Dia: 17 de junho de 2021

  • Proposta de Delmasso estabelece multa de R$ 2 mil para quem for pego com drogas no DF

    Proposta de Delmasso estabelece multa de R$ 2 mil para quem for pego com drogas no DF


    O projeto de lei n.º 3617/2020 de autoria do vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos) quer multar usuários que forem flagrados portando drogas, tanto nas ruas quanto em carros ou até mesmo dentro de casa. Considerada administrativa, a medida seria uma sanção paralela à prevista na atual legislação penal. Não há previsão para que a proposta seja avaliada pelos deputados distritais.

    “Fica estabelecida a sanção administrativa aplicada para a pessoa física que adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo para consumo pessoal, substâncias proscritas definidas pela autoridade sanitária brasileira. A pessoa física que aderir, adquirir, guardar, tiver em depósito, transportar ou trouxer consigo para consumo pessoal, substâncias prescritas definidas pela autoridade sanitária brasileira, será multada no valor de dois salários mínimos”, sugere o texto.

    A proposta especifica casos de pessoas mais pobres, quando o flagrante será revertido em prestação de serviços comunitários em órgãos públicos ou entidades sociais. O não pagamento da multa resultará em inscrição na Dívida Ativa, e o valor arrecadado será destinado para políticas públicas de prevenção ao uso de drogas.

    “Apresentei este projeto em nome das famílias dos usuários. A multa é algo pedagógico. Para os hipossuficientes deverão prestar serviços comunitários. Infelizmente os traficantes usam do vício das pessoas para ganhar dinheiro e financiar o crime”, argumentou Delmasso.

    Caso aprovada, a proposta permitirá que, no caso de reincidência, a multa aplicada seja dobrada até o máximo de cinco vezes. Se o infrator for criança ou adolescente, deverão ser seguidos os preceitos da Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

    Ascom do Deputado Delmasso

  • Conheça a Cidade que já vacinou 100% da população adulta contra a covid-19

    Conheça a Cidade que já vacinou 100% da população adulta contra a covid-19

    Alcântara, no Maranhão, vacina 100% da população adulta contra a covid-19
    Dessa forma, a cidade se tornou a segunda do país a atingir o feito, sendo a primeira através do Programa Nacional de Imunização
    Alcântara, no Maranhão, é a primeira cidade brasileira com 100% da população adulta vacinada com pelo menos a primeira dose pelo Programa Nacional de Imunização. O anúncio foi feito pelo governador do Maranhão, Flávio Dino, nesta quarta-feira (16/6). “Esperança vencendo as trevas e a tristeza”, escreveu nas redes sociais.
    A marca foi possível porque a cidade é formada, em sua maioria, por uma população quilombola, grupo prioritário da vacinação. No município de 22 mil moradores são, ao todo, 204 comunidades quilombolas, onde vivem mais de 3,3 mil famílias. De acordo com o Ministério da Saúde, 13 mil pessoas tomaram a primeira dose na cidade.

    Visão da praça e da igreja de São Matias, em Alcântara (MA) — Foto: Divulgação/Bruno Mendonça

    Para que o marco fosse possível, a cidade recebeu mutirões de vacinação e ajuda do estado com equipes especializadas para aplicar os imunizantes.
    Em abril, a cidade de Serrana, em São Paulo, também chegou à marca de 100% da população adulta vacinada. Mas, no caso do município paulista, foi devido à participação no estudo desenvolvido pelo Instituto Butantan. A pesquisa tinha como intuito medir a capacidade da vacina CoronaVac de barrar a transmissão da covid-19. O resultado do experimento, divulgado no mês passado, apontou que os casos de covid-19 na cidade tiveram queda de 80% e as mortes em 95%.

    Com informações do Correio Braziliense

    lkciocalçados

     

  • Quatro regiões do DF ficam sem energia nesta sexta-feira (18)

    Quatro regiões do DF ficam sem energia nesta sexta-feira (18)


    Procedimento é necessário para serviços que visam melhorar o abastecimento
    Planaltina e Vicente Pires receberão condutores da rede de alta tensão mais potentes, nesta sexta-feira (18). Por segurança, será preciso interromper o fornecimento de energia, temporariamente, em alguns endereços das duas cidades.

    A partir das 8h40 até as 16h, a interrupção afetará o Núcleo Rural Rio Preto, em Planaltina, nas chácaras 23 e 24 e na área isolada nº 1. Na Colônia Agrícola Samambaia, o desligamento vai até as 16h30, nas chácaras 29, 30, 60 ,61 ,69 a 98, 108 e da 153 a 156.

    Uma substituição de cruzetas (peças destinadas a suportar condutores e/ou equipamentos de redes aéreas de distribuição de energia elétrica) também deixará às escuras a AE 4 DO Guará, nos lotes K (Bloco A) e L (blocos A/B e C/D), das 8h40 às 11h.

    Poda de árvores e manutenção preventiva em rede elétrica em Brazlândia e Cruzeiro também provocarão desligamento temporário de energia, a partir das 8h40.

    Em Brazlândia, as chácaras Boa Vista, Ana Carolina, Louzeiro, Label, Paraíso, São José, Liberdade Cristã, Aquiry, Canaã, Nova Jerusalém, Do Pedro, Olho D’agua e Pedra Viva, da Reserva D da Gleba 2, no Núcleo Rural Alexandre Gusmão ficarão sem energia até as 16h30.

    No Cruzeiro, o desligamento será até 11h30 e afetará o Centro Comercial, Bloco D-20.

    Caso os serviços sejam concluídos antes do horário previsto, a rede será energizada sem aviso prévio, reduzindo o tempo em que os consumidores permanecerão sem energia elétrica.

    Serviço

    Para qualquer região do DF, em caso de falta de energia, a população pode registrar ocorrência na Agência Virtual. Em caso de urgência, basta ligar para o 116 e, estando fora de Brasília, para 0800 061 0196. Clientes portadores de deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55 (ligação gratuita), desde que utilizem aparelho telefônico adaptado para essa finalidade

    ALLINE MARTINS, DA AGÊNCIA BRASÍLIA | EDIÇÃO: RENATA LU

  • Israel atinge alvos em Gaza pela segunda vez desde cessar-fogo

    Israel atinge alvos em Gaza pela segunda vez desde cessar-fogo

    Não há relatos imediatos de vítimas durante o ataque, que seria uma resposta ao lançamento de balões carregados de explosivos pelo Hamas
    Militares israelenses voltaram a atingir alvos palestinos nesta quinta-feira (17/6), na Faixa de Gaza pela segunda vez desde que um frágil cessar-fogo encerrou a guerra de 11 dias no mês passado. A ação seria uma resposta ao lançamento de balões carregados de explosivos feito pelo enclave controlado pelo Hamas ao longo do dia, pelo terceiro dia seguido, contra o sul de Israel. Os balões causaram ao menos oito incêndios e foram contidos sem deixar vítimas.
    Não houve relatos imediatos de vítimas dos ataques israelenses, que foram noticiados pela mídia local e puderam ser ouvidos na Cidade de Gaza. Israel também realizou ataques aéreos na manhã de quarta-feira, tendo como alvo o que diz ser instalações do Hamas, sem deixar vítimas.

    Os caças da Força Aérea de Israel atingiram complexos militares do Hamas na Faixa de Gaza na noite entre terça e quarta-feira, também em resposta a balões carregados de explosivos lançados durante o dia. O porta-voz das Forças de Defesa de Israel disse que os compostos atingidos na primeira noite eram usados, segundo ele, por agentes terroristas em Khan Yunis e na cidade de Gaza. Ele afirmou na ocasião que os militares estavam preparados para todos os cenários, incluindo a renovação dos combates.
    As ações de terça-feira marcaram a primeira escalada da violência desde que um cessar-fogo encerrou 11 dias de conflito entre Israel e o Hamas no mês passado, no qual 13 israelenses e pelo menos 248 palestinos foram mortos. Tanto Israel quanto o Hamas disseram que o cessar-fogo negociado pelo Egito era frágil.

    Mais cedo, nesta quinta-feira, a polícia israelense usou granadas de atordoamento e um canhão d’água para dispersar manifestantes palestinos do Portão de Damasco, no leste de Jerusalém, o epicentro de semanas de protestos e confrontos com a polícia no período que antecedeu a última guerra de Gaza. Depois que a multidão se dispersou, os palestinos puderam ser vistos jogando pedras e garrafas de água contra judeus ultraortodoxos que caminhavam na área.
    edidos circularam na internet para que manifestantes se reunissem no Portão de Damasco em resposta a uma manifestação realizada lá por ultranacionalistas judeus na terça-feira, na qual dezenas de israelenses gritaram “morte aos árabes” e “que sua vila seja queimada”. A polícia liberou a praça à força e forneceu segurança para a manifestação, parte de um ato para celebrar a conquista de Israel de Jerusalém Oriental.

    Em um incidente separado, um adolescente palestino morreu na quinta-feira após ser baleado por soldados israelenses na Cisjordânia ocupada durante um protesto contra um posto avançado de assentamento, o quarto manifestante a ser morto desde que o posto foi estabelecido no mês passado.
    Os militares israelenses disseram na quarta-feira que um soldado estacionado perto do posto avançado na Cisjordânia viu um grupo de palestinos se aproximando e que um deles teria atirado um objeto suspeito contra ele, que explodiu do seu lado.

    O Exército disse que o soldado atirou para o alto e, depois, contra o palestino jogou o objeto. O Ministério da Saúde palestino disse na quinta-feira que Ahmad Shamsa, de 15 anos, morreu em decorrência de um ferimento à bala.

    Com informações do Metrópoles 

  • Vigilante sobre confronto entre Lázaro e polícia: “Mais de 30 tiros”

    Vigilante sobre confronto entre Lázaro e polícia: “Mais de 30 tiros”

    lkciocalçados

    Alexandre Augusto foi até Girassol (GO) deixar uma amiga quando viu o suspeito. “Ele estava perto da casa do pai”, disse
    A polícia fechou o cerco contra Lázaro Barbosa de Sousa, 32 anos. O homem foi visto na cidade de Girassol (GO), próximo à casa do pai dele, enquanto se escondia embaixo de um cobertor. Testemunhas relataram que o maníaco estava com uma mochila, mancava e simulava ser um mendigo. Quando avistou a polícia, Lázaro teria corrido para um córrego perto de onde foi visto.

    “Vim deixar uma colega minha do lado da casa do pai do Lázaro e fui ver o que estava acontecendo. Vimos o suspeito dentro de uma casa, agachado. Ele desceu para o córrego. Houve mais de 30 tiros. Disparos de metralhadora”, relatou o vigilante Alexandre Augusto, que estava no local.
    Segundo ele, Lázaro estava com um cobertor nas costas, cobrindo uma mochila. “Ele estava até mancando”, disse à reportagem.

    Com informações do Metrópoles

     

  • Família refém de Lázaro em 2009 relembra terror: “Olhar de maldade”

    Família refém de Lázaro em 2009 relembra terror: “Olhar de maldade”


    Crime seguiu as mesmas características do ocorrido na semana passada no Incra 9. Família foi colocada nua dentro de um banheiro
    A família feita refém por Lázaro Barbosa, 32 anos, durante um assalto ocorrido em 2009, ainda tem vivos na memória os momentos de terror.
    O caso ocorreu em uma chácara no Córrego das Corujas, região de Ceilândia, distante cerca de 10 quilômetros do local onde a família Vidal foi assassinada.

    Segundo a mãe da família, que prefere não se identificar por medo, atualmente eles não moram mais no local: “Disseram que ele passou por ali atrás da gente. Eu acho que ele quer se vingar, pois a gente fez a denúncia. Ainda bem que não moramos mais lá”.
    “A gente fica preocupado, passamos por esse mesmo terror. Saber que uma família foi toda morta é uma coisa que deixa a gente arrasado. Não sei como deixaram esse homem fugir”, lamenta.

    De acordo com ela, Lázaro e o irmão Deusdete, na época, estavam capinando um terreno vizinho. “Eles passaram três semanas trabalhando para um conhecido nosso. Sabiam muito bem como era toda aquela área. Até que num sábado de muita chuva eles foram ao nosso armazém”, relata.

    Os dois passaram o dia inteiro no local e gastaram cerca de R$ 70. Conversaram, jogaram sinuca e foram embora. “De madrugada, voltaram encapuzados. Na hora, não dava para saber que eram os mesmos, mas pelo olhar de muita maldade eu até desconfiei”, comenta a mulher.
    Munidos com uma espingarda, eles arrombaram a porta da sala, renderam os presentes, mandaram que eles tirassem a roupa e trancaram todos no banheiro. “A gente foi espancado e eles ainda acharam um facão antigo nosso e passaram a ameaçar. Eles queriam dinheiro, mas tinham sido os únicos clientes do dia. Não tinha nada para dar. Com raiva, passaram a dizer que iam matar todos nós”, lembra.
    Ao ver que não teriam uma quantia grande para levar, os irmãos pegaram a sobrinha da dona do estabelecimento e a levaram para o fundo da chácara. “Estupraram ela. Eles tentaram fugir de carro, mas ele quebrou no meio do caminho. A gente ainda estava trancado no banheiro quando eles voltaram. Tentaram arrombar a porta. Ainda bem que não conseguiram. Acho que se tivessem entrado, tinham nos matado”, diz.

