Dia: 11 de maio de 2022

  • Depredação do CED 01 da Estrutural e enfrentamento à Polícia parece ter sido “premeditada”

    Depredação do CED 01 da Estrutural e enfrentamento à Polícia parece ter sido “premeditada”

    A grande repercussão que envolveu, mais uma vez, o Centro Educacional 01 da Cidade Estrutural, depois da exoneração da vice-diretora da escola, ao ponto do Ministério Público ter se envolvido, toma
    Dessa vez a pergunta é: A quem interessa esse confronto sobre as escolas compartilhadas, justamente entre duas instituições de suma importância no desenvolvimento e educação de nossos jovens, que são as Secretarias de Educação e a Polícia Militar do DF?
    Ao que tudo indica, e isso só será possível concluir após uma séria investigação da Polícia Civil do DF, a qual o governador já deveria ter determinado, para se ter certeza dos fatos.
    Tivemos acesso a um grupo de WhatsApp denominado MANIFESTAÇÃO CED 01, criado, ao que tudo indica, especificamente para “combinarem e planejarem” a depredação do Centro Educacional 01 (Estrutural) e, consequentemente, o enfrentamento aos policiais que são responsáveis pela parte disciplinar da unidade de ensino que, diga-se de passagem, faz parte do projeto Escolas Compartilhadas do governo do DF com o apoio das Secretarias de Educação e Segurança Pública, além de mais de 70% da população.
    Na linguagem policial, era uma “casinha” pronta! Assim avaliaram alguns policiais experientes e responsáveis pela segurança e disciplina da escola que pediram para não serem identificados e foram ouvidos pelo portal Opinião Brasília, principalmente depois da exoneração da vice-diretora, Luciana Pain, por discordar do modelo praticado pela escola, discriminando os policiais que ali exercem suas funções.
    No grupo as combinações eram de “tacar fogo na escola e depredar tudo”, “vou quebrar os vidros da porta”, “é pra bagaçar a escola amanhã?”, “Amanhã é nóis que vai comandar aql porra lá”, conforme prints abaixo a que tivemos acesso.
    ENTENDA O CASO DO CED 01 DA ESTRUTURAL
    Para que o bom jornalismo seja respeitado, tornando-se fonte segura de informação, é essencial que injustiças não sejam cometidas e pessoas ou instituições não sejam condenadas antecipadamente, e muito menos expostas.
    Uma emissora local está insistindo veementemente com matérias envolvendo uma polêmica entre policiais, alunos e direção da escola CED 01 da Estrutural. O CED 01 faz parte da parceria CÍVICO MILITAR. Mas qual seria o objetivo? Eis a pergunta.
    Um post na rede social facebook do meu grande amigo e também jornalista e historiador Luciano Lima, deixa algumas coisas bem claras: “O bom jornalismo que aprendemos nas universidades é aquele que olhamos, observamos e apuramos os dois lados da moeda e os divulgamos sem parcialidade”, diz o post.
    Pois bem, toda confusão citada nas matérias, segundo a vice-direção da escola (que foi exonerada), teria sido causada porque os militares queriam censurar o trabalho dos estudantes. Mas a história não é bem essa!
    Vamos aos fatos. Primeiramente, os desenhos no mural do CED 01 não foram feitos pelos estudantes, o que as matérias sempre dão a entender. As artes do mural foram feitas pelo chargista Carlos Latuff, conforme matéria publicada no Correio Braziliense em comemoração ao Dia da Consciência Negra e utilizada pelos alunos do CED 01 (clique acima e leia a matéria).
    Segundo, a polêmica toda, que envolveu inclusive o deputado federal cearense Heitor Freire (União Brasil), foi causada por um desenho de um Policial Militar com a suástica nazista no braço (Abaixo).
    A suástica é um símbolo do horror causado pelo nazismo que dizimou, durante a segunda grande guerra mundial, quase 10 milhões de judes. Portanto, o USO DA SUÁSTICA É PROIBIDO POR CONVENÇÕES INTERNACIONAIS. O SEU USO TEM CONSEQUÊNCIAS JURÍDICAS GRAVES.
    O desenho em anexo é o real motivo de toda a confusão. E ele foi tirado do contexto porque o desenho foi modificado. MELHOR: O DESENHO FOI APAGADO. Como se diz: A CENA DO “CRIME” FOI MODIFICADA. Portanto, as matérias só mostram os fatos com o desenho modificado, passando a imagem para os telespectadores que realmente os policiais da parceria Cívico Militar queriam censurar os desenhos, que NÃO FORAM FEITOS PELOS ESTUDANTES. Seria uma tática para jogar a população contra os policiais? (VEJA O VÍDEO ORIGINAL AQUI).
    É importante que se investigue, verdadeiramente, o que está acontecendo por trás de toda essa “polêmica”. Por que querem acabar a parceria Cívico Militar em uma escola que já foi PROBLEMA? Onde inúmeras armas brancas foram apreendidas e, até antes da Polícia Militar estar presente, era considerada um ponto de drogas para traficantes que exploravam a ingenuidade dos adolescentes que ali estudavam? Quem está por trás disso? E porquê?
    Fatos novos
    Durante a produção dessa matéria, recebemos diversas mensagens com fatos novos que podem, em tese, ajudar a esclarecer por que esta celeuma adquiriu tamanha proporção.
