Dia: 16 de março de 2022

  • GDF vai investir mais R$ 5,4 milhões para creche, Conselho Tutelar e drenagem na Estrutural

    GDF vai investir mais R$ 5,4 milhões para creche, Conselho Tutelar e drenagem na Estrutural

    A região administrativa da Estrutural/SCIA vai ganhar uma creche e uma unidade do Conselho Tutelar, reforçando o número de equipamentos públicos na cidade. A creche terá capacidade para atender cerca de 100 alunos, enquanto o Conselho Tutelar poderá atender com conforto os mais de 15 mil moradores de uma das regiões mais carentes do Distrito Federal.

    A construção desses equipamentos públicos foi anunciada pelo governador Ibaneis Rocha, nesta quarta-feira (16), durante agenda na cidade.

    Durante a visita, o governador Ibaneis Rocha anunciou ainda a construção de uma UPA na cidade, com licitação prevista para o mês de abril, e também o projeto de erguer uma Casa da Mulher Brasileira na Estrutural

    “Serviços públicos trazem muita dignidade. Criaram a cidade da Estrutural e esqueceram de colocar os equipamentos públicos, que nós estamos trazendo. Por isso, temos que trabalhar esta cidade como um todo. Não vamos deixar a Estrutural no abandono”, disse o governador Ibaneis Rocha.

    Creche

    Com capacidade para atender cerca de 100 alunos, o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Estrutural será erguido na Quadra 3, AE 02, Setor Leste, e tem previsão de conclusão ainda para 2022. O investimento na obra é de R$ 3,3 milhões.

    “Essa creche é só o começo do que será feito na cidade. Construiremos mais duas escolas na Quadra 4 para atender 2,4 mil estudantes”, afirma a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá

    O investimento do GDF na construção dos novos Conselhos Tutelares na Estrutural, em Santa Maria e no Sol Nascente/Pôr do Sol é de R$ 3,2 milhões

    Novo Conselho Tutelar

    O Conselho Tutelar da Estrutural funciona atualmente em espaço improvisado e não adequado para o atendimento à população. Para corrigir essa questão, o GDF está construindo uma nova unidade na cidade, dando continuidade à política de renovação desses espaços, a exemplo do que está sendo feito em Santa Maria e no Sol Nascente/Pôr do Sol, que também vão ganhar novas sedes. O GDF vai investir R$ 3,2 milhões para construir essas três estruturas.

    O projeto das novas sedes conta com espaço planejado, incluindo parque recreativo de areia, salas próprias para conselheiros tutelares e banheiros com acessibilidade, além de sala de reunião e estacionamento.

    “A gente sabe da importância do Conselho Tutelar aqui na Estrutural, onde os moradores nos procuram para todo tipo de apoio, seja na questão escolar, para assuntos de saúde ou para inscrição em cursos profissionalizantes”, aponta a secretária de Justiça e Cidadania (Sejus), Marcela Passamani.

    Com informações da Agencia Brasília

  • Bolsonaro cobra da Petrobras redução do preço dos combustíveis

    Chefe do Executivo lembrou que o valor do barril de petróleo tem registrado queda mundialmente e disse que a estatal deveria acompanhar a tendência

    Nesta terça-feira (15), o presidente Jair Bolsonaro admitiu que a guerra entre Rússia e Ucrânia tem influenciado a economia brasileira e cobrou publicamente da Petrobras a redução do preço dos combustíveis aos níveis registrados na semana passada.

    “A guerra da Rússia e Ucrânia tem influenciado a nossa economia. Mas, pelo que tudo indica, os números agora, em especial do preço do barril do petróleo lá fora, sinalizam para uma normalidade no mundo. Espero que assim seja. E espero que a nossa querida Petrobras, que teve muita sensibilidade ao não nos dar um dia, retorne aos níveis da semana passada os preços dos combustíveis no Brasil”, afirmou.

    O chefe do Executivo lembrou a queda do preço do petróleo no mercado internacional. “A gente espera que a Petrobras acompanhe a queda de preço lá fora. Com toda certeza, ela fará isso daí.”

