Dia: 23 de abril de 2022

  • Ação integrada leva serviços gratuitos ao Sol Nascente

    Ação integrada leva serviços gratuitos ao Sol Nascente

    “A população tem suas necessidades, e a gente tem que colocar o governo à disposição, reunindo o máximo de serviços e atendimentos em áreas como saúde, educação, lazer e cidadania”Governador Ibaneis Rocha

    Silézio de Souza, 47 anos, acordou cedo para resolver pendências da sua vida financeira e eleitoral. A três quarteirões de casa, negociou o pagamento de contas de luz atrasadas, atualizou seus dados do Cadastro Único (CadÚnico) e tirou a segunda via do Título de Eleitor perdido. Fez tudo a pé, sem precisar gastar um centavo.

    Todas essas resoluções foram possíveis graças a uma ação integrada de 20 órgãos e autarquias do Governo do Distrito Federal (GDF) realizada neste sábado (23) no Trecho 1 do Sol Nascente. O propósito foi promover o atendimento às pessoas em situação de vulnerabilidade, levando diversos serviços de utilidade pública aos quais, muitas vezes, elas nem sabem que têm direito.

    Oficiais que concluíram o último curso de formação do Corpo de Bombeiros ajudaram a orientar a população sobre as medidas de combate à dengue | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília

    “A população tem suas necessidades, e a gente tem que colocar o governo à disposição, reunindo o máximo de serviços e atendimentos em áreas como saúde, educação, lazer e cidadania”, explicou o governador Ibaneis Rocha. De acordo com ele, essa foi a primeira edição do programa, que deverá seguir para outras cidades a partir de um cronograma elaborado pela Secretaria de Governo (Segov).

    Demanda atendida

    “A credibilidade da nossa corporação possibilita uma abordagem mais direta e dentro da casa das pessoas, que é geralmente onde estão os focos do mosquito transmissor da doença”Tenente-coronel Raphael de Souza

    A Carreta Na Hora, um posto móvel de vacinação de pessoas e animais, uma oficina de artesanato e o ônibus lilás oferecendo orientações médicas e jurídicas a mulheres, estavam entre os serviços prestados. “A ação surgiu diante de uma demanda da própria comunidade, que, por meio de suas lideranças, procurou a administração regional”, informou o secretário de Governo, José Humberto Pires.

    Paralelamente à programação, o Corpo de Bombeiros do DF treinou 280 militares do último curso de formação para percorrer as ruas da região entrando nas casas e orientando as pessoas sobre as medidas de prevenção ao contágio do mosquito Aedes aegypti. O Distrito Federal tem registrado um aumento do número de casos de dengue, doença que pode ser prevenida e combatida com a ajuda da própria população.

    “A credibilidade da nossa corporação possibilita uma abordagem mais direta e dentro da casa das pessoas, que é geralmente onde estão os focos do mosquito transmissor da doença”, afirmou o comandante da operação, tenente-coronel Raphael de Souza.

    Agencia Brasília

  • Menino nasce com dois pênis e passa por cirurgia para remoção de um

    Menino nasce com dois pênis e passa por cirurgia para remoção de um

    Anomalia rara é registrada uma vez a cada 5,6 milhões de crianças nascidas vivas

    Um menino nasceu com dois pênis, anomalia rara se chama difalia. A criança passou por cirurgia em São Paulo para a remoção de um dos órgãos.

    O caso foi publicado na revista científica Journal of Pediatric Urology em março deste ano. De acordo com o artigo, o menino tinha duplicação peniana completa, mas um dos órgãos era maior do que o outro.

    A mãe do menino alertou à equipe, no entanto, de que o filho urinava apenas pelo pênis menor. Exames comprovaram que a uretra do maior era muito estreita para a passagem da urina.

    Os médicos optaram, então, pela funcionalidade e não pelo tamanho, com a remoção completa do órgão maior. O artigo não detalha por que a família demorou dois anos para fazer a cirurgia ou se o paciente terá dificuldade para ter ereções no futuro.

    Apesar de ter dois pênis, o menino só tinha uma próstata e uma bexiga.

     (Foto: Reprodução / Pixabay)

    A decisão dos médicos foi de retirar o pênis maior, que era o do lado esquerdo. No estudo, a equipe responsável pela operação destaca que cada tratamento deve ser pensando individualmente.