    Três documentos, denominados Relatórios de Monitoria, o qual tivemos acesso, foram encaminhados para nós. Preservaremos seus autores para que não sofram represálias, mas podemos garantir que são de extrema importância no esclarecimento dos fatos e versões até agora apresentados e desconhecidos, principalmente, pela grande mídia.
    No primeiro Relatório, cita-se uma reunião ocorrida às 09:45 horas do dia 06/05/2022 entre a direção da escola e os coordenadores disciplinares da Polícia Militar, sobre fatos ocorridos no dia anterior (05/05/2022), quando houve uma manifestação de estudantes na escola. Nesse documento, duas alunas discorrem sobre as atitudes tomadas pelos alunos e, segundo elas, a mando do sobrinho da vice-diretora (já exonerada no dia 03/05), Luciana Pain, que orientou seu sobrinho para que coordenasse e não parasse as manifestações, sem, no entanto, depredarem a escola, o que não aconteceu já que vidros de janelas e pedras foram encontradas no local.
    O segundo Relatório, por volta das 10:00 horas do mesmo dia, trazia a mãe de um aluno da escola que foi identificado como um dos baderneiros do dia anterior. Segundo ela, um vídeo a qual ela teve acesso mostrava um policial tratando seu filho de modo agressivo e com ameaças. No entanto, a história contada pelos policiais no relatório consta que o aluno foi conduzido à sala disciplinar para que explicasse as razões dos acontecimentos do dia anterior e porque ele não estava respeitando as regras impostas pela instituição de ensino. A própria Diretora da escola, que estava presente no depoimento da mãe do aluno, disse que o vídeo com as bagunças de seu filho foi ela própria que havia encaminhado ao coordenador disciplinar da escola.
    Já no terceiro Relatório, às 15:00 horas do mesmo dia 05/05/2022, os relatos são mais preocupantes ainda. Consta no mesmo que uma aluna estava subindo na grade superior do segundo andar da escola, com ameaça de pular de lá. Segundo a aluna, ela falou aos colegas que queria se cortar e morrer e dito isso praticou a ação, sendo incentivada por vários alunos que estavam no pátio inferior da escola e duvidavam da atitude dela. O ato só não foi consumado porque uma colega de classe a demoveu da ideia e a levou para o banheiro feminino. Diante dos fatos, os policiais encaminharam a aluna à direção da escola que se encarregou de fazer contato com os responsáveis por ela.
    O que disseram as autoridades envolvidas
    As Secretarias de Educação e de Segurança Pública do DF foram uníssonas em suas argumentações. Disseram ser favoráveis gestão compartilhada de instituições de ensino com a Polícia Militar e afirmou que “casos pontuais são averiguados pelas pastas, para adoção de providências cabíveis a cada situação”.
    Também em nota, a corporação Polícia Militar se manifestou. O policial em questão será afastado até que as investigações determinem o grau de envolvimento dele no caso. Veja a nota:
    “A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), informa que o modelo de Escolas de Gestão Compartilhada atende a 12 de cerca de 720 unidades de ensino público do Distrito Federal, selecionadas mediante critérios de vulnerabilidade como violência, evasão escolar e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da região, e é implementada após consulta democrática à comunidade escolar.
    O CED 01 da Cidade Estrutural foi uma das primeiras escolas a aderir ao projeto, com mais de 90% de aprovação de professores, servidores, estudantes maiores de 18 anos e pais de alunos. Sobre a possível ameaça envolvendo um policial militar e um aluno da escola, informamos que o caso será apurado e que os responsáveis serão afastados das atividades. A PMDF destaca, por fim, que o fato foi pontual e não corresponde com a filosofia do projeto e com o comportamento dos demais profissionais, que são selecionados e recebem capacitação para a função.”
    Para os policiais que exercem essa função árdua de ensino público e disciplinar, isso não basta. Cabe as autoridades competentes, e aí soma-se a Secretaria de Educação, Segurança e as instituições militares, adotarem uma postura rígida e definitiva, haja vista que como ameaçou uma mãe de aluno ainda por conta dos fatos de que chamaria traficantes para protestarem contra a presença da Polícia na Escola, isso poderia levar ao caos.
    Tem muitas coisas estranhas acontecendo no CED 01 e as Secretarias de Educação e de Segurança Pública já passaram da hora de colocarem a Polícia Civil do DF nas investigações. É inconcebível que fatos como estes estejam acontecendo numa instituição de ensino e nenhuma providência enérgica aconteça, seja por quem for.
    Uma coisa é certa: O governo é o percussor sistema que têm apresentado resultados e ele não vai abrir mão daquilo que seja o melhor para a sociedade. Custe a quem custar!
    A esquerda? Bom, essa que se vire, porque no governo Ibaneis essa não cola!
    Por Poliglota, jornalista e editor do Portal Opinião Brasília. Colaboração Luciano Lima, jornalista e historiador.
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  • GDF- Pessoas com deficiência terão acesso mais fácil à casa própria

