Dia: 1 de abril de 2021

  • Ibaneis anuncia vacina para quem tem 66 anos a partir de sábado (3/4)

    Ibaneis anuncia vacina para quem tem 66 anos a partir de sábado (3/4)

    Ministério da Saúde está enviando ao Distrito Federal 116 mil doses de vacinas, mas a maioria é para a segunda aplicação

    O governador Ibaneis Rocha (MDB) anunciou, nesta quinta-feira (1º/4), mais uma etapa da vacinação no Distrito Federal. De acordo com o chefe do Executivo distrital, a partir de sábado (3/4), pessoas com mais de 66 anos começam a ser imunizadas contra o novo coronavírus na capital da República.
    A ampliação é possível graças a uma nova remessa, enviada pelo Ministério da Saúde ao DF, com 116 mil doses de vacina contra a Covid-19. A maior parte, porém, será destinada à aplicação da segunda dose, devido à redução na previsão de entrega dos imunizantes para o mês de abril.
    “Vamos receber 100 mil doses de vacina para garantir a vacinação da dose 2 dos já imunizados com a dose 1, ficando disponíveis para um novo grupo somente o quantitativo que garante a imunização do público de 66 anos e início de vacinação da segurança pública”, disse Ibaneis Rocha à coluna Grande Angular.
    Os idosos não precisam realizar agendamento para receber a imunização. Basta ir a um dos postos, portando um documento de identidade.
    Em publicação no Twitter, Ibaneis disse que o objetivo é de manter “o forte ritmo de vacinação no Distrito Federal”. Para ampliar a faixa etária, segundo o governador, foi necessário redimensionar o estoque que o DF ainda possui.

    “Meu planejamento era vacinar também o público de 65 anos, mas teremos que esperar por uma nova remessa de imunizantes. Espero que o Ministério da Saúde possa liberar uma nova remessa o mais breve possível”, pontuou.

    Veja o post de ibaneis:


    Ponto facultativo
    Embora haja ponto facultativo e feriado nos próximos dias, a campanha de imunização ocorrerá normalmente até domingo (4/4).

    “Terá na quinta, na sexta, no sábado e no domingo. No feriado, não vai parar. A solução para a crise é a vacinação em massa. Por isso, tão logo seja aberta a vacina para a sua faixa etária, procure um posto para se imunizar”, garantiu o secretário de Saúde, Osnei Okumoto.

    De acordo com o titular da pasta da Saúde, o Distrito Federal é o ente federativo que mais vacina a população, proporcionalmente. Entre as pessoas que estão aptas à imunização – ou seja, aquelas com idade acima dos 18 anos –, 12,9% já receberam pelo menos a primeira dose.

    Em quase 90 dias da campanha de vacinação contra a Covid-19, o Distrito Federal já imunizou 12,9% da população-alvo (adultos com 18 anos ou mais). De acordo com a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), o DF tem 2.309.944 pessoas acima dos 18 anos.

    Para se obter a cobertura vacinal, deve-se considerar somente a população-alvo, uma vez que ainda não há fórmulas disponíveis para crianças e adolescentes. Até o momento, já foram imunizados 297.956 integrantes do grupo prioritário. Com a segunda dose, foram 75.485 vacinados, o que corresponde a 3,27% de cobertura.

    Das 448.410 doses recebidas pelo Distrito Federal, 415.980 já foram distribuídas para as redes regionais de frio, e o restante está armazenado na Rede de Frio Central, no Parque de Apoio.

    Considerando as doses distribuídas, já foram administrados 92,03% do total distribuído para aplicação da primeira dose e 81,86%, para a segunda. Atualmente, são utilizadas as fórmulas Coronavac, produzida no Brasil pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Sinovac, e a vacina de Oxford, desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca e, no Brasil, pela Fundação Oswaldo Cruz.

    Recorde de mortes
    O Distrito Federal bateu, na quarta-feira (31/3), o recorde de mortes por Covid-19 registradas em um único dia. Foram contabilizados 117 óbitos entre os moradores da capital. Por conta do atraso nas notificações, as mortes não ocorreram, necessariamente, nas últimas 24 horas.

    Desde o início da pandemia de coronavírus, o DF já notificou 344.364 contaminações e 6.029 óbitos em decorrência da doença. Nas últimas 24 horas, foram 117 mortes e 1.253 novas infecções.

