Dia: 22 de janeiro de 2022

  • Incentivado por programas do GDF, Élcio pode chegar às Paralimpíadas

    Incentivado por programas do GDF, Élcio pode chegar às Paralimpíadas

    Beneficiado pelo Bolsa Atleta e pelo Compete Brasília, o jovem de 18 anos aprimora sua performance e aproveita as oportunidades.

    “A melhor decisão da minha vida foi ter iniciado na natação”, recorda Élcio Cunha Pimenta Júnior, 18 anos, que hoje treina com a equipe de alto rendimento e tem a possibilidade de competir na próxima edição dos jogos Paralímpicos, na França, em 2024, tudo com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL). Aos 11 anos, quando perdeu a visão devido a um descolamento de retina, ele conheceu o movimento paralímpico incentivado por um colega. “Ele me convidou para treinar e ver o eu que achava, e me dei muito bem”, conta.

    O esportista nada, principalmente, a prova dos 50m livre. Atualmente, ele também entra na piscina nos 100m livre e 400m livre e está em fase de desenvolvimento para competir, em breve, os 200m medley e 100m peito. O trabalho, desenvolvido com o técnico Marcus Lima, tem como meta os ciclos para os Jogos de Paris, de Los Angeles (2028) e de Brisbane (2032). “A gente estabelece sonhos e objetivos; até lá, a gente vai subindo degrau a degrau”, diz.

    Élcio com o técnico Marcus Lima | Foto: Divulgação/SEL

    O nadador é beneficiário de dois programas do GDF: Bolsa Atleta, desde 2017, e Compete Brasília, que oferece aos atletas a oportunidade de disputar torneios em qualquer parte do Brasil e do mundo com ajuda financeira.

    “Até nos cantos mais remotos, o programa [Compete Brasília] traz essa possibilidade. É o apoio que muita gente não tem, justamente porque é muito caro e complicado investir em passagens aéreas com dinheiro do próprio bolso”, avalia Élcio, que tem uma rotina pesada com treinamentos na piscina, na academia, massagens, fisioterapia preventiva e o curso de direito.

    “Realmente os benefícios auxiliam nos gastos com materiais, suplementação, acompanhamento médico. Só pude comprar melhores trajes e materiais, além do acompanhamento nutricional e equipe técnica, por conta do programa”, completa o atleta.

    No ano passado, 238 esportistas da capital, entre olímpicos e paralímpicos, foram contemplados com o Bolsa Atleta, o que totalizou um investimento de R$ 2,2 milhões.

    Neste ano, o nadador, nascido em Valparaíso (GO), deve participar das etapas do World Series, conjunto de competições internacionais que prepara os atletas para embates maiores, como o mundial, as Paralimpíadas e os Jogos Parapan-Americanos.

    * Com informações da agência Brasília  / Secretaria de Esporte e Lazer .

  • Repórter é atropelada em transmissão ao vivo e imagens viralizam

    Repórter é atropelada em transmissão ao vivo e imagens viralizam

    A repórter norte-americana Tori Yorgey chocou os espectadores ao ser atropelada por um veículo durante uma transmissão ao vivo. Mais ainda, ao levantar-se rapidamente e concluir sua reportagem. “Meu Deus! Acabei de ser atropelada por um carro, mas estou bem, Tim”, disse Tory a Tim Irr, âncora do telejornal do canal WSAZ-TV. “Bem, isso é algo inédito vindo de você na TV, Tori,” declarou o apresentador após ser surpreendido com o acidente.
    Após reajustar a posição da câmera e recuperar sua compostura, Tori ‘brincou’ com a situação e revelou que aquele não foi o seu primeiro atropelamento. “Isso é TV ao vivo para você. Está tudo bem”, disse. “Na verdade, eu também fui atropelado por um carro na faculdade. Estou tão feliz por estar bem”.
    No vídeo é possível ver que o motorista que atropelou Tori voltou rapidamente ao local para lhe pedir desculpas e prestar socorro. Ela o agradeceu e seguiu com a reportagem. “Minha vida inteira passou diante dos meus olhos. Mas isso é TV ao vivo e está tudo bem. Eu pensei que estava em um local seguro, mas claramente podemos precisar mover a câmera um pouco”.

     

     

     
    Metrópoles
  • Nota técnica da Saúde diz que cloroquina é efetiva e vacinas, não

    Nota técnica da Saúde diz que cloroquina é efetiva e vacinas, não

    Em documento, pasta afirma que há efetividade e segurança no uso de hidroxicloroquina no tratamento contra a Covid
    Após desaprovar um estudo que rejeita o uso do kit Covid, o Ministério da Saúde divulgou, nessa sexta-feira (21/1), uma nota técnica com uma lista de justificativas para vetar o parecer.

    Em um trecho do documento, a pasta afirma que há efetividade e segurança no uso de hidroxicloroquina no tratamento contra a Covid-19. O medicamento é considerado ineficaz por sociedades científicas.

    No mesmo trecho, a nota pontua que não existe efetividade e segurança no uso de vacinas contra a Covid-19. No entanto, dados do próprio Ministério da Saúde apontam que o número de mortes, casos e hospitalizações por Covid teve queda drástica após o início da campanha de vacinação no Brasil.
    As informações foram divulgadas em uma tabela. No documento, o Ministério da Saúde argumenta que os pesquisadores da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias ao Sistema Único de Saúde (Conitec) não avaliaram os medicamentos em questão com simetria.

    Segundo a nota técnica, a avaliação teve “baixo rigor metodológico” para analisar o uso de “intervenções potencialmente arriscadas”, e “elevado rigor” para analisar o uso da hidroxicloroquina.

    Veja a tabela publicada na nota técnica

    Nota técnica do Ministério da Saúde diz que cloroquina é eficaz contra Covid e vacina, não.
    No texto, o Ministério da Saúde chega a afirmar que há “segurança demonstrada na literatura” sobre o uso de hidroxicloroquina.

    “Infere-se que a exigência com tecnologias como a hidroxicloroquina sofreu avaliação mais rigorosa do que aquela feita com tecnologias diferentes. […] Conclui-se que há assimetria de critérios conforme a tecnologia avaliada, além de concepções metodológicas que não são compatíveis com a pretensão de estabelecer orientações de caráter geral”, consta no documento.
    Veto aos estudos técnicos

    cloroquina

    Hélio Angotti Neto Ministério da Saúde

    Ministério da Saúde com operários limpando letreiro
    O secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto, rejeitou todos os protocolos elaborados pela Comissão de Incorporação de Tecnologias ao SUS (Conitec) sobre o tratamento de Covid-19.

    Entre os documentos vetados, está o estudo Diretrizes Brasileiras para Tratamento Medicamentoso Ambulatorial do Paciente com Covid, que rejeita o uso do chamado kit Covid em pacientes que estão em tratamento ambulatorial.

    Entre elas, Angotti cita o “respeito à autonomia profissional” e a “necessidade de não se perder a oportunidade de salvar vidas”. O secretário também acusou a elaboração dos estudos de seguir um “possível viés na seleção de estudos e diretrizes”.

    Na prática, o Ministério da Saúde ignora as orientações do grupo técnico sobre o não uso de medicamentos sem eficácia científica comprovada para o tratamento de Covid-19. Esses remédios não fazem parte do rol de fármacos do Sistema Único de Saúde (SUS). No entanto, ao vetar as diretrizes, o governo deixa a escolha aberta aos profissionais de saúde.

    Angotti é um dos enquadrados pela CPI da Covid, do Senado Federal, por epidemia com resultado de morte (artigo 267 do Código Penal). Ele foi alvo da comissão por ser um dos defensores do chamado “tratamento precoce”.

    Fonte: Metropoles 

  • Após denuncias de vandalismo Administração do Varjão recolheu brinquedo do parquinho da quadra 10

    Após denuncias de vandalismo Administração do Varjão recolheu brinquedo do parquinho da quadra 10

    Após a denúncia de moradores sobre o vandalismo que aconteceu no parquinho da quadra 10, a Administração do Varjão recolheu o brinquedo e com a ajuda de equipamentos da Novacap levou para consertá-lo no parque de obras.  O objetivo é devolvê-lo o mais rápido possível para as famílias do Varjão. É o Governo do Distrito Federal trabalhando para  levar melhorias para a população.