    GDF- Pessoas com deficiência terão acesso mais fácil à casa própria

    [quads id=3][quads id=2]Parceria entre a SEPD e a Codhab atenderá esse público com mais rapidez e qualidade

    A Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD) e a Companhia Habitacional do Distrito Federal (Codhab) firmaram parceria para regulamentar os procedimentos de inscrição e habilitação de pessoas com deficiência no Cadastro Habitacional no DF. A partir do dia 30 deste mês, esse público poderá se cadastrar, a qualquer tempo, na lista de espera das unidades habitacionais ofertadas pela companhia.

    “Esta ação visa atender com maior rapidez e qualidade esses candidatos que precisam realizar o sonho da sua habitação e merecem ter dignidade e respeito”Marcus Palomo, diretor imobiliário da Codhab

    A nova diretriz está na edição do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) da última terça-feira (10). De acordo com o Decreto nº 43.290, a SEPD será responsável por receber e analisar a documentação da pessoa com deficiência, em relação aos procedimentos de inscrição e habilitação no Cadastro Habitacional do Governo do Distrito Federal.

    Além disso, a pasta poderá organizar ações itinerantes para inscrever esse segmento. Já a Codhab, com a lista dos cadastrados em mãos, dará sequência ao processo de habilitação e entrega das unidades. “Esta ação visa atender com maior rapidez e qualidade esses candidatos que precisam realizar o sonho da sua habitação e merecem ter dignidade e respeito”, declara o diretor imobiliário da companhia, Marcus Palomo.

    O programa está disponível apenas para pessoas com deficiência ou seus representantes legais que se enquadrem na política habitacional do DF, estabelecida pela Lei Distrital nº 3.877, de 2006. Os cidadãos já inscritos não precisam realizar um novo cadastro. Também não será permitida uma nova inscrição de candidato já beneficiado por programa habitacional, exceto se houver previsão descrita pela lei.

    Para o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos, a publicação do decreto trará mais comodidade à pessoa com deficiência, que não precisará mais se deslocar até uma agência da Codhab durante um prazo limitado. “Nós disponibilizaremos um efetivo permanente para realizar esses cadastros”, garante.

    Segundo o titular da SEPD, o usuário terá apoio da pasta, em um posto de atendimento alocado na Estação de Metrô da 112 Sul, onde poderá fazer a inscrição no app da Codhab e entregar a documentação necessária para habilitação (disponível aqui) juntamente com o laudo médico que comprove a deficiência.

    “A análise da documentação feita pela nossa pasta agilizará o processo de inscrição das pessoas com deficiência”, complementa Flávio Santos.

    *Com informações da Codhab-DF

  • Vídeos | Criminoso entra em confronto com a PM e morre após assaltar casa no DF

    Vídeos | Criminoso entra em confronto com a PM e morre após assaltar casa no DF

    Um criminoso morreu após entrar em confronto com policiais militares da Companhia de Policiamento Especializado (CPE), em Águas Lindas (GO). Na tarde desta terça-feira (10/5), policiais civis do DF e militares de Goiás montaram uma operação conjunta para prender um grupo de assaltantes que invadiram uma casa no Núcleo Bandeirante, renderam uma mulher e roubaram, ao menos, R$ 29 mil. Vídeo registrado por testemunhas mostra o momento em que as equipes fazem buscas pelos suspeitos. A 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) prendeu um dos suspeitos, de 46 anos.
    O assalto ocorreu na manhã desta terça-feira, por volta das 11h. Ao menos quatro homens entraram na residência para roubar, fizeram refém uma idosa, de 78 anos, em um dos cômodos do imóvel e fugiram levando um celular, um notebook e dinheiro. De acordo com o delegado Maurício Iacozzilli, adjunto da 1ª DP, para ingressar na casa, os autores se identificaram falsamente como policiais e renderam a vítima quando ela abriu a porta.
    Dois dos envolvidos entraram em um Ônix e saíram em direção à Águas Lindas. Na divisa entre Ceilândia e o município goiano, policiais militares de Goiás interceptaram o veículo e deram ordem de parada, quando a dupla começou a efetuar disparos de arma de fogo contra as equipes e correu para dentro de um matagal.
    Cada um dos criminosos foi para um lado distinto. Comandante da operação, o tenente Jorge Paiva, da CPE de Águas Lindas, conta que os policiais se dividiram e passaram a fazer o acompanhamento. “Uma das equipes se deparou com um dos suspeitos. O autor atacou os policiais a tiros e, como forma de defesa, os PMs atiraram contra ele”, afirmou. O homem chegou a ser encaminhado ao hospital da cidade, mas não resistiu e morreu. Com ele, foi apreendido uma pistola 9mm.
    Foragidos
    Policiais militares e civis fazem buscas neste momento em áreas próximas para tentar localizar os outros dois suspeitos. São utilizados helicópteros da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar do DF (PMDF) e PCDF. Dentro do carro usado pelos criminosos, os policiais encontraram R$ 29 mil. “As investigações irão prosseguir para a identificação dos dois foragidos e posteriores pedidos de prisão preventiva, ante à violência que utilizaram na ação criminosa”, frisou o delegado.

     

     

    Por Darcianne Diogo – Correio Braziliense
  • Lula visita Memorial Itamar Franco, em Juiz de Fora

    Lula visita Memorial Itamar Franco, em Juiz de Fora

    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou a Juiz de Fora na manhã desta quarta-feira (11) para uma série de compromissos. O político, que é pré-candidato à Presidência da República, foi recebido no Aeroporto da Serrinha, por volta das 10h30, pela prefeita Margarida Salomão (PT), o deputado estadual Roberto Cupolillo (Betão, PT) e outras autoridades, como secretários da Prefeitura de Juiz de Fora.

    Visita ao Memorial Itamar Franco, em Juiz de Fora, que possui em seu acervo histórico-cultural o fusca do ex-presidente, uma marca da retomada da produção do automóvel no Brasil

    Em Juiz de Fora, Lula afirma que “não haverá teto de gastos” no governo, se eleito

  • Urgente: Randolfe entra com ação para impedir Bolsonaro auditar as urnas

    Urgente: Randolfe entra com ação para impedir Bolsonaro auditar as urnas

    O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) enviou nesta terça-feira (10) um ofício ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, questionando a contratação de uma auditoria privada pelo PL de Jair Bolsonaro para fiscalizar as eleições deste ano.

    Na semana passada, o presidente da República sugeriu, em tom de ameaça, que os resultados da análise podem complicar o TSE se a empresa constatar que é “impossível auditar o processo”.
    Ao questionar a corte sobre a iniciativa, o senador da Rede destaca que ela será encabeçada pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que em 2013 renunciou ao seu mandato de deputado federal após ser condenado por corrupção.

    “Não se trata exatamente da figura mais republicana para a condução de uma pretensa auditoria nos sistemas do TSE”, diz Rodrigues.

    E questiona: “À luz dos princípios gerais de auditoria, sobretudo o da integridade, é legítimo que um agente condenado por corrupção —qual seja o presidente do PL— lidere esse processo?”

    O parlamentar também pergunta ao TSE se a auditoria pode ser financiada com os fundos públicos de campanha e partidário, uma vez que sua intenção é deslegitimar as eleições, e se ela poderá ser conduzida durante o pleito ou apenas após a contabilização dos votos.

    Randolfe Rodrigues ainda questiona se a corte eleitoral poderia penalizar com multa candidatos, partidos e agentes públicos que desacreditem, sem provas convincentes, o processo eleitoral brasileiro, e se cabe às Forças Armadas ou aos seus membros emitir juízo de valor sobre as eleições.

    “Foram inúmeros os momentos em que o Presidente da República tentou incutir irresponsavelmente na cúpula das Forças Armadas a indevida função de ‘Poder Moderador’, sustentando falsamente competência desta instituição de Estado na fiscalização e na garantia da lisura do processo eleitoral”, afirma Randolfe.

    “Essa pretensão de envolvimento desvirtuado e direto das Forças Armadas no pleito eleitoral vem sendo instrumentalizada concretamente por meio de inúmeras ‘sugestões’ feitas a este tribunal, a maior parte delas infundadas e sem qualquer suporte técnico”, segue.

    No ofício, o parlamentar também sugere o encerramento das atividades da Comissão de Transparência das Eleições (CTE), assinalando que está em curso um “uso desvirtuado” do colegiado para viabilizar interesses de Jair Bolsonaro.

    Com informações do Terra Brasil Noticias

  • Doenças raras: uma realidade para mais de 13 milhões de brasileiros 

    Doenças raras: uma realidade para mais de 13 milhões de brasileiros 

    Pacientes sofrem com falta de pesquisas e Centros de Referência 

    Uma doença rara é definida como aquela que afete menos do que 2 mil pessoas. É um termo genérico que abrange (entre outras coisas) formas raras de doenças neurológicas, doenças metabólicas, dificuldades intelectuais, certos canceres, distúrbios reumatológicos, epilepsias complexas, deficiências imunológicas e doenças auto inflamatórias

    Essas doenças geralmente são crônicas, progressivas, degenerativas e muitas vezes com risco de morte. Não existe uma cura eficaz existente, mas há medicamentos para tratar sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

    No Brasil, mais de 7 mil doenças raras já foram identificadas. Elas acometem cerca de 13 milhões de pessoas, em sua grande maioria jovens e crianças, que apresentam necessidades assistenciais diversas, além de cuidados contínuos de equipes multiprofissionais.

    Política Nacional

    Mesmo após a efetivação da Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras (PNAIPDR), em vigor desde 2014, os pacientes ainda carecem de serviços referenciais para diagnóstico dessas doenças.

    “O acesso ao diagnóstico, o acompanhamento e o monitoramento desses pacientes, seus tratamentos e reabilitações só ocorrem, na maioria dos casos, de maneira tardia e, geralmente, no âmbito da saúde pública, onde o acesso a especialistas, exames e terapias é demorado”, explica a Dra. Luciana Rodriguez, especialista em Saúde Suplementar.

    Escassez de centros de referência e necessidade de investimentos em pesquisas

    Em todo o Brasil, foram habilitados até agora somente 17 serviços de referência em doenças raras, e ainda há muito o que se avançar.

    O nutrólogo Dr. Matheus Caputo está, desde 2016, à frente do HDia (Centro de Atendimento Médico Hospitalar), em Brasília. A instituição vem se dedicando ao acolhimento, diagnóstico preciso e à provisão da sobrevida (tratamento) de pacientes com doenças raras.

    De acordo com ele, somente por meio de pesquisas haverá avanços no cuidado desses pacientes. “É preciso trabalhar com um programa efetivo, evidenciado cientificamente, que reúna a experiência dos especialistas em toda a rede para identificar as melhores orientações sobre tratamentos existentes ou desenvolver novas orientações”, explica o médico.

  • Avião de pequeno porte cai em Boituva (SP) e deixa dois mortos

    Avião de pequeno porte cai em Boituva (SP) e deixa dois mortos

    Após colidir com uma torre de alta tensão e cair em pasto, o avião que levava paraquedistas deixou outras pessoas feridas

    São Paulo – Um avião de pequeno porte caiu nesta quarta-feira (11/5) na região de Boituva, interior de São Paulo, e deixou duas pessoas mortas. Além disso, pelo menos sete pessoas ficaram feridas. A aeronave transportava paraquedistas.

    Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 12h13, na Estrada Vicinal, número 100. Duas vítimas tiveram parada cardiorrespiratória e receberam atendimento médico, mas não resistiram. As demais pessoas feridas foram socorridas no local ou levadas a hospitais da região.

    Quatro viaturas dos bombeiros e um helicóptero Águia atuaram na ocorrência.

    Quatro viaturas dos bombeiros e um helicóptero Águia atuaram na ocorrência
    Ainda de acordo com a corporação, o avião colidiu com uma torre de alta tensão e caiu em um pasto. Não houve fogo.
    O local da queda está com vazamento de combustível e foi isolado pelos agentes. Pelas redes sociais, pessoas que moram perto da região publicaram fotos dos destroços.

    Aeronave faz pouso de emergência em Boituva — Foto: Arquivo Pessoal

    Metrópoles