    Dados da Abicom (Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis) informam que a defasagem do preço do diesel passou de uma diferença de 40% em relação ao praticado no Golfo do México (EUA) há uma semana para 2% nesta terça-feira, enquanto a gasolina passou de 30% para 6% na mesma comparação.

    R7 BRASILIA

  • Governador Ibaneis entrega a ministro proposta de reajuste para a segurança

    Governador Ibaneis entrega a ministro proposta de reajuste para a segurança

    Anderson Torres recebeu do chefe do Executivo local, nesta terça-feira (15), exposição de motivos, a ser encaminhada ao presidente Jair Bolsonaro, sobre aumento salarial

    O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, entregou ao ministro da Justiça, Anderson Torres, exposição de motivos a ser encaminhada ao presidente da República, Jair Bolsonaro, com proposta de reajuste de 10%, a partir de julho de 2022, para as forças de segurança do DF (polícias Civil e Militar e Corpo de Bombeiros Militar).

    Governador Ibaneis Rocha entregou ao ministro Anderson Torres a exposição de motivos sobre a proposta de reajuste salarial de 10% às forças de segurança do DF | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

    O ministro Anderson Torres prometeu ao governador todo o empenho necessário à tramitação da proposição. O impacto da recomposição salarial das forças de segurança do DF será de R$ 447,3 milhões em 2022, R$ 823, 9 milhões em 2023 e R$ 823,9 milhões em 2024.

    A iniciativa do projeto de lei deverá partir do Executivo Federal porque, embora as forças de segurança pública sejam subordinadas ao governo do DF, a organização e manutenção ocorrem por meio do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), de responsabilidade do governo federal.

    “Pedi ao ministro Anderson Torres que entregue ao presidente esse documento. As forças policiais do Distrito Federal passaram muito anos nos governos anteriores sem conseguir nenhum tipo de reajuste e isso pesou muito. Houve uma espécie de distanciamento, pois existe um equilíbrio entre as remunerações do âmbito federal e aqui do DF”, disse o governador Ibaneis Rocha ao ministro da Justiça.

    “Ninguém melhor que eu para conhecer as necessidades da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar aqui do Distrito Federal. São salários que estão defasados há muito tempo e precisam dessa recomposição, desse reajuste”, afirmou o ministro Anderson Torres

    “Fizemos um estudo bastante profundo, em uma parceria das secretarias de Economia e de Segurança, buscando um percentual que coubesse nas nossas condições, no Fundo Constitucional, sem afetar o orçamento da União”, acrescentou Ibaneis.

    Anderson Torres prometeu empenho na condução da exposição de motivos. “Conte com o nosso apoio, nossas sugestões para que isso se efetive no âmbito do governo federal. Ninguém melhor que eu para conhecer as necessidades da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar aqui do Distrito Federal. São salários que estão defasados há muito tempo e precisam dessa recomposição, desse reajuste. Vamos fazer todo o possível para que isso aconteça”, afirmou.

    “Vou fazer diligências em todos os órgãos envolvidos no governo federal e vou marcar em breve essa reunião com o presidente Bolsonaro para que a gente trate isso de uma forma mais aproximada, para que o senhor possa explicar bem a questão do Fundo”, prometeu o ministro. Torres foi secretário de Segurança Pública do DF de 2019 a 2021, quando deixou o cargo para assumir a pasta da Justiça, no governo federal.

    Anderson Torres ressaltou a importância do projeto de segurança pública do DF. O ministro enfatizou que dará todo apoio à solicitação do governador Ibaneis.

    O secretário de Segurança do Distrito Federal, Júlio Danilo, que substituiu Torres no cargo, disse que o gesto do governador é um reconhecimento ao trabalho desempenhado pelas polícias e pelo Corpo de Bombeiros.

    “Estamos num período quase de pós-pandemia, se assim podemos afirmar. E mesmo assim, com a quantidade de recursos que o governo teve que empenhar, está sensível às demandas. O governador determinou que fizéssemos as contas e buscássemos o que fosse viável. É realmente reconhecimento”, frisou Danilo.

    Catarina Lima, da Agência Brasília I Edição: Débora Cronemberger