    METROPOLES.COM

  • Projeto Do Deputado Martins Machado Prevê Que Delegacia Eletrônica Registre Ocorrências De Violência Doméstica Durante A Pandemia

    Projeto Do Deputado Martins Machado Prevê Que Delegacia Eletrônica Registre Ocorrências De Violência Doméstica Durante A Pandemia

    Aprovado em segundo turno e redação final, o projeto de Lei nº 1.394/2020, do deputado Martins Machado (Republicanos), que visa garantir que durante o estado de calamidade pública decretado em razão da pandemia, o registro de ocorrência e o pedido de medida protetiva de urgência relativos a ato de violência doméstica e familiar contra a mulher, crianças e adolescentes, idosos e pessoas com deficiência poderão ser feitos por meio da Delegacia Eletrônica.


    A preposição foi motivada pelo aumento significativo nos casos de violência doméstica durante a pandemia devido a uma série de fatores, como a perda ou diminuição da renda familiar em razão do desemprego, suspensão das atividades de trabalho, sobrecarga das tarefas domésticas, incluindo o cuidado dos filhos fora da escola, aumento do consumo de bebidas alcoólicas, isolamento da vítima de seus amigos e familiares, entre outras situações.

    Como justificativa para propor o PL, o parlamentar observou que “o isolamento social em virtude da Covid-19 trouxe dificuldades para todas as pessoas. Mas, há grupos que têm sentido mais fortemente os efeitos negativos da pandemia devido à violência no ambiente doméstico e familiar”, disse Martins Machado.
    O projeto de Lei segue para a sanção do governador para virar lei.

     

  • José Gomes: CLDF aprova projeto que prevê a criação de Centros de Reabilitação para curados da Covid-19

    José Gomes: CLDF aprova projeto que prevê a criação de Centros de Reabilitação para curados da Covid-19

    Proposta do deputado José Gomes segue para sanção do governador Ibaneis Rocha

    A Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, nesta quarta-feira (31), o Projeto de Lei1.713/2021, de autoria do deputado José Gomes (sem partido), que prevê a criação de Centros Integrados de Reabilitação (CEIR) para pacientes curados da Covid-19 e que ficaram com sequelas.
    A matéria segue para sanção do governador Ibaneis Rocha.
    Além dos graves riscos à vida que o coronavírus apresenta, grande parte dos infectados continuam apresentando sintomas, mesmo depois de receberem alta dos hospitais ou dos tratamentos a que foram submetidos.
    De acordo com estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, com pacientes que se curaram do coronavírus, 39% dos pesquisados disseram não ter retomado às atividades normais 60 dias após a alta hospitalar e cerca de 12% relataram que não conseguiam mais cuidar de si mesmos sozinhos, ou tão bem quanto antes.
    Um a cada quatro admitiu ficar sem fôlego ao subir ao menos um lance de escadas e um terço continuava apresentando sintomas semelhantes aos da covid-19, incluindo problemas com paladar ou olfato.
    “Mesmo pacientes que não apresentaram sintomas graves sofrem com sequelas que devem ser tratadas para que eles recuperem a qualidade de vida que tinham antes”, pontuou o deputado José Gomes.
    A proposta do distrital prevê que os Centros Integrados de Reabilitação prestem atendimento especializado de fisioterapia respiratória e motora, cardiologia, fonoaudiologia, clínica médica, pneumologia, reumatologia, psicologia, psiquiatria e assistência social, além de todos os instrumentos, insumos e especialidades necessárias para o seu funcionamento, de acordo com os protocolos de saúde definidos pelas autoridades de saúde do Distrito Federal.
    O deputado defende que pacientes que contraíram a Covid-19 relatam que precisaram aprender a respirar novamente, sem ajuda de aparelhos e que após alta hospitalar, o corpo precisa se acostumar novamente com posições e movimentos que antes eram naturais. “Por isso, o tratamento da Covid-19 não acaba assim que o paciente recebe alta, existe todo um trabalho posterior a ser executado para que o paciente recuperado tenha de volta a confiança necessária para retomar sua qualidade de vida e seu trabalho”, enfatizou José Gomes.
    De acordo com a proposta, o Poder Executivo poderá realizar convênios diretamente com a iniciativa privada ou através do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF), para garantir a implementação da Lei.
    As despesas com a execução da presente Lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.

