Dia: 26 de fevereiro de 2022

  • Vídeo: trem atinge e arrasta carro por 100 metros em ferrovia no DF

    Vídeo: trem atinge e arrasta carro por 100 metros em ferrovia no DF

    Segundo o Corpo de Bombeiros Militar, apesar do susto, a motorista do veículo não teve ferimentos
    Um trem atingiu um carro de passeio na linha férrea que cruza o Setor de Indústrias e Abastecimento (SIA), na manhã deste sábado (26/2), no Distrito Federal. O Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) foi acionado e socorreu a motorista, que, apesar do impacto, não teve ferimentos.
    O trem é da Ferrovia Centro-Atlântica e vinha de São Paulo, tendo Brasília como destino final. O carro, um Fiat Argo de cor cinza, saía da Estrutural em direção ao SIA.
    Segundo os bombeiros, a locomotiva chegou a arrastar o veículo por aproximadamente 100 metros, mas não chegou a passar por cima do automóvel.

    Veja o socorro feito pelos bombeiros:

    Acidente

    Carro e trem

    Automóvel

    Bombeiro e carro

    Trem

    Veja o socorro feito pelos bombeiros:

     

    O carro era conduzido por uma mulher, que foi atendida pelos socorristas. Apesar de apresentar bastante nervosismo após o acidente, a condutora não teve fraturas e lesões aparentes. A dinâmica do acidente ainda é desconhecida e será investigada.

    Com informações do Metropoles

  • Saiba o que abre e o que fecha no carnaval em Brasília

    Saiba o que abre e o que fecha no carnaval em Brasília

    O Metrô funcionará das 5h30 às 23h no sábado, fechará no domingo, das 5h30 às 23h30 na segunda-feira, das 7h às 19h na terça

    No Distrito Federal, o carnaval foi cancelado, mas o feriado terá ponto facultativo de 26 de fevereiro ao dia 2 de março, até as 14 h. Serviços públicos e órgãos do governo do Distrito Federal terão horários especiais durante este período.

    O Metrô funcionará das 5h30 às 23h no sábado, fechará no domingo, das 5h30 às 23h30 na segunda-feira, das 7h às 19h na terça e das 5h30 às 23h30 na quarta-feira.

    Os ônibus operarão no sábado, domingo e terça-feira segundo os horários de fim-de-semana. Na segunda-feira, os veículos rodarão conforme a tabela de dias úteis. Na quarta-feira, também ocorrerá como dia útil, com reforço no período entre as 11h e as 13h.

    Os parques ficarão abertos das 6h às 18h. Os parques do Monumento de Dom Bosco, Sucupira e da Asa Sul funcionarão até as 20h, enquanto o Ezechias Heringer, o Veredinha e o Península Sul irão até as 22h.

    O Jardim Botânico estará disponível ao público das 9h às 17h. A entrada é gratuita para pedestres e ciclistas entre 7h30 e 8h50. O Jardim Zoológico abrirá de sábado a terça-feira das 9h às 17h, fechando na segunda-feira.

    O Centro Cultural Três Poderes, o Memorial dos Povos Indígenas e o Museu Nacional abrem de sábado a terça das 9h às 17h, com exceção de segunda-feira, quando estarão fechados. O Museu de Arte de Brasília também não abrirá segunda, ficando disponível nos demais dias das 10h às 19h.

    As polícias Militar e Civil operarão em plantão, 24h por dia. O centro de atendimento Na Hora não abrirá de sábado a terça-feira. Os Conselhos Tutelares não atenderão presencialmente na segunda e terça-feira. Demandas urgentes poderão ser encaminhadas pelo telefone 125.

    *As informações são da Agência Brasil

  • ‘Governo tem se empenhado em dar segurança jurídica para as igrejas’

    ‘Governo tem se empenhado em dar segurança jurídica para as igrejas’

    Secretário da Família faz balanço da regularização de templos religiosos e detalha programa de incentivo às famílias no pós-pandemia

    Em meio à pandemia de covid-19, o Governo do Distrito Federal (GDF) percebeu a necessidade de criar uma pasta dedicada a dar suporte às famílias. Assim nasceu a Secretaria Extraordinária da Família (Sefam), comandada atualmente por Marcos Martins Machado.

    A pasta atua com ações e projetos que abarcam demandas sociais do grupo familiar, desde atendimento jurídico e de assistência social no SOS Família até cursos de capacitação profissional da Escola Digital. Também é atribuição da Sefam o suporte às demandas das entidades religiosas, como a criação da Moeda Social, benefício que oferece abatimento do preço público da concessão de uso das igrejas.

    Em entrevista à Agência Brasília, o secretário da Família falou sobre a área de atuação da pasta. Confira, abaixo, os principais trechos da conversa.

    Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

    Quais são os pilares da Secretaria Extraordinária da Família?