    Só na manhã seguinte, quando tudo já estava mais calmo, a família conseguiu sair do banheiro. Pediram socorro aos vizinhos e imediatamente foram para a delegacia. “Foi a mesma coisa desta vez agora. Colocaram a polícia toda atrás dele no mato, mas não acharam. O que a menina que foi estuprada me disse é que teve uma hora que o helicóptero passou bem pertinho deles, que estavam escondidos numa moita. O Lázaro tapou a boca dela e ninguém viu nada”, destaca.
    Chacina
    Lázaro é suspeito de matar Cláudio Vidal de Oliveira, 48 anos, Gustavo Marques Vidal, 21, e Carlos Eduardo Marques Vidal, 15. Ele ainda sequestrou Cleonice Marques de Andrade, 43 anos, esposa de Cláudio e mãe das outras vítimas. O crime ocorreu na madrugada do dia 8/6, no Incra 9, em Ceilândia.
    O corpo dela foi encontrado no sábado, em um matagal. O cadáver estava sem roupa e com um corte nas nádegas, em uma zona de mata perto da BR-070.

    A morte de Cleonice reflete a crueldade de Lázaro. O criminoso, autor da chacina que ainda tirou a vida do marido e dos dois filhos da mulher, permanece foragido há seis dias. Caçado por uma coalização de forças policiais, o maníaco matou a mulher com um tiro na cabeça.

    Família Vidal:


    O Metrópoles também conversou com a jovem que foi estuprada na época. Ela tinha 19 anos. Lembra que foi levada para a beira do córrego, momento em que os irmãos tiraram o capuz que usavam. “Toda hora diziam que iam me matar. Eu sabia o rosto deles, então eu tinha certeza de que ia morrer mesmo”, relatou.

    Apesar dos momentos de terror, ela ainda tentou convencer Lázaro, que estava mais calmo, a desistir da violência e do estupro. “Eu recitei um salmo para ele, falei de Deus. Perguntei por qual motivo iam fazer isso, mas não tinha motivo. Só falava que tinha que fazer”, contou.

    A mulher lembrou que ficou horas sendo subjugada pelos irmãos até o dia amanhecer: “Comecei a ouvir barulho de cachorros, vozes ao longe e um helicóptero passava perto. Achei que eles iam me matar, porque vi o rosto deles. Mandaram eu dar uns passos para frente e, quando virei, já não estavam mais lá”.

    Foragido
    Um forte aparato policial segue mobilizado na mata à procura do criminoso, que está foragido há nove dias.

    Na madrugada dessa quarta-feira (16/6), Lázaro foi visto em uma fazenda a 8 km de Edilândia (GO). Ele teria arrombado a porta, preparado comida e ido embora. Uma camisa dele foi encontrada no local.

    “Ele entrou lá para fazer comida. Ainda quebrou a porta, mas não tinha ninguém. Ele pegou o que quis, a casa estava abastecida de comida. Dá a entender que ele estava muito tranquilo. Agora, está cheio de polícia. Helicóptero pousando lá em casa”, afirmou uma das vítimas, que preferiu não se identificar.

    Tiro em policial e família refém
    Na tarde de terça (15), Lázaro baleou de raspão um policial durante troca de tiros. O autor da chacina no Distrito Federal também fez três reféns em Edilândia. Na fuga, o criminoso passou por uma chácara e escondeu reféns sob folhas para que não fossem vistos pelas buscas aéreas da polícia. Eles foram encontrados com vida. As vítimas são pai, mãe e filha, de 48, 40 e 15 anos, respectivamente.

    Também na terça, Lázaro foi flagrado por câmeras de segurança. “Ele estava com uma jaqueta, bermuda, uma blusa e uma botina. Estava com uma mochila nas costas, mas não vi qualquer machucado. Não havia nada aparente. Ele dormiu na cama que eu descanso e não ficou marca de sangue. Só suja de terra. Se estava armado, a arma estava dentro da mochila”, disse o chacareiro Rosinaldo Pereira de Moraes, 55 anos.