    A POLLITICA EO PODER

    Fonte: Assessoria Deputado José Gomes

  • Saiba se você foi aprovado no novo auxílio emergencial

    Saiba se você foi aprovado no novo auxílio emergencial

    Na última quarta-feira (31), o governo divulgou o calendário para a nova rodada do auxílio emergencial. As parcelas que variam entre R$ 150 e R$ 375, serão distribuídas a partir da próxima terça-feira (6). Desta vez, o número de pessoas que receberão o benefício diminuiu em relação a última rodada. No ano passado foram atendidas 60 milhões de famílias, neste ano, porém, apenas 40 milhões receberão o auxílio.

    O benefício só será concedido aos trabalhadores que receberam na vez passada e que cumprem as novas regras impostas pelo governo. Para saber se você tem direito ao pagamento, basta entrar no site da Dataprev. A consulta poderá ser feita ao longo desta quinta-feira (1), mas a Caixa recomenda que o usuário consulte a partir de amanhã (2).

    Novas regras
    O novo auxílio emergencial será pago em 4 parcelas. Famílias que são chefiadas por mulheres receberão R$ 375. Pessoas que vivem sozinhas receberão valores de R$ 150 e famílias que não são chefiadas por mulheres receberão R$ 250. As pessoas que já recebem benefícios assistenciais, trabalhistas, previdenciários ou de programas federais não receberão o auxílio, com exceção do Bolsa Família e PIS/PASEP.

    Pagamento
    As transferências serão realizados por meio da conta digital social, criada pela Caixa em nome do beneficiado no ano passado. Assim que o pagamento for realizado, a pessoa poderá transferir o valor para outras contas sem qualquer custo. Toda a movimentação do dinheiro pode ser feita por meio do aplicativo Caixa Tem.

    Com informações do Tecmundo.com.br

  • Bolívia fecha fronteiras com o Brasil por conta da covid

    Bolívia fecha fronteiras com o Brasil por conta da covid

    Presidente quer proteger os bolivianos da variante brasileira do novo coronavírus
    O presidente da Bolívia, Luis Arce, anunciou nesta quinta-feira (1º) que fechou temporariamente as fronteiras com o Brasil. A medida é válida por sete dias.

    O objetivo do fechamento é proteger a população boliviana da covid-19 e das cepas brasileiras. As autoridades bolivianas de Saúde e Relações Exteriores ficarão responsáveis pela medida com base na situação epidemiológica.


    Os bolivianos estão iniciando sua vacinação em massa. A cidade de Porto Quijarro, que faz fronteira com Corumbá, no Mato Grosso do Sul, recebeu 16.800 doses de vacina contra a covid-19.
    Atualmente, a Bolívia tem 272.411 casos de Covid-19, com 12.257 mortes. No Brasil, o número de óbitos (321.515) é superior ao de infecções dos bolivianos.
    A Bolívia não é o primeiro país sul-americano a fechar fronteira com o Brasil. Argentina e Uruguai já haviam tomado a mesma medida. No Uruguai, há exceções para quem é cidadão uruguaio, estrangeiro residente, parente de uruguaio ou que esteja em missão humanitária ou por conta de reunião familiar.

    Com informações do JBr

  • Após liberação de atividades no DF, saiba como fica o funcionamento por setor

    Determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região derrubou liminar que previa a suspensão das atividades em Brasília, mas Defensoria Pública da União pode recorrer. Diante de piora da crise sanitária, Executivo local tenta agilizar entrega de hospitais de campanha

    Marcos José é gerente de uma barbearia em Taguatinga e perdeu 70% dos clientes, no ano passado, quando houve suspensão de atividades não essenciais – (crédito: Fotos: Ed Alves/CB/D.A Press )

    O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) aceitou um recurso apresentado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) contra a decisão que proibia a reabertura de comércios, mantendo as atividades não essenciais liberadas. Com isso, continua a valer o decreto de 19 de março, que autorizava o funcionamento de estabelecimentos como restaurantes, bares e shoppings, com horários específicos e jornadas reduzidas (leia Regras). As atividades se mantêm no momento em que o DF registra superlotação em unidades de terapia intensivas (UTIs) e recordes na quantidade de mortes registradas em 24 horas. Na quarta-feira (31/3), a Secretaria de Saúde (SES-DF) contabilizou mais 117 vítimas.
    Na mais recente decisão, a desembargadora federal Ângela Catão entendeu que o Judiciário não pode interferir nas questões administrativas do DF. A justificativa embasou decisões semelhantes no passado, principalmente em relação à flexibilização de atividades na pandemia. A Defensoria Pública da União (DPU), que apresentou ação civil pública contra a reabertura, informou que, até quarta-feira (31/3) à noite, não havia recebido intimação sobre a nova determinação da Justiça. Depois de ter acesso aos argumentos do GDF, a instituição avaliará se cabe entrar com recurso.

