O piloto da aeronave matrícula PT-WCQ, Carlos Godoy, de 54 anos morreu no acidente que aconteceu na zona rural de Cabeceiras próximo da rodovia GO-346.no entorno do Distrito Federal
O Acidente ocorreu nesta segunda-feira (18) na zona rural de Cabeceiras, no Entorno do Distrito Federal.
De acordo Informações do corpo de Bombeiros, aeronave se acidentou em uma plantação de milho na zona rural, no Entorno do DF. Quando a equipe do corpo de Bombeiros chegou para socorrer o piloto ele foi encontrado morto no local.
Segundo o Corpo de Bombeiros, o avião é da empresa Aero Agrícola Santa Maria, que fica em Formosa. O piloto vitima do acidente foi o senhor Carlos Miguel dos Santos Godoy, de 54 anos. Veja fotos do Piloto da aeronave
Piloto Carlos Godoy morreu em acidente aéreo em Cabeceiras — Foto: ReproduçãoAvião caiu na zona rural entre Formosa e Cabeceiras — Foto: Reprodução/Corpo de Bombeiros
“Nessa semana, desde que nos conhecemos, foi a primeira vez que acordei sem uma mensagem sua de ‘bom dia’ que tornava o meu mundo um lugar melhor. Sou testemunha da luz que você é e do amor pela vida que você tem. Eu olho pra você e sei que sairá dessa. Estou e sempre estarei ao seu lado. Te amo”, escreveu Lucas.
Veja fotos do casal:
Gabriel passou bem a quarta noite internado na UTI do Hospital Brasília, no Lago sul. Segundo apurou a coluna Grande Angular, do Metrópoles, o jornalista está menos agitado e responde bem ao tratamento.
O jovem foi atingido por pelo menos 10 facadas, no pescoço, abdômen, tórax, nos braços e na perna. Ele foi socorrido, primeiramente, no Hospital de Base, onde passou por cirurgia, e depois foi transferido para o hospital particular onde segue internado.
Veja a postagem feita por Lucas:
O jornalista foi extubado no fim de semana e, desde então, está conversando. Acompanhado de uma fisioterapeuta, ele já caminhou pelos corredores do hospital.
Em entrevista coletiva, o delegado Petter Fischer Ranquetat, da 3ª Delegacia de Polícia (Cruzeiro), disse que José Felipe Leite Tunholi, 19 anos, e o comparsa, de 17, viram no jornalista uma potencial vítima e decidiram assaltá-lo.
Quando se aproximaram de Gabriel, o adolescente lhe aplicou um mata-leão – golpe que consiste em apertar o pescoço da vítima com os braços –, enquanto José Felipe desferiu ao menos 10 golpes com arma branca. A dupla fugiu levando o celular e a carteira da vítima, com R$ 250. Posteriormente, eles retiraram o dinheiro e descartaram o objeto na rua, bem como o smartphone do jornalista.
Conheça exemplos da importante participação feminina na formação da capital federal
A construção de Brasília tem uma face feminina que poucos conhecem. Em meio à terra avermelhada, ao lado de nomes como Lucio Costa, Juscelino Kubitschek e Oscar Niemeyer, mulheres de contextos culturais muito distintos participaram da criação da capital federal. Eram mães, esposas, caminhoneiras, professoras, cozinheiras – perfis contrastantes de pessoas que tinham a coragem como ponto em comum.
“Conversei com uma senhora que passou por uma cesárea a seco, sem analgesia, tamanha a precariedade dos acampamentos nos tempos da construção”Tânia Fontenele, professora
Esse brio é conhecido de perto pela professora Tânia Fontenele. Doutora em História Cultural, Memórias e Identidades pelas universidades de Brasília (UnB) e de Montreal (Canadá), ela é autora do livro Poeira e Batom no Planalto Central – 50 Mulheres na Construção de Brasília, obra que deu origem ao documentário homônimo. “Tive contato com histórias que emocionam pela sua força, narrativas que trazem um lado muito mais humano da criação de Brasília”, conta. “Saem da monumentalidade que envolve a construção de uma cidade”.
Arte: Agência Brasília
Os relatos mostram realidades diversas. Há mulheres que chegaram ao Planalto Central no pau de arara, fugindo da seca. Outras abriram mão de uma vida confortável nas grandes capitais para viver sem água encanada ou luz elétrica.
“Conversei com uma senhora que passou por uma cesárea a seco, sem analgesia, tamanha a precariedade dos acampamentos nos tempos da construção”, conta a pesquisadora. “Minha própria mãe saiu do Rio de Janeiro, uma das cidades brasileiras mais cosmopolitas em 1960, para dar aula de Geografia em uma Taguatinga recém-criada”.
Tânia Fontenele pesquisa a história das mulheres que ajudaram a formar o DF: “Tive contato com histórias que emocionam pela sua força, narrativas que trazem um lado muito mais humano da criação de Brasília” | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília
A presença feminina durante a construção de Brasília, apesar de numerosa, padeceu de invisibilidade por muitos anos. Alguns nomes ganharam notoriedade na história. É o caso de Zenaide Barbosa dos Santos, que serviu cafezinho à comitiva presidencial na primeira vez em que JK pisou no Planalto Central. Ou o de Júlia Kubitscheck, mãe e força-motriz por trás do homem que ousou criar uma cidade no centro do país. Mas as histórias de grandes mulheres como Dona Coracy, Tia Neiva e Mercedes Parada, entre tantas outras, merecem destaque.
Dona Coracy
Coracy Uchôa Pinheiro fundou a Associação das Pioneiras Sociais | Foto: Arquivo Público
Ela chegou a Brasília ao lado do marido. Coracy Uchôa Pinheiro e Israel Pinheiro, o recém-empossado presidente da Novacap, foram os primeiros moradores do Catetinho. Nascida em Paracatu (MG), acostumada a viver na fazenda, Dona Coracy não estranhou muito o desconforto de uma cidade em plena construção. E, diante do jeito fechado do companheiro, logo assumiu o papel de ponte entre o gestor e os candangos.
Enquanto Israel Pinheiro comandava as obras de construção da capital federal, Dona Coracy dedicava-se às demandas dos mais necessitados. Providenciava remédios, atendimento médico e escolas para os candangos. Era acionada até quando precisavam fazer enterros, já que ainda não havia cemitério na cidade.
Seu trabalho social foi consolidado na Associação das Pioneiras Sociais, entidade que fundou juntamente com Sarah Kubitschek. Dona Coracy morreu em 2013, aos 107 anos. Com Israel Pinheiro, teve nove filhos, 30 netos e dez bisnetos.
Tia Neiva
Neiva Zelaya, a Tia Neiva, criou a União Espiritualista Seta Branca, que deu origem ao Vale do Amanhecer | Foto: Arquivo Público
Sergipana de Propriá, Neiva Chavez Zelaya fez de tudo. Foi costureira, fotógrafa, agricultora e motorista de ônibus. Seu caminho cruzou com o de Brasília quando, morando no município goiano de Jaraguá, comprou um caminhão e passou a transportar materiais para construir o sonho de JK.
Dividia a vida de caminhoneira com trabalhos sociais. Teve um abrigo para crianças no Núcleo Bandeirante, dava comida a quem tinha fome e passou a ser conhecida como Tia Neiva. Por conta de suas visões mediúnicas, criou a União Espiritualista Seta Branca, embrião que deu origem à comunidade religiosa Vale do Amanhecer.
Mercedes Parada
A normalista goiana chegou ao Planalto Central em 1957. Mercedes Ribas Parada nunca tinha atuado como topógrafa na vida, mas, orientada pelo marido, o engenheiro Joffre Mozart Parada, delimitou tamanho e local de cada uma das 102 fazendas que deram origem ao Distrito Federal.
Apesar de ter traçado o mapa original do DF, seu nome não aparece nos registros da construção de Brasília. A casinha de onde transformava em planta cartográfica os dados trazidos pelo marido está de pé até hoje, na Candangolândia.
Em suas redes sociais, Eduardo Cunha relembrou aniversário de seis anos de abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.
O deputado federal cassado Eduardo Cunha comemorou, neste domingo (17/4), nas suas redes sociais os seis anos da votação para abertura do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Cunha afirmou ainda que o país “não pode esquecer esta data” e que a votação foi “histórica”.
“Nesse momento que o PT lidera as pesquisas, é muito importante que a gente relembre todo o desastre que foi o governo de Dilma”, afirmou o ex-deputado em sua conta no Twitter. “Não podemos permitir a volta do PT, para o bem das futuras gerações”.
Mandato cassado
Cunha teve seu mandato cassado pela Câmara dos Deputados em 2016 e está inelegível por conta da Lei da Ficha Limpa. Porém, ele filiou-se, em março, ao PTB, partido que apoia a reeleição de Bolsonaro, e pode concorrer a uma vaga de deputado federal pelo estado de São Paulo se conseguir autorização da Justiça.
O ex-presidente da Câmara foi preso pela Operação Lava-Jato em 2016 e permaneceu em regime fechado até 2020, no início da pandemia. Ele cumpriu prisão domiciliar até maio do ano passado, quando sua prisão foi revogada.
Em 27 de março deste ano, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) extinguiu ação popular contra Dilma que acusava a ex-presidente de danos ao patrimônio público por conta das manobras fiscais que levaram a seu impeachment.
Há oportunidades para diferentes tipos de escolaridade. Para se candidatar, basta procurar uma das agências do trabalhador
O morador do DF tem 165 oportunidades de colocação no mercado nesta segunda-feira (18/4). São chances de emprego em 31 profissões diferentes, em diversas áreas de atuação.
O maior salário do dia é de R$ 3,6 mil, para a profissão de funileiro de automóveis. Há também três vagas para quem é pintor de automóvel.
O setor gastronômico oferece o maior número de oportunidades, com mais de 60 vagas. Vinte para cozinheiro, 20 para barman e outras 20 para auxiliar de barman. Para quem é auxiliar de cozinha, há seis vagas, com salários variando de R$ 1.243 a R$ 1.271,78.
Há chances também para outras áreas de atuação. Para bombeiro hidráulico, são cinco oportunidades, sem exigência de escolaridade, com salário de R$ 1.870, além de cinco vagas para carpinteiro, pagando também R$ 1.870.
Os interessados podem cadastrar o currículo no aplicativo Sine Fácil ou ir a uma das 14 agências do trabalhador, de 8h às 17h, durante a semana.
Mesmo que nenhuma das vagas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram.