Dia: 3 de fevereiro de 2022

  • Visita multidisciplinar garante maior qualidade na assistência e segurança ao paciente

    Visita multidisciplinar garante maior qualidade na assistência e segurança ao paciente

    Protocolo que faz parte da Trilha Vital, é implantado na UPA Mansões Odisséia

    Na busca pela melhoria contínua dos atendimentos, a equipe da UPA – Unidade de Pronto Atendimento Mansões Odisséia implantou o Protocolo da Visita Multiprofissional. A iniciativa fortalece o pilar da segurança dos pacientes e da qualidade da assistência.

    Para isso, a equipe trabalha de forma integrada, avaliando em conjunto os casos acolhidos nos critérios da visita. Ela reúne ao lado do leito do paciente, profissionais de todas as especialidades envolvidas no atendimento, como médicos (clínico e pediatra), enfermeiros, biomédicos, assistentes sociais, farmacêuticos e agentes de regulação.

    Essa prática faz parte da Trilha Vital, que é a política de governança assistencial do ISAC – Instituto Saúde e Cidadania, Organização Social que atua na gestão compartilhada da unidade de urgência e emergência custeada pela Prefeitura de Águas Lindas de Goiás.

    “Com a visita multidisciplinar conseguimos criar um espaço de maior diálogo entre as equipes. Esse olhar assistencial ampliado garante maior segurança para o paciente e resulta na excelência do cuidado prestado em nossa unidade”, explicou Wallace Vasconcelos, gestor de Qualidade da UPA Mansões.

    Equipe integrada com foco no paciente

    Manter a equipe integrada é fundamental para se alcançar altos níveis de segurança e qualidade para o suporte ao paciente. O monitoramento conjunto promovido pela visita multidisciplinar proporciona maior bem-estar dos pacientes, melhorando também a qualidade, o planejamento e a precisão das informações utilizadas pelos profissionais.

    “A visita promove um olhar integrado totalmente focado no paciente. Com isso, coordenamos o cuidado e tomamos decisões em conjunto, dividindo as responsabilidades, minimizando atrasos no tratamento e a ocorrência de incidentes”, explicou Wallace Vasconcelos.

    Bons resultados

    A assistente social, Hallayne Borges, ressaltou que a implantação do protocolo já está dando bons resultados. Para a profissional, a estratégia facilita a comunicação entre as diferentes áreas multidisciplinares e assegura uma decisão assistencial mais assertiva no tratamento do paciente.

    “É bem interessante. É uma boa oportunidade dos profissionais tirarem um tempo para, juntos, discutirem sobre o paciente, da real situação que o mesmo se encontra, bem como as melhores soluções para o bem-estar do acolhido.  Além disso, também temos uma melhor interação e comunicação com a equipe”, avaliou.

  • GO: vereador tira arma em plenário e pede para apanhar de cinto; vídeo

    GO: vereador tira arma em plenário e pede para apanhar de cinto; vídeo

    Político pediu para receber golpes de cinto como punição por ter votado aumento de IPTU e ITU em Goiânia; vídeo mostra a movimentação
    Goiânia – O vereador Sargento Novandir (Republicanos) chamou a atenção por atitudes inusitadas na câmara municipal da capital goiana esta semana. Ele pegou uma arma de fogo e tirou o cinto durante discurso em plenário na terça-feira (1º/2).
    Ele ainda pediu que um colega batesse em suas costas com o cinto, como forma de punição por ter votado pela aprovação de uma lei que aumentava os impostos predial e territorial urbano (IPTU) e territorial urbano (ITU).

    Tudo isso foi feito instantes depois dele chegar ao plenário vestido de palhaço e fazendo malabarismos. Após grande impopularidade do aumento dos impostos, o vereador passou a dizer que apoiou a lei porque interpretou o texto do projeto de forma equivocada.

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    “Quero oferecer esse cinto para qualquer um de vocês que tiver coragem para me dar umas três chibatadas. Eu mereço couro! Para tomar vergonha na cara e olhar direito no que vou votar”, gritou o sargento Novandir.
    Em novembro do ano passado, o vereador já tinha tirado o cinto durante um discurso. Na época, ele ameaçou um colega com uma surra e disse que ele merecia levar “uma cintada no lombo”.
    “Merece um couro no cinto!”
    Novandir ainda ameaçou o secretário de Finanças de Goiânia, que segundo ele teria enganado os vereadores para conseguir a aprovação do aumento do IPTU e ITU. “O senhor merece um couro de cinto!”, gritou o vereador se referindo ao secretário municipal.
    O sargento então tirou a arma do coldre e colocou sobre a mesa do plenário da Câmara. Em seguida, pediu que um colega batesse nele com o cinto. O colega chegou a dar algumas chibatadas e Novandir pediu para ser mais forte.

    Moradores de Goiânia chegaram a organizar um abaixo-assinado contra o aumento abusivo do IPTU, que pode chegar a 40% em 2022, com previsão de aumento em 2023.

    Por conta do aumento do imposto, Gabriela Rodarte (DC) protocolou um pedido de impeachment do prefeito Rogério Cruz (Republicanos) ainda na terça.

    Diante da repercussão negativa, a Prefeitura de Goiânia estendeu o prazo para contestação do valor do IPTU até 31 de dezembro deste ano.

    Veja o vídeo divulgado pelo Metropoles :

    PP

  • OUSADIA PELA SOBREVIVÊNCIA | Professor Jordenes se filia ao MDB e lança pré-candidatura como deputado distrital

    OUSADIA PELA SOBREVIVÊNCIA | Professor Jordenes se filia ao MDB e lança pré-candidatura como deputado distrital

    Jordenes é morador de Arapoanga e servidor da Secretaria de Educação do DF

    Proposta de governo irá atender todo o DF, mas em especial os moradores da região Norte, como Sobradinho, Planaltina, Paranoá, Itapoã e São Sebastião; Jordenes é diretor do Centro de Ensino Fundamental do Arapoanga
    Por Cláudio Ulhoa
    O servidor público Professor Jordenes, que trabalha como diretor do Centro de Ensino Fundamental do Arapoanga, em Planaltina, filiou-se, nesta manhã (2), ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Na ocasião, o professor também se lançou como pré-candidato a uma vaga na Câmara Legislativa.
    Essa não é primeira vez que Jordenes se lança candidato. Em 2014, ele saiu como deputado distrital pelo PPS, quando obteve 10.927 votos; depois, em 2018, pelo PTB, ele teve mais de 7 mil votos.
    Agora, a decisão de Jordenes pelos MDB, se deu, segundo ele, em razão de se tratar de um partido com anos de atuação política na capital federal. “Mesmo sabendo que irei disputar com nomes tradicionais da legenda, prefiro aceitar o desafio e definitivamente entrar no cenário político do DF como um dos atores principais”, explica Jordenes.
    De fato, o MDB-DF é uma grande legenda. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o partido é a segunda maior legenda no DF, com mais de 25 mil filiados. Para Jordenes, sua candidatura representará os anseios da população que vive na região Norte da capital, como Sobradinho, Planaltina, Paranoá, Itapoã e São Sebastião.
    Presente na filiação, o presidente da sigla no DF e também da Câmara Legislativa, o deputado Rafael Prudente, escreveu em suas redes sócias como vê a chegada de Jordenes ao partido. “Hoje foi o dia do nosso querido amigo, @professorjordenes se filiar ao @mdb_df. Esse grande educador já vem fazendo bastante pela cidade de Planaltina, e vem como pré-candidato a Deputado Distrital. Tenho certeza que juntos podemos fazer muito mais pela população do DF”, disse Prudente.

    Jordenes terá como coordenador o Vanderlei Rodrigues, um dos mais antigos apoiadores da família Prudente. Vandelei acompanhou Leonardo Prudente pai do deputado Rafael Prudente por anos e caminhou desde o início do mandato de Rafael, agora Rodrigues irá caminhar com Jordenes.
    Com 49 anos, Jordenes é morador de Arapoanga, em Planaltina, e trabalha como diretor do Centro de Ensino Fundamental do Arapoanga, além de ser uma grande liderança em toda região.

    *Cláudio Ulhoa – Jornalista membro da Associação Brasileira de Portais de Notícias – ABBP

  • Ômicron faz média de mortes por Covid subir 566% no Brasil

    Ômicron faz média de mortes por Covid subir 566% no Brasil

    Número de infectados pode ser maior devido à baixa testagem brasileira

    ANTONIO LACERDA/EFE – 07.01.2022

    Número de infectados pode ser maior devido à baixa testagem brasileiraApesar de considerada menos letal, a variante Ômicron do coronavírus fez a média móvel de mortes pela doença aumentar 566% no último mês, saltando de 98 para 650 óbitos diários nesta quarta-feira (2).

    Mesmo com mais de 70% da população brasileira já imunizada com duas doses ou a vacina de aplicação única, a alta transmissibilidade da cepa tem aumentado as internações em leitos de enfermaria e UTI, enquanto gestores de saúde informam que a maioria dos quadros graves está concentrada em idosos, pessoas com comorbidades e em não vacinados.

    “A subida foi bem lenta na primeira [onda], rápida na segunda e meteórica com a Ômicron”, explica Luiz Carlos Zamarco, secretário adjunto de Saúde de São Paulo. “A partir daí, a curva de internações e infecções se estabilizou, com casos de menor complexidade, o que facilitou o giro de leitos”, diz.

    “Hoje temos [o entendimento] de maneira clara que podemos estar muito próximos do chamado platô, para que entre 15 e 20 de fevereiro haja estabilidade”, afirma o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido.

    Segundo ele, um terço dos óbitos pelo coronavírus é de pessoas que não completaram o esquema vacinal. O restante, ele atribui a pacientes com alguma comorbidade grave cujo quadro é agravado pela Covid.

    Esse é o mesmo perfil dos óbitos que têm impulsionado a média móvel da Bahia. Nesta quarta, o estado registrou 45 mortes por Covid, o maior total diário desde 7 de agosto – e a média móvel de casos ativos e novas notificações gira em torno de 30 mil, o maior patamar de toda a pandemia.

    “Temos mais casos, porém um quarto dos óbitos de março do ano passado”, observa Izabel Marcílio, coordenadora de Operações de Emergência.

    O cenário se repete no Distrito Federal, onde a letalidade é menor, mas a alta nas transmissões tem pressionado as unidades de atendimento primário e desfalcado equipes médicas. “Essa característica avassaladora de transmissibilidade é sem precedentes”, diz Fernando Erick Damasceno, secretário adjunto de Saúde.

    Dos 40 óbitos deste ano, Damasceno afirma que 34 foram de pessoas que não completaram o esquema vacinal.

    Em Mato Grosso do Sul, a onda de transmissão tem forçado o estado a abrir novos leitos para dar conta da demanda. Cerca de 30% dos profissionais da saúde se infectaram com a nova variante. “Para um estado pequeno como o nosso, isso é muito”, diz Geraldo Resende, secretário estadual de Saúde.

    Incerteza

    Em todos os estados, a expectativa é que esse aumento do número de óbitos, internações e novos casos permaneça pelas próximas duas semanas, até atingir um platô. Mas isso não significaria o fim da pandemia. “Estaríamos mais uma vez vencendo uma etapa, fazendo com que todas as pessoas sejam atendidas e medicadas”, frisa Edson Aparecido.

    A incerteza se explica pela ausência de parâmetros como a taxa de positividade, explica Isaac Schrarstzhaupt, analista de dados e coordenador na Rede Análise Covid-19, formada por pesquisadores voluntários. Essa taxa é obtida quando se divide o número de testes positivos pelo número de testes realizados. “Isso permite prever a tendência do comportamento da doença. Se tivéssemos [testagem em massa], poderíamos apostar no pico ou no platô”, diz. No Brasil, porém, a testagem é baixa.

    Para a epidemiologista e professora da Ufes (Universidade Federal do Espírito Santo) Ethel Maciel, a desigualdade nos índices de vacinação entre os estados é outro fator que dificulta qualquer predição. “Acredito que em alguns estados como o Rio já passamos pelo pico, mas há uma diferença de desenvolvimento da Ômicron e da vacinação pelo país, pelo menos, de duas a três semanas”, afirma. “Acabamos olhando para dados de outros países em que essa variante levou de 25 dias a 45 dias para atingir o pico.”

    A falta de investimentos federais em campanhas de divulgação da necessidade de reforço na vacinação também não contribui, diz a epidemiologista. “A gente já sabia que seria preciso a dose de reforço para essa variante, e ainda estamos muito atrás, com percentual muito baixo quando comparado com o de outros países como o Reino Unido e a Dinamarca, que começam a retirar as restrições”, afirma.

    SRAG

    O diagnóstico do Infogripe, da Fiocruz (Fundação Osvaldo Cruz), divulgado ontem também não é animador. Os casos de SRAG (síndrome respiratória aguda grave) têm sinal forte de crescimento nas tendências de longo prazo (seis semanas) e de curto prazo (três semanas). Essa tendência deve se manter em 23 estados brasileiros. Do total, quase 80% dos casos neste ano são decorrentes da Covid-19.

    Com informações do R7 BRASILIA