    A difalia ocorre uma vez a cada 5,6 milhões de crianças nascidas vivas. A anomalia pode ser
    desde uma duplicação da glande até dois membros completos, apresentando cada um sua uretra, assim como bexigas urinárias separadas.

  • Brasileirão 2022 – O duelo entre Athletico-PR e Flamengo, neste sábado (23), às 16h30

    Brasileirão 2022 – O duelo entre Athletico-PR e Flamengo, neste sábado (23), às 16h30

    Partida entre Athletico-PR e Flamengo, neste sábado (23), às 16h30 (horário de Brasília), pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro.
    O Rubro-Negro paranaense, zerado, na tabela tenta deixar a lanterna da competição nacional. Já o Rubro-Negro carioca, com cinco pontos (em três partidas), pode acabar o dia na liderança provisória. O confronto na Arena da Baixada, em Curitiba, terá transmissão ao vivo da Rádio Nacional.

    Escalações de Athletico-PR
    A provável escalação athleticana terá: Bento; Luis Orejuela, Matheus Felipe, Pedro Henrique e Abner; Pablo Siles (Léo Cittadini), Bryan García e David Terans; Agustín Canobbio, Vitinho e Marcelo Cirino (Pablo). Caso se confirme, será quase o mesmo time que perdeu do Atlético-MG por 1 a 0, há uma semana, em Curitiba, pela segunda rodada. A diferença seria a presença de Siles na vaga de Hugo Moura.

    Escalações de Flamengo 

    No Flamengo, o técnico Paulo Sousa ainda não poderá contar com Bruno Henrique. Com dores no joelho, o atacante titular será desfalque pelo terceiro jogo seguido. Os zagueiros Gustavo Henrique, Fabrício Bruno e Rodrigo Caio, os laterais Matheuzinho e Ayrton Lucas e os atacantes Matheus França e Vitinho também se recuperam de lesão.

    ATUALIZAÇÃO 

  • Mais de 10 mil pessoas aproveitam a programação do ‘Sorria, Brasília’

    Mais de 10 mil pessoas aproveitam a programação do ‘Sorria, Brasília’

    Projeto teve apresentações na reabertura do Catetinho e da Gibiteca TT Catalão, além de shows no Eixo Cultural Ibero-americano e na Concha Acústica, mostra no Museu de Arte de Brasília e espetáculo no Cine Brasília

    Brasília amanheceu ensolarada e repleta de atividades culturais, que atravessaram o dia em comemoração ao seu aniversário de 62 anos, na quinta-feira (21), dentro da programação do projeto Sorria, Brasília, realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). Os equipamentos culturais do DF receberam um público de 10 mil pessoas nos eventos e iniciativas que representaram toda a diversidade de linguagem das expressões artísticas da cultura local.

    O destaque ficou para a reabertura de dois desses espaços que estavam fechados para reforma: o Museu do Catetinho e a Gibiteca TT Catalão, no Espaço Cultural Renato Russo. Com piquenique no gramado, homenagens no Catetinho, contação de histórias, feiras, shows, concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, teatro, balé e exibição de filmes, a programação colocou um sorriso no rosto dos brasilienses, que aproveitaram o feriado com as muitas opções culturais.

    “Este é o aniversário do renascimento, da volta à vida presencial, da festa, e nada melhor que celebrá-lo com todos os equipamentos culturais de portas abertas”, comemora o secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues.

    O Catetinho foi reaberto depois de dois anos fechado para receber melhorias necessárias | Foto: Renato Alves/ Agência Brasília

    Reabertura do Catetinho

    Completamente reformado, o Museu do Catetinho amanheceu pronto para receber o público para visitação depois de dois anos fechado. Ao som do Quarteto de Cordas da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, o “Palácio de Tábuas” reabriu as portas para homenagear personalidades da cultura da cidade.

    Na ocasião, 30 pessoas e organizações engajadas na cultura do DF receberam a Medalha do Mérito Distrital da Cultura Seu Teodoro pela contribuição ao fortalecimento identitário e difusão da arte e da cultura local.

    Estiveram presentes o governador Ibaneis Rocha, o vice-governador Paco Britto e a secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha, que foram recebidos pelo secretário de Cultura e Economia Criativa, Bartolomeu Rodrigues. O secretário fez um emocionado discurso. “Esse lugar respira memórias. O Catetinho evoca memórias daqueles que o visitam. Aqui, é um desafio da epopeia de construção que ainda está de pé”.

    O governador falou do sonho de recuperar o espaço, fechado desde o início da pandemia. “A ideia da construção de Brasília é de superação. Aos 62 anos, seguimos nesse renascimento. Brasília nasce novamente para o Brasil neste 21 de abril.”

    Feriado ao ar livre

    A brasiliense Ellen Oléria foi uma das atrações do Eixo Cultural Ibero-americano | Foto: Nityama Macrini/Secec

    A programação do Sorria, Brasília no feriado teve seu ponto mais alto nas atividades do Eixo Cultural Ibero-americano, onde reuniu um público de 6 mil pessoas. Pela manhã, teve diversão para as crianças, com contadores de história, fabulistas, artistas e performers com um toque de inclusão. Além de uma feira colaborativa, o gramado do Eixo Monumental também recebeu a banda de samba Coisa Nossa, o espetáculo Ballet Dança by Juan Carlos Veja, do Grupo Bailarinos de Brasília, e concerto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro.

    Contadora de histórias, Adma Oliveira apresentou às crianças um conto adaptado sobre as seis décadas da capital. Por ser portadora de necessidades especiais, ela faz um trabalho com narrativas inclusivas, mas é com o público que ela também acaba aprendendo muito. “Ao contar histórias para as crianças, eu gravo, memorizo e dou vida para os personagens”, destaca a fabulista, como gosta de ser chamada.

    Quando viu o convite pelas redes sociais da Secretaria de Cultura sobre a programação do Eixo Cultural, a manicure Erika Carolina, 28 anos, levou a família toda para curtir um feriado ao ar livre. “Espaços abertos e com atrações para toda a família são a melhor forma de comemorar neste feriado”, disse a brasiliense.

    No final da tarde, no gramado, o Eixo Cultural recebeu o show da brasiliense Ellen Oléria. A cantora e compositora abrilhantou a celebração com sua voz potente e a força dos ritmos brasileiros. “Parabéns, Brasília, jovem senhora, por esse povo lindo que é teu!”, comemorou.

    Completamente renovada, a Gibiteca TT Catalão tem 23 mil itens no catálogo | Foto: Marina Gadelha/Secec

    Gibiteca em ação

    A Gibiteca TT Catalão abriu as portas completamente renovada, depois de nove anos fechada. Com investimento de R$ 80 mil e 23 mil itens no catálogo, ressurgiu como umas das maiores do país, exibindo estantes inteiras para heróis como Batman, Superman e Mulher-Maravilha. Uma das mais cobiçadas é da coleção X-Men e Novos Titãs.

    Uma das preciosidades da Gibiteca é o espaço infantil, com forte presença de A Turma da Mônica e a galera de Patópolis. Marmenha Rosário, gerente do espaço, que comandou a reabertura, se emocionou ao falar do poder da Gibiteca. “É uma viagem fantástica pelo mundo da fantasia e da pesquisa”.

    Os quadrinistas Duarte e Jô Oliveira apareceram com um exemplar raro de Risco, primeira HQ do DF, de 1979.  Doaram para a Gibiteca e prometeram voltar a frequentar o espaço.

    Enquanto as portas não se abriam, a banda Marefreboi transformou o Espaço Renato Russo numa pista de dança. Rolaram dos frevos de Pernambuco a clássicos como a Feira de Mangaio.

    Maíra Oliveira, atriz e diretora, deu boas vindas ao público e saudou a memória de TT Catalão, que deu nome ao grupo de teatro que integra, fundado por seu pai, Ary Pára-raios: O Esquadrão da Vida. Aproveitou a ocasião para também homenagear o diretor teatral Hugo Rodas, que faleceu recentemente.

    Também esteve presente na cerimônia de abertura do espaço Nanan Catalão, filha de TT Catalão. Ela relembrou o tempo em que TT comandava o Espaço Cultural Renato Russo. “Aqui, sempre foi um território de cultura, de grande intensidade”, disse.

    Povos originários

    Apresentação no Memorial dos Povos Indígenas: cultura compartilhada | Foto: Caio Marins/Secec

    Um encontro de tribos no coração do Planalto Central. Assim vem sendo as festividades em comemoração ao Dia do Índio e aos 62 anos de Brasília no Memorial dos Povos Indígenas (MPI).

    Além das exposições, a novidade este ano é a Feira dos Produtos Indígenas com artefatos de tribos de várias partes do país, além de comidas típicas como a lua de milho e o vinagre de frutas vermelhas.

