Reafirmo que as denúncias apuradas pela Operação Melinoe são completamente infundadas. Estou muito tranquilo em relação às investigações e à disposição da Polícia Civil e do Ministério Público do DF para quaisquer esclarecimentos.
Reforço que eu, Daniel Donizet, não fui alvo de nenhum mandado de busca e apreensão.
O dinheiro apreendido pela Polícia foi encontrado na casa de um ex-funcionário do meu gabinete, exonerado em 2019.
Trata-se de um empresário que, com certeza, terá como comprovar a origem do dinheiro, que nada tem a ver comigo ou com qualquer servidor do meu gabinete.
Sobre as diversas fake news divulgadas a meu respeito, já acionei os meus advogados para que tomem as providências jurídicas necessárias.
Tenho certeza que a situação será totalmente esclarecida.
Os ataques aparecem quando o trabalho se destaca. Mas o jogo sujo da velha política não irá me abater. Sigo trabalhando, incansavelmente, pelos animais e pela população do DF.
Texto que cria novo benefício de R$ 150 para população de baixa renda segue para sanção do governador Ibaneis Rocha. “O GOVERNO TEM A ÁREA SOCIAL COMO UMA DAS SUAS PRINCIPAIS PRIORIDADES, E ESSA ATENÇÃO AUMENTOU AINDA MAIS NA PANDEMIA. COM O FIM DO DF SEM MISÉRIA, FOI PRECISO DESENHAR UM NOVO PROGRAMA”MAYARA NORONHA ROCHA, SECRETÁRIA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL
O novo benefício de transferência de renda do Distrito Federal, que tem como foco a superação da pobreza, foi aprovado na tarde desta terça-feira (14) durante votação no plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal. O DF Social, que visa a redução da desigualdade social no DF, consiste na concessão de auxílio financeiro de R$ 150 por mês a cerca de 70 mil famílias.
A secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, destaca que o novo benefício traz a garantia de uma renda para as famílias de baixa renda do DF. “O governo tem a área social como uma das suas principais prioridades, e essa atenção aumentou ainda mais na pandemia. Com o fim do DF Sem Miséria, foi preciso desenhar um novo programa, que agora vem para ficar, na saída da condição de extrema pobreza desses beneficiários”, afirma a secretária.
Para receber o novo benefício é preciso estar inscrito no Cadastro Único e ter renda familiar per capita igual ou inferior a meio salário mínimo.
Serão considerados casos prioritários as famílias beneficiárias do antigo Programa DF Sem Miséria que, mesmo com o aumento de renda com o Auxílio Brasil, não atingiram renda familiar per capita mensal de R$ 140; famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos; famílias com crianças de até 6 anos, ou com pessoas com deficiência ou idosas; estar em situação de rua, nesta ordem.
Ainda de acordo com o texto aprovado pelos deputados distritais, o DF Social vai ser financiado pelo fundo de combate à pobreza, instituído pela Lei nº 4.420, de 9 de outubro de 2008, e está condicionado à disponibilidade orçamentária específica.
*Com informações da agência Brasília / Secretaria de Desenvolvimento Social do DF.
A ruiva é formada em biomedicina, mas trabalha há cerca de seis meses nas redes sociais com o ‘Only fãs’, compartilhando fotos picantes para seguidores que pagam
Maitê é natural de Mato Grosso do Sul (Foto: Reprodução)
Maitê foi escolhida com 59,3% dos votos. Além do prêmio de R$ 5 mil Maitê também ganhou fama, e agora faz sucesso nas redes sociais.
“Nem imaginava essa repercussão toda. Não foi objetificação das mulheres. Todas são bonitas, foi apenas um concurso”, escreveu elas nas redes.
A ruiva é formada em biomedicina, mas trabalha há cerca de seis meses nas redes sociais com o ‘Only fãs’, compartilhando fotos picantes para seguidores que pagam.
Maitê foi criticada por participar do concurso, e fez questão de se defender.
“Feministas somos nós criadora de conteúdo que tentamos mudar a indústria po*no! O que eu tento trazer para minha plataforma é justamente o contrário da exploração da mulher.”, disse ela.
Casal de Corguinho (MS), acredita que os envolvidos estejam também relacionados a ameaças que o homem havia recebido por redes sociais
Mulher amarrada (Foto: Polícia/Divulgação)
Rio de Janeiro (RJ) – Uma jovem de 24 anos foi amarrada e amordaçada no fim da tarde de quinta-feira (09), logo após chegar em casa, no município de Corguinho a 100 quilômetros de Campo Grande. Os suspeitos disseram a ela que a ação era um “aviso” para o marido dela e fugiram cerca de 40 minutos depois sem roubar nada.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, ao chegar em casa, a jovem estranhou um carro parado próximo e foi para a janela do quarto observar. Em seguida, foi rendida por dois homens, um deles armado com revólver que a obrigaram a ajoelhar.
Os suspeitos amarraram a vítima com fio de extensão pelos pés e pescoço, a amordaçaram com fita e taparam os olhos dela. Enquanto estavam na casa, os homens disseram à jovem que o que fizeram com ela era “só um aviso”.
“Isso é para seu marido aprender pelo que ele fez, isso é pra ensinar seu marido pelo que ele fez”, teriam dito os suspeitos.
Os homens saíram da residência depois de 40 minutos, e deixaram a vítima amarrada. Mais tarde, um amigo da jovem e do marido foi visitar o casal, e estranhou o portão da casa aberto. Ele percebeu que a vítima tentava gritar, mas parecia que alguém a impedia.
O homem então ligou à Polícia Militar (PM) e quando os militares chegaram, se depararam com a jovem amarrada, em choque e com vermelhidão causada pelas amarrações.
O marido da jovem, de 34 anos, chegou mais tarde e contou à polícia que os envolvidos no cárcere da esposa podem estar relacionados à ameaças que ele havia recebido por redes sociais.
Conforme o registro policial, nas ameaças constam que o marido da jovem amarrada estaria tendo um relacionamento extraconjugal, também com uma mulher casada.
O caso foi registrado na delegacia de Polícia Civil de Corguinho como sequestro e cárcere privado. Até a publicação desta notícia nenhum suspeito havia sido preso.
O governador Ronaldo Caiado (DEM) lançou nessa terça (14) dois programas para melhorar a qualidade do ensino público nos municípios do interior de Goiás: o Programa em Regime de Colaboração pela Criança Alfabetizada (AlfaMais Goiás) e o projeto Reformar +. Os dois projetos foram criados para melhorar a infraestrutura de escolas municipais e, ao mesmo tempo, combater a evasão escolar.
O Reformar + vai destinar R$ 15 milhões para as prefeituras municipais melhorarem a infraestrutura das escolas. O AlfaMais Goiás visa a de reduzir os índices de alfabetização incompleta e o letramento insuficiente entre os alunos das redes públicas de ensino. “Nós vamos fazer um dos maiores projetos de educação do País. Não podemos imaginar que a área seja parte de responsabilidade do município, outra parte de responsabilidade do Estado”, disse Caiado.
As ações do AlfaMais serão desenvolvidas em regime de cooperação entre Estado e municípios, de forma a assegurar a alfabetização das crianças na idade certa, ou seja, até o 2º ano do Ensino Fundamental. O programa envolverá diretamente professores e estudantes da Educação Infantil e do 1º, 2º e 5º anos do Ensino Fundamental.
“O objetivo deste programa é todos nós assumirmos uma boa qualidade de Educação, darmos apoio também às localidades com maior carência, para que todos tenhamos um padrão, sem que haja exclusão pela convivência de jovens de localidades mais carentes em detrimento daqueles que estão em municípios que são mais ricos”, completou.
Mais de 200 prefeituras já assinaram o pacto pela alfabetização por meio do site alfamais.educacao.go.gov.br. O programa começará a ser desenvolvido a partir do início do ano letivo de 2022 e a expectativa é de impactar um universo de 200 mil estudantes e 8 mil profissionais da educação nos 246 municípios goianos.
“A história de Goiás, a história das crianças do Estado vai se dividir entre o dia 14 de dezembro de 2021 em diante. Vamos ter águas até hoje e novas águas a partir desta data”, ressaltou a titular da Seduc, Fátima Gavioli. “O governador Ronaldo Caiado abraçou esta ideia, que não era fácil. O regime de colaboração entre Estado e municípios, na prática, era questão de conversa fiada. Hoje, vemos ele tão fluente e necessário”, pontuou.
Projeto Reformar +
Oprojeto Reformar + vai destinar R$ 15 milhões às prefeituras municipais. O recurso é carimbado e deve ser utilizado obrigatoriamente para melhoria de infraestrutura das unidades escolares municipais.
Conforme o projeto, serão beneficiadas mais de cem prefeituras em todo o Estado. Elas terão um orçamento a mais de R$ 150 mil. A ação é regulamentada pela Lei do Fundo Estadual de Educação Infantil (lei nº19.895) e representa um avanço no regime de colaboração entre Estado e Municípios. A intenção é que, com a cessão dos recursos, as prefeituras consigam atender às metas previstas no Plano Estadual de Educação.
A previsão do governo do Estado é beneficiar o maior número de municípios. Tanto é que, após o lançamento, as prefeituras poderão solicitar adesão ao projeto por meio de ofício endereçado à Secretaria de Estado da Educação; elas estarão sujeitas à disponibilidade orçamentária e à análise do Fundo Estadual de Educação Infantil.
Quatro prefeitos presentes à sede da Seduc receberam, das mãos do governador, cheques simbólicos que representam o investimento de R$ 150 mil a mais repassado pelo Estado: Edson Palmeira (Santa Tereza de Goiás), Felipe Dias (Orizona), Marco Rogério (Piranhas) e Fernanda Nolasco (Baliza).
Durante a votação, o deputado Delmasso destacou que o PL é uma iniciativa de “transferência de renda.
Em sessão extraordinária na manhã desta terça-feira (14), o plenário aprovou por unanimidade a proposta de isenção de Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) e de Taxa de Limpeza Pública (TLP) aos imóveis ocupados por cooperativas de trabalho e associações de catadores de materiais recicláveis no DF.
O PL 2.422/2021, que concede a isenção fiscal, altera a Lei 6.466/2019, a qual dispõe sobre benefícios fiscais.
Além do mérito da “justiça social”, o secretário de Economia do DF, André Clemente, alegou que a desoneração integra o conjunto de medidas voltadas à proteção do meio ambiente.
O deputado Delmasso contou que encaminhou ofício ao governo, em outubro deste ano, solicitando um projeto de lei para dar isenção de IPTU aos terrenos ocupados pelas cooperativas de catadores por entender que se trata de “política de inclusão social”.
Segundo o parlamentar, o projeto aprovado hoje “faz o que chamamos de transferência de renda”.
A sessão extraordinária desta manhã está sendo transmitida ao vivo pela TV Câmara Distrital (canal 9.3) e Youtube.
A ação, revelada pela coluna, mira em servidores lotados no gabinete do deputado Daniel Donizet (PL)
Policiais civis e promotores de Justiça localizaram uma grande quantidade de notas de real, euro e dólar durante a Operação Melinoe, deflagrada na manhã desta terça-feira (14/12). Parte da quantia estava em envelopes timbrados da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). Segundo os investigadores, foram apreendidos, aproximadamente, R$ 110 mil em espécie. O local onde o dinheiro foi encontrado não foi divulgado.
A ação, revelada pela coluna, mira em servidores lotados no gabinete do deputado Daniel Donizet (PL) acusados de assinarem folhas de ponto e não trabalharem. Há também uma apuração em curso sobre a prática de rachadinhas.
A operação foi deflagrada pela Delegacia de Repressão à Corrupção (Drcor/Decor) e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Peritos criminais da Seção de Perícias de Informática (SPI) e Seção de Perícias de Crimes de Alta Tecnologia (Spcat) do Instituto de Criminalística (IC) também participam da ação. A investigação teve início em 2019, após denunciantes informarem que alguns servidores do gabinete parlamentar não exerciam suas funções e repassavam parte de suas remunerações ao parlamentar por meio do chefe de gabinete.
Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), há detalhes na investigação que comprovam que os servidores assinavam as folhas de ponto e não compareciam à Câmara Legislativa, mesmo antes do período da pandemia Covid-19, confirmando as informações dos denunciantes.
São cumpridos oito mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados, no Distrito Federal e Goiás, além da Câmara Legislativa. Um dos locais alvo da operação é um condomínio de luxo de Águas Claras. As buscas visam a obtenção de elementos probatórios que irão subsidiar e reforçar as investigações em andamento.
O termo Melinoe, que dá nome à operação, faz alusão à deusa grega dos fantasmas.
Memória
Em 2019, o Metrópoles antecipou que a suplente do deputado distrital Daniel Donizet, Kelly Bolsonaro (Patriota), fez referência, em depoimento ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), à prática de suposta rachadinha. Kelly atuou como parlamentar por 27 dias enquanto o tucano era administrador do Gama.
À Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e Social (Prodep), Kelly disse que uma comissionada contou ser normal haver devolução de parte dos salários dos funcionários em todos os gabinetes da Câmara Legislativa (CLDF).
O depoimento foi prestado em 11 de setembro de 2019, no âmbito de uma notícia de fato que apura denúncia anônima de funcionários fantasmas no gabinete de Donizet. Kelly também reforçou a acusação de que servidores recebem salários, mas não cumprem a jornada de trabalho. “Soube que estavam lotados no gabinete cerca de 20 funcionários, mas que compareciam regularmente somente 12 ou 13”, descreveu, no depoimento.
Ela assumiu a cadeira de Donizet em 24 de maio de 2019. Na época, “herdou” 21 funcionários do gabinete do parlamentar por meio do Ato do Presidente nº 381/2019. Aos promotores, a ex-distrital frisou ter nomeado somente duas pessoas. Ainda na oitiva, ela destacou ter sido “proibida”, junto ao marido, de se aproximar dos funcionários e soube que um dos servidores orientou os outros a não ajudá-la, especialmente para obter folhas de ponto.
Ao MPDFT, Kelly disse ter sido alertada por servidores dos problemas os quais teria de cuidar, como a existência de funcionários fantasmas. Dois integrantes do gabinete que tentaram ajudá-la perderam o cargo, segundo ela.
Em 9 de agosto de 2019, o promotor Alexandre Fernandes Gonçalves, da 4ª Prodep, solicitou à CLDF relação de todos os servidores lotados no gabinete de Donizet desde janeiro de 2019, além da documentação exigida para a posse no cargo acompanhada das folhas de ponto até o mês de agosto.
Confirmação
Ao Metrópoles, Kelly confirmou as declarações dadas ao Ministério Público. “A questão dos funcionários fantasmas, eu afirmo porque nunca vi. Não pode, durante 27 dias, não conhecer funcionário. Ou, se ele trabalha fora, por que não veio pelo menos uma vez na semana passar um relatório? Não aconteceu isso, de forma alguma. Se estavam trabalhando, para mim, não parecia”, destacou.
Sobre a rachadinha, disse ter chamado atenção dela uma conversa com o sogro de uma das funcionárias lotadas em Cargo de Natureza Especial 1 (CNE-01), cuja remuneração é R$ 14.203,77.
“Em uma conversa meio informal dentro do meu gabinete, disse que a servidora ganhava superbem e ele falou: ‘Não, recebe uma miséria’. Aquilo me chamou atenção. Será que estaria repassando algo para o deputado? Será que existia essa possibilidade? Não é uma acusação, é uma curiosidade que me surgiu”, disse.
O sobrenome do presidente da República foi adotado por Kelly há cerca de seis anos, quando Jair Bolsonaro (PL) era deputado federal. Ela contou ter participado de sessões na Câmara dos Deputados nas quais empunhou cartazes favoráveis às pautas defendidas pelo ex-parlamentar e, então, começaram a chamá-la de Bolsonaro.
Em nota, o deputado Daniel Donizet, por meio de sua assessoria, disse que “as denúncias são completamente infundadas”. “Ainda não tive acesso ao inquérito policial para entender o que motivou as buscas realizadas. Já estou em contato com o meu advogado. Assim que tivermos o conteúdo das investigações em mãos, iremos soltar uma nota de esclarecimento”, disse o parlamentar.
Visitantes do parque temático Hopi Hari, em Vinhedo (SP), passaram por um susto após uma das travas da montanha-russa Montezum se soltar, durante uma subida. O caso ocorreu por volta das 17h40 deste sábado (11), e o brinquedo teve o funcionamento suspenso.
Um vídeo registrado por uma testemunha do ocorrido mostra o momento em que um dos visitantes ergue a trava no alto para sinalizar que ela havia se desprendido. Imediatamente, os ocupantes dos demais carrinhos fazem sinal de “X” com os braços para pedir uma parada técnica.
Em nota, o Hopi Hari informou que a montanha-russa estava iniciando seu percurso quando o problema foi identificado e que a trava que se desprendeu é a que fica no colo dos ocupantes dos carrinhos.
– Logo após o início do ciclo, ainda no princípio da primeira subida da atração, o visitante sinalizou a necessidade de parada, fazendo o sinal de X com os braços acima da cabeça (protocolo utilizado em todas as atrações do parque, quando um visitante, por alguma razão, solicita a parada do brinquedo). Imediatamente, a equipe responsável pela operação suspendeu o ciclo e iniciou a análise da ocorrência – afirmou o parque.
Com equipamentos de segurança, funcionários subiram até o local e retiraram os visitantes, conduzindo-os pelos trilhos.
A assessoria do parque informou que a atração foi reaberta nesta segunda-feira (13) e já opera normalmente.
COSTELAS QUEBRADAS
Em agosto de 2019, uma visitante do parque teve duas costelas quebradas ao andar na Montezum. Em um momento de impacto, Ana Maria de Campos bateu com o trono na proteção da atração e sentiu uma dor aguda sob o peito. Ela foi atendida e examinada no local, mas a fratura só foi identificada no dia seguinte, em um hospital no ABC paulista, onde ela mora com sua família.
Por meio do TripAdvisor, o filho de Ana Maria, Felipe Sposito, afirmou à época que faltava “segurança e manutenção” no brinquedo.
– O atendimento médico e [a] retirada do brinquedo [foram] rápido[s]. Tivemos um correto auxílio. Porém, necessita-se urgente [de] uma reforma para diminuir o tremor que o brinquedo está causando. Porém, o parque não faz o mesmo, pois [isto] afastaria o público e diminuiria o público com a atração âncora fechada – disse.
Sposito ainda disse que, enquanto retiram sua mãe da Montezum, um dos funcionários localizou um parafuso solto em um dos carrinhos, mas não ele viu o desfecho do caso, pois teve de acompanhar a mãe na ambulância.
Um atleta de 42 anos morreu após ser agredido em uma partida de futebol por um jogador do time rival em Carlos Barbosa, na Serra. A vítima foi identificada como Geovani Biancho (a esquerda, na foto) e o caso aconteceu no último sábado (11). A informação foi publicada pelo G1.
De acordo com a Polícia Civil, a partida ocorria na localidade de Torino, no interior do município, quando, por volta das 17h10, a vítima e o suspeito começaram a discutir. O bate-boca virou briga e Biancho foi atingido na região do peito por um chute.
Devido ao golpe, Biancho precisou de atendimento médico, foi socorrido por colegas de time e levado ao Hospital São Roque, mas não resistiu ao ferimento e morreu por volta da meia-noite de sábado. Conforme o hospital, a causa da morte foi uma hemorragia intratorácica.
O suspeito de ter cometido o crime é um jovem de 21 anos. Ele foi ouvido pela polícia e vai responder pelo crime – lesão corporal seguida de morte – em liberdade. “Ele era muito querido por todos, não era de brigas nem confusões. Era uma pessoa do bem, sempre querendo ajudar o próximo. Um baita jogador mas, principalmente, um baita ser humano”, relata Caroline Wilmsen, presidente da Associação Esporte Clube Aliança, um dos clubes no qual o jogador atuou.
Biancho dava aulas em uma escolinha de futebol de Carlos Barbosa. Ele deixa a esposa e um filho de três anos.
Depois do crime, suspeito fugiu e capotou o carro, mas ainda não foi encontrado pela polícia
O dono de um bar foi morto em Tiros, no Alto Paranaíba, por causa de R$ 5. O suspeito de balear a vítima foi identificado. Ele fugiu e capotou o carro, mas ainda não foi preso pela polícia.
A vítima tinha 34 anos e teria discutido com o suspeito por causa de uma ficha de consumo. Houve briga e o homem ainda teria tocado na filha do dono do bar. Ele acabou expulso do local.
Pouco tempo depois, contudo, o homem voltou ao estabelecimento e atirou contra a vítima. Seis tiros acertaram no tórax do proprietário do local. Ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal, mas morreu ao dar entrada na unidade.
O atirador fugiu, só que na a estrada que liga Tiros à comunidade de Revolto, ele capotou o carro em que estava. Apesar disso, continuou a fuga a pé.
A Polícia Militar atendeu à ocorrência e chegou a ir à casa do suspeito, onde foram apreendidos cartuchos deflagrados e recarregados de calibre 32 e material de recarga. O veículo capotado foi apreendido.
Apesar de buscas feitas na cidade e em fazendas próximas do local do acidente, o atirador segue foragido.
Pagamentos têm o valor médio de R$ 400 e devem beneficiar mais de 14,5 milhões de famílias brasileiras
O Auxílio Brasil, programa criado pelo governo federal para substituir o Bolsa Família, começou a ser pago na última semana e contempla nesta terça-feira (14) todos os beneficiários que têm NIS (Número de Inscrição Social) com final 3.
A antecipação do pagamento só foi possível com a publicação de uma MP (medida provisória) no Diário Oficial da União instituindo o Benefício Extraordinário às famílias em situação de vulnerabilidade social.
O calendário de saques do novo benefício obedece à a mesma lógica adotada para o Bolsa Família, com os pagamentos que seguem até o dia 23 de dezembro, quando receberão os beneficiários que têm NIS final com final 0. Nos próximos meses, os depósitos retornam à programação original e devem ocorrer na última semana de cada mês.
As datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas podem ser consultados pelos aplicativos Auxílio Brasil e Caixa Tem, o mesmo desenvolvido para o pagamento do auxílio emergencial durante a pandemia do novo coronavírus.
O Ministério da Cidadania afirma que 14,5 milhões de famílias foram atendidas em novembro pelo novo programa social. Do total, 13 milhões recebiam menos de R$ 400, o atual valor médio de pagamento do Auxílio Brasil.
O Auxílio Brasil é disponibilizado a famílias com renda de até R$ 100 por pessoa, o que enquadra seus integrantes na situação de extrema pobreza, e a famílias com ganho per capita de até R$ 200, consideradas em condição de pobreza.
O novo programa social tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga um emprego ou tenha um filho que se destaque em competições esportivas ou em competições científicas e acadêmicas.
São vagas para diversos níveis de escolaridade. Para se candidatar, basta ir a uma das 14 agências do trabalhador no DF
Moradores do Distrito Federal em busca de emprego têm 305 oportunidades para se candidatarem nesta terça-feira (14/12) em agências do trabalhador da capital. Há vagas para todos os níveis de escolaridade.
O maior salário entre as oportunidades para nível fundamental é para pedreiro: duas das vagas oferecem o valor mensal de R$ 2,2 mil, mais benefícios. Para se candidatar é necessário ter experiência. Outras 14 oportunidades são oferecidas a pedreiros, com salário de R$ 1.870, mais benefícios.
Ainda para quem tem nível fundamental, a profissão com maior número de vagas abertas é a de costureira de reparação de roupas. São 30 e para se candidatar nem precisa experiência. A remuneração oferecida é de R$ 1,1 mil, mais benefícios.
Para nível superior, há oportunidades para psicólogo social e engenheiro elétrico. A primeira vaga oferece salário de R$ 2 mil, mais benefícios enquanto que a segunda tem a maior remuneração do dia, na casa dos R$ 7 mil.