    Desde a noite de segunda (14), após Lázaro trocar tiros com um caseiro em Edilândia, havia a suspeita de que o homicida poderia estar ferido.

    Veja imagens das buscas a Lázaro:

    forças de segurança

    forças de segurança

     

    Desde que matou a família Vidal, Lázaro vem entrando e saindo de propriedades, fazendo novas vítimas. Ainda no Incra 9, em Ceilândia, ele invadiu outros dois locais. Obrigou os chacareiros a cozinharem para ele e a, até, fumarem maconha com ele. Sempre agressivo, chegou a roubar um carro e incendiá-lo, próximo a Cocalzinho.

    No sábado (12), ele invadiu a fazenda da família de um soldado do 8⁰ BPM, próximo à Lagoa Samuel. Ele fez o caseiro refém, quebrou tudo, bebeu e fumou maconha. Também obrigou o funcionário a consumir a droga.

    Segundo a corporação, o soldado chegou à propriedade no início da noite, foi até a cancela e, provavelmente, ao abri-la, o homem fugiu, levando o caseiro como refém.

    O criminoso seguiu para a fazenda ao lado, a cerca de 700m, e baleou três homens. Havia no local uma mulher e uma criança. Testemunhas informaram que o suspeito da chacina colocaria fogo na casa e não o fez por causa das vítimas.

    Possíveis disfarces
    A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio do Laboratório de Representação Facial Humana, divulgou imagens de possíveis de disfarces de Lázaro Barbosa de Sousa, 32 anos.

    A medida tem como objetivo apresentar possíveis aparências do foragido a fim de facilitar o seu reconhecimento, caso tenha feito alterações estéticas ou esteja usando algum acessório, como boné, máscara e óculos.

    A PCDF solicita o apoio da população para localizar o homem. As informações podem ser feitas pelo Disque Denúncia, no telefone 197. A ligação é anônima.

    Veja as projeções:


    Extensa ficha
    A vida criminal de Lázaro começou em 2008. Na época, ele foi preso por um duplo homicídio em Barra do Mendes, município baiano que fica a 540 km de Salvador. Ele é natural da cidade.

    Segundo a Polícia Civil baiana, o criminoso foi indiciado pelos assassinatos de José Carlos Benício de Oliveira e Manoel Desidério Silva, no povoado de Melancia. O inquérito, concluído e enviado à Justiça, aponta que ele atingiu as vítimas com disparos de espingarda e depois fugiu, apresentando-se dias depois na unidade policial. Após a prisão, ele acabou fugindo.

    No DF, chegou a ser condenado por roubo e estupro. Mas conseguiu fugir do sistema penitenciário em 2016.

    A capacidade de fuga de Lázaro já é velha conhecida da polícia e do sistema prisional goiano. Em julho de 2018, ao fugir junto de outros cinco detentos do presídio de Águas Lindas (GO), no Entorno do Distrito Federal, ele foi o único que obteve êxito.

    Lázaro foi preso no dia 8 de março de 2018, por suspeita de assassinatos ocorridos na Bahia, além de estupro, roubo e porte ilegal de armas no DF. Ele tinha, na época, três mandados de prisão em aberto.

    A ausência dele entre os presos do presídio de Águas Lindas só foi sentida no momento de recontagem dos detentos, após a ação policial no local. Mas, a essa altura, ele já estava longe.

    A fuga ocorreu durante a madrugada, por volta das 2h, de 23/7/2018, segundo a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária de Goiás (DGAP).

    Personalidade violenta
    Laudo psicológico feito no âmbito de um dos processos contra Lázaro Barbosa, em 2013, constatou que o homem tem características de personalidade violenta, como agressividade, ausência de mecanismos de controle, dependência emocional, impulsividade e instabilidade emocional.

    Ainda de acordo com os psicólogos que assinam o documento ao qual o Metrópoles teve acesso, o criminoso tem possibilidade de “ruptura do equilíbrio, preocupações sexuais e sentimentos de angústia”.

    O autor, segundo os especialistas, teve o desenvolvimento psicossocial prejudicado devido a agressões familiares, uso abusivo de álcool e drogas, falecimento familiar, abandono das atividades escolares, trabalho infantil e situação financeira precária.

    Metrópoles