    Descendente da etnia Apinajé, oriunda do Tocantins, a artista Natasha Barros Cardoso, 35 anos, apresentou o ritmo do catimbó e o ritmo do boi-bumbá com o grupo Impacto da Amazônia. Ela acha importante compartilhar sua cultura milenar com os visitantes. “Não nasci na minha aldeia. Sou enraizada, mas aprendi desde cedo a valorizar nossa cultura”, destaca. “Fico feliz quando as pessoas se interessam pela nossa cultura”, festeja.

    Reaberto há um ano, o Museu de Arte de Brasília tem exposições permanentes e mostras provisórias | Foto: Marina Gadelha/Secec
    Joia da arquitetura

    Sediado às margens do Lago Paranoá, com uma vista belíssima e uma arquitetura exuberante, o Museu de Arte de Brasília (MAB) celebra um ano de reabertura e os 62 anos da cidade como parte da programação do Sorria, Brasília.

    Além das exposições permanentes, dentro e fora do espaço, e de mostras provisórias, como uma organizada pela Embaixada da China – Atrás da Grande Muralha -, o público este ano pode conferir, até domingo (24), a Feira Colaborativa de Artes e Gastronomia no espaço.

    Rock na Concha Acústica

    Digão, dos Raimundos, embalou a festa dos 62 anos de Brasília na Concha Acústica | Foto: Marina Gadelha/Secec
    Um dos primeiros palcos da capital, inaugurado oficialmente em 1969, a Concha Acústica recebeu, na quinta-feira (21), o guitarrista dos Raimundos, Digão, que embalou a festa dos 62 anos de Brasília no local.

    “Brasília é minha terra. Amo essa cidade. Esse céu e a Concha me representam”, comentou o cantor, antes da apresentação. “É uma honra ter sido chamado para esse show do aniversário de 62 anos dessa cidade que me faz sonhar até hoje”, disse, animadíssimo.

    Sucessos do rei do reggae Bob Marley e de bandas como Charlie Brown Jr., Paralamas do Sucesso, Alice in Chains e Red Hot Chili Peppers não foram esquecidos. Mas os fãs queriam ouvir mesmo eram os hits dos Raimundos, causando histeria na plateia.

    No dia do aniversário da capital, Os Melhores do Mundo celebraram os 27 anos da trupe | Foto: Caio Marins/Secec
    Ria, Brasília

    A Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo foi a atração do Cine Brasília na noite de celebração dos 62 anos de Brasília. Na ocasião, os comediantes também comemoraram os 27 anos da trupe. “O nosso público foi aumentando ao longo do tempo por conta do boca a boca”, ressaltou Jovane Nunes, um dos atores do grupo.

    Em cena, o grupo misturou trechos de peças consagradas com esquetes inéditos. Após longo período de restrições por conta da pandemia, a plateia chegou empolgada e fez fila ao redor do Cine. Com a sala de cinema lotada e tomada pelo cheiro de pipoca, a peça começou. Diante dos olhos atentos e ansiosos do público, a gargalhada voltou a dar o tom das noites de arte e cultura no Cine Brasília.

    Sinfonia brasiliense

    A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro também se apresentou no Eixo Cultural Ibero-americano | Foto: Nityama Macrini/Secec
    A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro também fez um espetáculo para presentear a cidade em concerto no Eixo Cultural Ibero-americano.

    No repertório, sob a batuta do maestro Cláudio Cohen, a orquestra executou números que encantam o público por onde passa, reunindo música clássica, trilhas de cinema, rock sinfônico e música brasileira. O concerto começou com Aquarela do Brasil, caminhou por um pot-pourri da banda Queen e seguiu caminho com inesquecíveis músicas da sétima arte, fazendo vibrar o público de todas as idades que prestigiou o evento. E, claro, não podia ficar de fora uma homenagem ao clássico brasiliense Eduardo e Mônica.

    No Panteão da Pátria, o público apreciou o projeto Brasília, Museu Aberto, com projeção mapeada de artes visuais | Foto: Caio Marins/Secec
    Panteão iluminado

    No encerramento das atividades, a noite do Sorria, Brasília levou ao Centro Cultural Três Poderes uma atividade alternativa. O Panteão da Pátria, que fica na Praça dos Três Poderes, também fez parte da comemoração do aniversário da cidade. Além da exposição permanente, o local recebeu o projeto Brasília, Museu Aberto com projeção mapeada de artes visuais de artistas, como Orlando Brito, exibindo fotografias históricas.

    AGENCIA BRASILIA