Dia: 21 de julho de 2021

  • Urgente!!-Residentes nas regiões de Santa Maria, Plano Piloto e Planaltina, testaram positivo para a variante Delta

    Urgente!!-Residentes nas regiões de Santa Maria, Plano Piloto e Planaltina, testaram positivo para a variante Delta

    Covid-19: Lacen identifica seis casos da variante delta no DF
    Lacen identificou a nova cepa por meio de sequenciamento genético. As pessoas que testaram positivo para a variante são residentes nas regiões de Santa Maria, Plano Piloto e Planaltina
    A Secretaria de Saúde do Distrito Federal identificou, nesta quarta-feira (21/7), seis casos de infecção pela variante indiana da covid-19, também conhecida como Delta. Os casos forma identificados em amostras de testes RT-PCR analisados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen).
    As pessoas que testaram positivo para a variante são residentes nas regiões de Santa Maria, Plano Piloto e Planaltina.

    Mais detalhes sobre a conduta da pasta e possíveis ações de combate serão divulgadas durante coletiva na tarde desta quarta-feira no Palácio do Buriti.

    Com informações do Correio Braziliense

     

     

  • Deputado é condenado por dizer que jornalista oferecia sexo

    Deputado é condenado por dizer que jornalista oferecia sexo

    Justiça determinou que André Fernandes indenize Patrícia Campos Mello em R$ 50 mil por danos morais
    O deputado estadual do Ceará André Fernandes (Republicanos-CE) foi condenado, em primeira instância, pelos ataques de cunho machista contra a jornalista Patrícia Campos Mello, da Folha de S.Paulo, em fevereiro de 2020.
    A decisão da 27ª Vara do Foro Cível do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP) determinou que o parlamentar indenize a vítima das ofensas em R$ 50 mil por danos morais. A sentença ainda cabe recurso.
    Conforme analisou o responsável pelo caso, o juiz Vitor Frederico Kümpel, os ataques machistas feitos por André Fernandes são prejudiciais à vida particular e profissional da jornalista pelo simples fato de Patrícia Campos Mello ser mulher.

    A condenação contra o deputado cearense ocorreu após uma publicação nas redes sociais em que o representante do Republicanos insinuou que a jornalista estaria oferecendo sexo aos seus entrevistados para conseguir informações contra o presidente da República.

    “Se você acha que está na pior, lembre-se da jornalista da Folha de SP que oferece SEXO em troca de alguma matéria para prejudicar o Presidente Jair Bolsonaro. Depois de hoje, vai chover falsos informantes pra cima desta senhora. Força, coragem e dedicação, Patrícia, você vai precisar!”, escreveu o Fernandes sobre Patrícia, em sua conta pessoal do Twitter.

    Diante das ofensas de cunho sexual, a jornalista ajuizou a ação judicial contra o parlamentar bolsonarista solicitando a indenização por danos morais. Ao se defender no processo, Fernandes alegou que seu comentário sobre a repórter estaria respaldado pela imunidade parlamentar, contudo, segundo o juiz, a ofensa moral em relação à jornalista não guarda qualquer relação com o exercício do mandato do cearense. Para o magistrado, os comentários feitos nas redes sociais foram “extremamente perniciosas à honra da autora” da ação.

    Na análise do processo, o magistrado ressaltou que os ataques contra a jornalista não estavam relacionados à liberdade de expressão, mas sim a uma ofensa direta. “Ademais, como representante do povo, esperar-se-ía do réu uma postura minimamente sóbria e equilibrada, o que aliás, tem sido rechaçado por muitas figuras políticas e sociais na atualidade”, pontuou Kümpel ao embasar sua decisão.

    “De qualquer viés que se analise o caso em tela,evidente o dano moral suportado pela autora, na medida em que se trata de jornalista bastante conhecida no meio em que atua, sendo certo o largo alcance das postagens realizadas pelo réu, conforme já mencionado”.

    Com informações do Terra Noticias

  • Homem que se dizia imune a veneno de cobra morre após picada

    Homem que se dizia imune a veneno de cobra morre após picada

    O filipino Bernardo Alvarez era conhecido como ‘Homem-Cobra’ e foi picado na língua quando fingir beijar serpente mortal
    Um filipino conhecido como “Homem-Cobra”, que dizia ser imune ao veneno de serpentes, morreu após ser picado na língua. Segundo relatos, Bernardo Alvarez, 62 anos, tentou beijar uma cobra-filipina (Naja philippinensis) quando foi atacado fatalmente.