    Sabemos que uma família estruturada e saudável é uma sociedade estruturada e saudável. Ela tem por objetivo fortalecer, desenvolver e valorizar a família. Isso por meio de ações de conscientização, políticas públicas e projetos executados que beneficiam o grupo familiar. A secretaria se coloca sempre à disposição. Procuramos ficar muito atentos, principalmente neste período de pandemia, em que a gente sabe que aumentaram os problemas de depressão, ansiedade e desemprego dentro das famílias, o que acaba refletindo no casamento, nos jovens, nas crianças e nos idosos. Com isso, estamos na linha de atuação, principalmente, na área social, porque chegamos ao lado emocional da família.

    “Nós vamos potencializar no decorrer do ano os projetos existentes para podermos estar mais perto da população”

    Quais são os principais projetos da pasta?

    A gente visa às partes social e econômica. Com a crise [sanitária], as famílias acabaram sendo abaladas. Nessa hora, a Secretaria da Família tem que procurar se fazer presente com projetos a beneficiar e diminuir o impacto do sofrimento na vida das pessoas. Fizemos, por exemplo, o SOS Família, que teve ações em oito regiões administrativas, como Santa Maria, Recanto das Emas e Sol Nascente, beneficiando 1.100 famílias com atendimento jurídico e de assistência social, com psicólogos, nutricionistas e dentistas. Está agora em execução o programa Escola Digital, em que temos 600 vagas e 40 professores para capacitação de jovens e idosos ao mercado de trabalho. O programa Amor pela Família alcançou 300 famílias, por meio de mentorias no Centro de Ensino Médio [CEM] 12 de Ceilândia.

    A secretaria terá novas ações em 2022?

    Vamos potencializar no decorrer do ano os projetos existentes para podermos estar mais perto da população. A Secretaria da Família, apesar de ser nova, tem sido atuante. Estamos executando neste ano a Escola Digital. Também temos a minuta para regulamentar a Lei n° 6.888/21, que traz segurança jurídica para as igrejas e instituições religiosas. Desenvolvemos a ideia da Moeda Social e temos feito cursos para as igrejas que queiram saber até que ponto se enquadram na lei.

    “Nunca houve um governo que tivesse tanta atenção com as igrejas e tantas entidades religiosas beneficiadas – quase 300”

    Como funciona a Moeda Social?

    A Moeda Social foi criada após muito diálogo. Ela beneficia as igrejas que têm uma concessão de uso com a Terracap. Há um abatimento calculado a partir do número de pessoas beneficiadas nas ações sociais das igrejas, porque as igrejas têm muitos projetos de ação social, entregam cesta básica e promovem cursos, atividades esportivas e atividades musicais. Calcula-se quantas famílias estão sendo contempladas e isso se transforma num valor “X” que acaba abatendo a dívida [do preço público] que elas têm com o governo.

    O governador Ibaneis Rocha tem destacado muito a importância das instituições religiosas no período pandêmico. Como o senhor vê esse papel social das igrejas?

    Este governo tem um relacionamento com as igrejas muito bom. As instituições religiosas, independentemente de religião, têm um reconhecimento de que este governo realmente as valoriza. Tanto é que tivemos na Câmara Legislativa o projeto em que fui relator e o autor foi o deputado Rodrigo Delmasso, na Lei nº 6.630/20, sancionada pelo governador, que torna as igrejas atividades essenciais. Então, elas não foram fechadas. O governador também regularizou muitos templos religiosos. Nunca houve um governo que tivesse tanta atenção com as igrejas e tantas entidades religiosas beneficiadas – já foram quase 300. Pelo contrário, antes era uma ameaça. Todos conviviam com a insegurança jurídica. Este governo tem se empenhado em trazer segurança jurídica e, consequentemente, segurança para as igrejas levarem sua mensagem de paz, fé e esperança. Este governo tem sido parceiro. A igreja é um hospital coletivo emocional para as pessoas que sofrem de depressão e ansiedade e precisam de apoio. Elas precisam de uma porta aberta.

    Com a chegada desta secretaria, a questão das instituições religiosas passou a ser atribuição da pasta. Como é o trabalho de vocês nesse sentido?

    A Secretaria da Família tem uma pasta de assuntos religiosos, há uma diretoria que trabalha na comunicação e na informação chegando às igrejas e anunciando as leis que surgiram agora, como a Lei n° 6.888/21, que traz regularização às igrejas. Ministramos cursos. Há uma equipe que se desloca daqui para passar as informações. A Secretaria da Família vem como apoiadora, como uma porta para poder atender seja lá qual for a necessidade deles. Estamos de portas abertas, e, quando eles vêm para cá, se sentem amparados, e damos todas as orientações do que pode ser feito para facilitar a segurança jurídica e o que pode ser feito também em relação aos demais direitos.

    E como é feito o acolhimento das famílias?

    As demandas nascem do diálogo, com conversas e atendimentos. Fazemos um trabalho de visitas. Não ficamos só na secretaria, pegamos a viatura da secretaria e temos uma equipe que faz agenda e visita as famílias, pergunta como elas estão. Estamos colocando a secretaria à disposição. Por ser uma secretaria nova, eles ainda não sabem até que ponto podem acioná-la, mas temos esse trabalho externo, não apenas interno.

    Adriana Izel, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto