houve a necessidade de criar a lei garantindo apoio nas competições. “Queremos tornar a administração, gestão e a justiça desportiva, mais transparentes e modernas, para atender com legalidade os praticantes e amadores da queimada”, declara. “Além disso, existe também a questão da valorização do esporte como um todo. Nesse sentido a proposta também chega para incentivar o desenvolvimento da modalidade”, completou.

    Esporte coletivo popular e praticado por pessoas de várias idades em diversos países e no Brasil, a queimada é disputada por duas equipes e tem como objetivo, eliminar os adversários jogando uma bola até que não reste mais nenhum componente da equipe oponente.

    O texto segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

    Texto: Ascom – deputada federal Julio Cesar Ribeiro
    Foto: Douglas Gomes