    O triste acidente foi registrado em Mangalda, no norte das Filipinas, no último dia 9.
    Cercado por uma pequena multidão que costumava acompanhar e aplaudir as interações com cobras, Bernardo pegou o réptil mortal e o aproximou do rosto, fingindo que beijaria a boca dele.
    Mesmo segura pela cabeça, a serpente conseguiu morder a língua do Homem-Cobra. Bernardo gritou de surpresa e dor, antes de cair morto no chão.

    Veneno muito potente
    Assim como as serpentes mais mortais, o veneno da naja filipina é uma potente neurotoxina que interrompe a transmissão de sinais nervosos, causando paralisia. Geralmente, a vítima morre de asfixia, uma vez que os pulmões param de se mover.

    Antes de morrer, a vítima geralmente sente fortes tonturas, enjoo, dor abdominal e diarreia. Na maioria dos casos, a vítima perde a consciência 30 minutos após a picada — a não ser que seja um mangusto invocado.
    Essa espécie é ainda do tipo cuspideira: registros apontam que ela é capaz de cuspir com precisão veneno em um alvo a cerca de 3 m.

    R7

     

  • Bolsonaro: “O G7 da CPI quer a volta da impunidade e da corrupção no Brasil”

    Bolsonaro: “O G7 da CPI quer a volta da impunidade e da corrupção no Brasil”

    No último dia 19, Bolsonaro voltou a ofender membros da CPI que investiga as responsabilidades pela disseminação da covid-19 no país. Ele chamou o presidente do colegiado, Omar Aziz, de “anta amazônica”. Além disso, caracterizou o parlamentar e os senadores Randolfe Rodrigues e Renan Calheiros como “três otários”
    O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar os membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19 nesta quarta-feira (21/07). O mandatário afirmou que o chamado G7 quer a volta da impunidade de da corrupção no país e ironizou o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), o vice, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e o relator Renan Calheiros (MDB-AL), dizendo que os mesmos formam “uma trinca para não botar defeito”
    “Batem o tempo todo. Em especial o G7 da CPI quer a volta da impunidade e da corrupção no Brasil. Basta você ver as três figuras mais importantes da CPI: Renan Calheiros, Omar Aziz e Randolfe Rodrigues. Realmente é uma trinca para não botar defeito, né?”, disse rindo em entrevista à Jovem Pan de Itapetininga.

    No último dia 19, Bolsonaro voltou a ofender membros da CPI. Ele chamou Aziz de “anta amazônica” e caracterizou ainda Randolfe, Renan e Aziz como “três otários”.
    Já no dia 12, se referiu a eles como os “três patetas”. O chefe do Executivo ainda minimizou o suposto esquema de propina no Ministério da Saúde, denunciado pelo deputado Luis Miranda, que chamou de “propininha”.

    Com informações do Correio Braziliense

  • Empresa russa cria o mais potente carregador móvel para carros elétricos do mundo

    Empresa russa cria o mais potente carregador móvel para carros elétricos do mundo

    Dispositivo pode carregar Porsche Taycan ou Tesla completamente descarregados em apenas 8 minutos.
    No início de julho, a empresa russa L-Charge lançou o carregador móvel para carros elétricos mais potente do mundo. Trata-se de um novo serviço, desenvolvido especialmente para os mercados de Londres, Paris e Nova York. O proprietário do carro elétrico poderá carregá-lo sem sair de casa, chamando uma minivan da empresa com uma bateria interna.

    As estações móveis L-Charge podem ser chamadas de qualquer ponto de Moscou. Ekaterina Tchesnokova/Sputnik

    A tecnologia é promissora, já que os automóveis elétricos crescem rapidamente em quantidade pelo mundo afora, devendo chegar aos 400 milhões até o final da década.

    Equipamento de recarga. Ekaterina Tchesnokova/Sputnik

    “Esta tendência impulsiona o desenvolvimento de infraestrutura. Hoje, no mundo todo, existem apenas carregadores fixos para carros elétricos, e não há outras empresas desenvolvendo carregadores móveis”, diz o diretor da L-Charge, Dmítri Láchin.

    O carregador fixo leva entre 8 e 24 horas para carregar totalmente um Tesla, enquanto seu carregador móvel precisa de apenas oito minutos.

    Não existem planos de outros gigantes, como a Electrify America e a Tesla Super Charge, para criar análogos do carregador móvel russo em um futuro próximo.

    O diretor-geral da L-Charge, Dmítri Láchin. Ekaterina Tchesnokova/Sputnik

    “A British Petroleum declarou que seria mais fácil comprar a tecnologia russa ou abrir um parque de carros nossos que criar sua própria tecnologia do zero. Os franceses também já estão interessados em criar um parque de minivans L-Charge”, diz Láchin.

    De acordo com ele, um quilowatt-hora custará entre US$ 0,4 e US$ 0,6. O cliente poderá solicitar a recarga por meio de um aplicativo para smartphone.

    “O aplicativo da L-Charge funcionará como o Uber. Você chama e a nossa minivan vem o quanto antes carregar seu carro elétrico”, acrescentou Láchin.

    Uma minivan com carregador da L-Charge custa cerca de US$ 150 mil

    Com informações da br.rbth.com

     

  • Tecnologia – Campus Party Digital 2021 anuncia edição em Brasília

    Tecnologia – Campus Party Digital 2021 anuncia edição em Brasília

    A Campus Party, maior festival de tecnologia do mundo, acaba de anunciar a edição em Brasília, que acontecerá entre os dias 22 e 24 de julho, em formato 100% digital, com transmissão multiplataforma e inscrição gratuita. A edição também contará com a participação e conteúdo de outros países da América Latina, como Argentina, Chile, Colômbia, Paraguai e Uruguai.

    O principal objetivo da Campus Party Digital Edition 2021 é trazer conteúdos inovadores para estimular ainda mais a interação entre os participantes, independentemente de idade, etnia, gênero ou status socioeconômico. A meta é ir além da entrega de eventos no molde “Zoom + plateia”, através de projeto omnichannel, que levará o conteúdo em diferentes plataformas como: YouTube, Facebook, Instagram, TikTok e Twitch. Os campuseires também poderão encontrar os painéis de conteúdos Globo, no Globoplay, já na semana posterior ao evento.

    De acordo com Tonico Novaes, CEO da Campus Party no Brasil, a edição de Brasília é essencial para o universo do festival. “Queremos proporcionar uma experiência disruptiva e inclusiva, para todas as comunidades de campuseires da região”, completa Tonico.

    Para estimular debates inspiradores, a edição apresentará seis palcos: Reboot the World, Work Life, Green Deal, Living Better, Joy of Life e New Horizons, que abordarão, respectivamente, as diferentes temáticas: Sociedade 5.0, Mercado de Trabalho e Economia; Energia Limpa e Meio Ambiente, Saúde e Ciência, Entretenimento e Cultura Digital, Educação e Governo Tech.O festival conta com o line-up confirmado. A seguir, alguns dos nomes:
    • Abilio Diniz – Presidente do Conselho da Península Participações e membro do Conselho de Administração do Grupo Carrefour;
    • Caito Maia – Fundador da Chilli Beans;
    • Fernanda Gentil – jornalista e apresentadora da Globo;
    • Felipe Andreoli – jornalista da Globo;
    • Eduardo Sterblitch – Humorista da Globo;
    • Rafa Kalimann – Apresentadora do Globoplay;
    • Maitê Lourenço – CEO e fundadora do BlackRocks Startups;
    • Luís Justo – CEO do Rock in Rio;
    • Nyvi Estephan – Apresentadora e streamer;
    • Fabiana Karla – Atriz e apresentadora da Globo;
    • Eva Lazarin – CEO e fundadora da Benkyou;
    • Débora Garofalo – Coordenadora do Centro de Inovação da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo;
    • Fabi Alvim – Comentarista olímpica da Globo;
    • Aretha Duarte – alpinista;
    • Ademar Lucas – skatista;
    • Joana Thimoteo – Diretora de eventos esportivos da Globo;
    • Ricardo Cappra – Chief Data Scientist do Cappra Lab;
    • Flávia Gamonar – Autora e instrutora oficial LinkedIn Learning;
    • Kenya Sade – Apresentadora do podcast Tô na Trace;
    • Gustavo Ziller – Criador e protagonista da série 7CUMES do Canal Off.
    Durante os três dias do evento, além dos painéis, a edição digital também contará com diferentes experiências que proporcionarão maior interação e integração entre campuseires. Empresas, instituições de ensino, governos, comunidades e entusiastas se encontrarão em um polo digital onde o futuro será ativamente construído.

    As inscrições são gratuitas pelo site: https://brasil.campus-party.org/

    Realizador – Gouvêa Ecosystem

    A Gouvêa Ecosystem é composta por 17 empresas dedicadas a apoiar e promover a evolução dos negócios em 4 verticais: Consultoria, Serviço, Solução e Relacionamento. Membro do Ebeltoft Group – consórcio global com 18 empresas de consultoria especializadas em varejo e consumo em 22 países.

    Campus Party Digital Edition 2021

    Dias: 22, 23 e 24 de julho
    Horários: 10h às 0h (dias 22 e 23/07) e 10h às 20h (dia 24/07)
    Site oficial: digital.campus-party.org/brasil
    Inscrições pelo link: site: https://brasil.campus-party.org/

    Mais informações para a imprensa:

    Fábio Rego Barros
    (21)99968-2771
    fabio.barros@gsmd.com.br

    Marina Alfano
    (11)97286-1149
    marina.alfano@grupovirta.com.br
    Renata Vital
    (11)94748-3290
    renata.vital@grupovirta.com.br

    Website: site: https://brasil.campus-party.org/

    Com informações da OVERBR

  • Gleisi Hoffmann consta como morta e com nome “Bolsonaro” no SUS

    Gleisi Hoffmann consta como morta e com nome “Bolsonaro” no SUS


    Cadastro da presidente do PT teria sido hackeado. Deputada pode ter dificuldades para receber a 2ª dose da vacina contra Covid
    A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, teve o seu cadastro no Sistema Único de Saúde (SUS) hackeado. Agora, os registros mostram que a deputada já teria morrido. Por conta disso, ela pode ter dificuldades para receber a segunda dose da vacina contra a Covid-19. A informação foi divulgada pela Folha de S. Paulo e confirmada pela assessoria da deputada ao Metrópoles.
    Gleisi Hoffmann tomou a primeira dose da vacina no último dia 25, em um posto de vacinação em Brasília. Já neste terça-feira (13/7), profissionais de saúde entraram em contato para informá-la que tinha sido dado baixa no cadastro dela. A deputada também soube que no sistema ela constava como morta. Agora, Gleisi precisa provar que está viva para reativar o cadastro.

    Ao lado do nome completo da petista aparece o nome “Bolsonaro”, como um suposto apelido.

    De acordo com a assessoria, “foi encaminhado um documento solicitando ao Ministério da Saúde” que faça a correção dos dados de Gleisi no sistema do SUS. “Está sendo estudado que outras medidas podem ser tomadas”.

    gleisi nova
    A deputada pediu ajuda do deputado Alexandre Padilha (PT-SP), ex-ministro da Saúde no governo de Dilma Rousseff (PT-RS). Ele teria dito à colega que o site da pasta já sofreu uma série de ataques hackers e que a alteração no cadastro dela pode ter alguma relação com isso.

    Ao Metrópoles, o deputado Alexandre Padilha explicou que a alteração cadastral nos dados de Gleisi Hoffmann pode ter relação com um vazamento de dados em novembro do ano passado, que levou à exposição informações de ao menos 16 milhões de brasileiros.
    “Provavelmente isso aconteceu nesse episódio de 2019, que nós denunciamos à época, eu fiz inclusive um protocolo para o Tribunal de Contas da União. O Idec [Instituto de Defesa do Consumidor] entrou junto ao MPF para investigar esse vazamento de dados da Saúde, mudanças nos cadastros do cartão SUS, e aparentemente feito por consultores contratados por acordo do Ministério da Saúde com o Hospital Albert Einstein”, afirma.

    O parlamentar se refere ao vazamento de dados de ao menos 16 milhões de brasileiros que tiveram diagnóstico suspeito, confirmado ou foram internados com Covid-19. Na ocasião, dados pessoais e médicos expostos na internet durante quase um mês por causa de um vazamento de senhas de sistemas do Ministério da Saúde.
    Entre as pessoas que tiveram a privacidade violada, com exposição de informações como CPF, endereço, telefone e doenças pré-existentes, estão o presidente Jair Bolsonaro e familiares; o na época ministro da Saúde, Eduardo Pazuello; outros seis titulares de ministérios, como Onyx Lorenzoni e Damares Alves; o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e mais 16 governadores, além dos ex-presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

    Ataques hacker
    Em fevereiro deste ano, a rede do Ministério da Saúde foi invadida por hackers, mas não houve vazamento de informações. Na ocasião, o hacker chegou a pedir: “Arrumem esse site porco”.

    Já em novembro de 2020, a pasta identificou a presença de um vírus em algumas estações de trabalho e teve que bloquear o acesso dos funcionários ao sistema para evitar sua a propagação.

    Com informações do Metrópoles

  • Urgente: Padre solta o verbo em missa: “Esquerdistas são anticristãos!” VEJA VÍDEO

    Urgente: Padre solta o verbo em missa: “Esquerdistas são anticristãos!” VEJA VÍDEO

    Padre há três anos, após desistir da medicina, Pablo de Faria aparece em vídeo dizendo que a esquerda é contra a igreja. “Converta-te”, diz
    O padre Pablo Henrique de Faria, de 43 anos, que é médico, declaradamente de direita e apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), disse durante homilia numa Santa Missa da Paróquia São Paulo VI, em Iporá, cidade do oeste goiano, que movimentos de esquerda e esquerdistas são anticristãos.
    A fala foi transmitida ao vivo, durante a celebração do dia 9/7.
    No momento, ele refletia sobre uma passagem da Bíblia que fala, metaforicamente, sobre os “lobos” que tentam destruir a igreja.
    Ele faz a relação dos “lobos” citados no texto como se fossem os adeptos de pensamentos de esquerda nos dias atuais.
    “Nós estamos vivendo o momento mais dramático que eu já vi. Eu não poderia imaginar, há 10 anos, o que estamos vivendo hoje. É assustador.

    E que fique bem claro: movimentos esquerdistas são anticristãos.
    Se você é esquerdista, desses partidos, converta-te. Não é cristão, caramba! Não misture”, disse ele.

  • Luís Miranda reage a investigação da PF: “Tentativa de me intimidar”

    Luís Miranda reage a investigação da PF: “Tentativa de me intimidar”

    Miranda afirma que tem todas as provas sobre supostas pressões sofridas por seu irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda. À PF, o servidor disse que não as tem mais. “Não sei se meu irmão se acovardou, ou se de fato ele não tem”, disse o parlamentar
    O deputado federal Luís Claudio Miranda (DEM-DF) chamou, nesta terça-feira (20/7), de tentativa de ‘calar testemunha’ a ação da Polícia Federal de encaminhar ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para definir se o parlamentar pode ser investigado por denunciação caluniosa contra o presidente Jair Bolsonaro no mesmo inquérito em que o mandatário é investigado por prevaricação. “É uma tentativa de me intimidar”, disse.
    Miranda iria depor à PF nesta terça-feira, mas o depoimento foi remarcado para a próxima semana a pedido do parlamentar. O caso se refere à suspeita de prevaricação de Bolsonaro no caso da vacina indiana contra covid-19 Covaxin, do laboratório Bharat Biotech, representado no Brasil pela empresa Precisa Medicamentos.

    O irmão do deputado, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda, disse à Procuradoria da República no Distrito Federal, e depois à CPI, que sofreu “pressões atípicas” para agilizar a importação do imunizante, apesar de problemas de valores na invoice (nota fiscal internacional) enviada pela empresa brasileira para pagamento. Além disso, os dois disseram ter se reunido com o presidente em março, quando relataram as suspeitas. Na ocasião, segundo o deputado, Bolsonaro disse que encaminharia as informações para que a Polícia Federal abrisse inquérito, o que não ocorreu.

    Mensagens de celular
    “É uma tentativa, às vésperas do meu depoimento, de me intimidar mais uma vez, tentar calar testemunha, já que a imprensa já sabe que eu tenho todas as provas… Que eles, de certa forma, conseguiram calar meu irmão. Não sei se meu irmão se acovardou, ou se de fato ele não tem. Mas eu tenho todas, porque ele encaminhou para mim. E agora eles partem para cima de mim, mais uma tentativa, como sempre, de tentar calar as testemunhas”, disse Miranda.

    Quando fala sobre o seu irmão, Miranda se refere ao fato de o servidor ter dito à PF, em depoimento na semana passada, que trocou de telefone e não tem mais as mensagens que mostram as supostas pressões sofridas para agilizar a importação da Covaxin.
    “Não tem embasamento jurídico nenhum (o pedido da PF), tendo em vista que nós não denunciamos o presidente; não denunciamos prevaricação de ninguém. Pelo contrário, denunciamos ao presidente suspeitas de desvio de conduta por parte de servidores em um contrato de importação de vacinas. Exclusivamente isso. A decisão se o presidente deveria ter feito algo ou não, se prevaricou ou não, isso não cabia a nós, e não nos coube, não fomos nós que denunciamos. Foram os próprios senadores (da CPI)”, disse o deputado.

    Concorrente no DF
    O deputado ainda criticou o ministro da Justiça, Anderson Torres, que enviou o pedido de abertura de inquérito policial contra Miranda ao diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Maiurino. Agora, a PF encaminhou os pedidos para parecer do STF. Torres é um dos cotados a disputar uma cadeira como deputado federal em 2022.

    “Logo o Anderson Torres, que é candidato a deputado federal no mesmo estado, no Distrito Federal. Quer dizer, o ministro da Justiça, que é meu concorrente nas próximas eleições, porque a base dele é segurança pública, que é a mesma que a minha. Para ele é muito conveniente essa ação. Mas confio na justiça, na Polícia Federal, e tenho certeza que não prosperará a atitude mau caráter de algumas pessoas”, ressaltou.

    O ministro enviou o pedido de abertura de inquérito contra Miranda no dia 24 de junho, após um pedido do ministro da Casa Civil, general Ramos. O general encaminhou a Torres uma notícia-crime apontando que Miranda havia mentido em entrevista à CNN ao falar sobre a compra da Covaxin pelo ministério. Depois disso, a PF abriu inquérito para apurar suspeita de prevaricação (quando um funcionário público sabe de uma irregularidade, mas retarda ou deixa de informar sobre ela) cometida por Bolsonaro.

    Com informações do Correio Braziliense

  • Homem luta na Justiça para provar que ganhou R$ 18 milhões na loteria

    Homem luta na Justiça para provar que ganhou R$ 18 milhões na loteria


    Marcos Pessoa tenta atestar há 4 anos que houve erro na leitura do cartão de apostas dele
    Há mais de quatro anos o autônomo Marcos Pessoa, 44 anos, tenta provar na Justiça que ganhou mais de R$ 18 milhões na loteria. Foi no concurso 1.737 da Lotomania, ocorrido em fevereiro de 2017. Ele afirma que a máquina leu as marcações do cartão dele de maneira incorreta e diz que é possível comprovar. Ao todo seria um jogo de 20 acertos, 5 apostas com 19 dezenas certas e mais 16 bilhetes com 18 números sorteados.
    Conforme ele mesmo conta, toda semana o então produtor de molho de pimenta jogava os mesmos 39 números tentando aproveitar que o concurso vinha acumulando. “Eram números que estavam sempre saindo. Então eu escolhi essas 39 dezenas e deixava a máquina completar com os outros 11”, relata.

    Foi o que Marcos diz que aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2017. Ele foi até a Lotérica Alameda, em Taguatinga, com este único cartão preenchido e pediu para que fosse passado 23 vezes. “Eu cheguei lá quando já estava perto de fechar. Ia passar 40 vezes, mas estava com pouco dinheiro na hora. Fiz os jogos e fui embora”, explica.
    Dois dias depois, o sorteio aconteceu e ele conferiu da maneira que parecia mais fácil. Olhou quantos dos 39 números habituais tinham sido sorteados e passou a conferir apenas os outros 11 da máquina. “Eu vi que a Caixa avisou que tinha acumulado. Como eu já tinha 18 acertos, deveria conseguir mais um número só, mas achei os dois que me dariam o prêmio todo”, lembra.

    Ele achou estranho o suposto erro da Caixa e foi conferir novamente os bilhetes, dessa vez olhando os números que deveriam ser fixos. Foi aí que veio a surpresa. “Eu vi que em nenhum dos jogos tinham todos os números que eu costumo marcar. Alguns tinham 36, 37, 38, mas nenhum 39”, destaca.
    Ainda na esperança de conseguir provar que merecia ter o prêmio, Marcos foi de volta até a casa lotérica e pediu as gravações da câmera de segurança para provar que ele tinha usado apenas um bilhete e que um erro tinha ocorrido. Informado de que só poderiam passar as imagens mediante decisão judicial, ele acionou o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

    Confira a diferença de registro entre as apostas e o cartão que teria sido utilizado
    A disputa na Justiça
    Marcos pediu que fossem disponibilizadas as imagens, mas o juiz que analisou o caso não entendeu como necessária nem a lotérica e a Caixa quiseram disponibilizar. Conforme contestou a defesa da casa de apostas na época, mesmo que ficasse provado que foi utilizado apenas um volante, não seria possível “provar que foi aquele utilizado junto ao referido terminal lotérico”.

    Em primeira instância, o magistrado entendeu que “eventual erro derivado das marcações numéricas de apostas em jogos lotéricos, por si só, não atrai a responsabilidade das rés [lotérica e Caixa], tendo em vista que as falhas no preenchimento do volante devem ser questionadas anteriormente ao resultado do jogo, o que não ocorreu no caso dos autos. Daí, inviável cogitar da aplicação da teoria da perda de uma chance”.
    Marcos recorreu da decisão. Segundo o apelo apresentado pelo advogado dele, deveria ser aplicado o Código de Defesa do Consumidor, com a inversão do ônus da prova, além de já haver indícios materiais do erro uma vez que a diferença de tempo do registro de um jogo para o outro é de, em média, 2 segundos.

    O representante do autônomo ainda destaca o erro reconhecido pela própria Caixa com relação ao número 74. Em alguns jogos, ele aparece entre colchetes, indicando que a dezena estava marcada no cartão, e em outros fora do colchete, indicando que a máquina foi responsável por escolhê-lo.

    “Dessa forma, quanto às alegações de erro no sistema de leitura, ainda que houvesse neste caso, é necessário verificar o caso do número 74, que somente apareceu por 3 (três) vezes nas apostas, poder-se-ia supor que houve erro, mas neste caso o apostador foi beneficiado, pois o número 74 foi um dos números sorteados”, disse a empresa.

    Outro argumento é que caberia também ao responsável por registrar o jogo conferir se ocorre o bom funcionamento da máquina.
    Já a Caixa argumenta no processo que Marcos “não conseguiu demonstrar vícios na aposta (bilhete) litigada, principalmente no momento anterior ao sorteio, já que era de sua responsabilidade a sua conferência”.
    Diante do recurso, a expectativa é que o caso vá para 2ª instância a fim de ser julgado.

    Confira no Metrópoles

     

  • Oportunidades de Trabalho no DF são 266 vagas nesta quarta 21

    Oportunidades de Trabalho no DF são 266 vagas nesta quarta 21

    Para concorrer a uma dessas vagas, você que atende às exigências, pode ir a uma das Agências do Trabalhador entre 8h e 17h, de segunda a sexta-feira, munido de documento pessoais, Identidade, CPF, Carteira de trabalho, Comprovante de residência com CEP, ou ainda, você pode acessar o aplicativo Sine Fácil, cadastrar-se, verificar e concorrer a uma vaga.

    Vagas de Emprego para quarta-feira, 21 de julho

    Acesso:

    Para baixar o Sine Fácil, gratuitamente, basta acessar a loja de aplicativos do seu celular. Android ou IOS.

    Acesse a Play Store e pesquise pelo aplicativo. Após concluir a instalação, clique no ícone do programa para iniciar o Sine Fácil. Lembrando que só aparece em seu aplicativo as vagas em que as exigências coincidam com seu perfil, exemplo: experiência, qualificação, PCD, residir na região da empresa etc. Caso, seu currículo cadastrado não coincida com as exigências do empregador, a vaga não aparecerá para você no aplicativo.

    Fonte: Secretaria do Trabalho