    Antes de a decisão do TRF-1 sair, comerciantes estavam preocupados com a possibilidade de fecharem as portas novamente. Marcos José dos Santos, 41 anos, é gerente de uma barbearia em Taguatinga e disse que o fechamento do comércio prejudicaria totalmente os autônomos. “Não temos carteira assinada, e isso dificulta muito nosso trabalho. No fechamento (anterior), ficamos em casa, sem ganhar nosso alimento, o pão de cada dia, e isso é muito ruim”, lamentou. Ele acrescentou que perdeu mais de 70% dos clientes devido à pandemia da covid-19.

    O presidente do Sindicato do Comércio Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista), Edson de Castro, afirmou que não esperava a determinação judicial de terça-feira (30/3). “Todo mundo foi pego de surpresa, ninguém estava acreditando”, comentou. Para ele, caso o fechamento permanecesse, seria necessária uma reformulação: “A única maneira de equilibrar seria com um lockdown de verdade, que não tivesse metrô ou ônibus funcionando, obrigando as pessoas a ficar em casa”, opinou.

    Edson de Castro calcula que cerca de 750 empresas fecharam durante a fase de restrições do ano passado. Neste mês, foram mais de 200 estabelecimentos, o que teria levado a uma queda de 80% nas vendas da capital federal. Para ele, com fiscalizações mais rígidas, daria para manter o comércio aberto, mas chegar a esse ponto seria uma desafio. “Temos aqui várias regiões administrativas. Como o governo vai fiscalizar isso? Acaba indo muito da consciência de cada pessoa”, ponderou o presidente do sindicato.

    Estoque
    Dono de uma papelaria em Ceilândia, João Victor Garcia, 33, explicou que, pelo ponto de vista dos negócios, estava preocupado com os funcionários da loja. “Eles dependem do emprego para sustentar as famílias”, comentou. No primeiro fechamento e no atual, o estabelecimento teve demissões e chegou a perder 80% das vendas.

    “Nossa empresa é investimento diário. Só de trabalharmos, há um certo volume de pagamentos que temos de fazer. Sem abrir, ficamos sem perspectiva, sem chance de fazer cálculos, de repor mercadorias, pagar salários e todo o resto”, diz.


    O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), José Aparecido Freire, considerou “sem cabimento” a decisão de fechar as lojas. “Temos a Páscoa no domingo. As lojas que vendem chocolate, ovos e fizeram pedidos (para o feriado) estão estocadas para vender até lá. Essa data é só uma vez no ano. Se não comercializarem agora, só no ano que vem. Foi uma decisão descabida. Quem tem de decidir se abre ou fecha é o Poder Executivo”, ressaltou José Aparecido.

    O presidente da Fecomércio-DF reforçou que o setor não é culpado pela atual situação da pandemia no Distrito Federal: “Podem ir a qualquer estabelecimento comercial, ao shopping. Todas as normas sanitárias, como aferição de temperatura, (manutenção do) distanciamento, uso de máscara têm sido seguidos”, afirmou José Aparecido. “Temos de nos preocupar com a saúde da população, mas, também, com a das empresas e com os empregos. Os negócios estão morrendo, em situação de calamidade, e os empresários, com empréstimos vencendo, sem poder pagar o aluguel e os funcionários”, completou.
    Pressão
    Em relação aos bares e restaurantes, que pleiteavam a ampliação do horário de funcionamento determinado pelo Executivo local, as restrições resultariam em instabilidade para o setor. “Esse jogo entre (os poderes) Executivo e Judiciário traz grandes prejuízos”, afirmou Jael Antônio da Silva, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar). Para ele, se o governador Ibaneis Rocha (MDB) não tivesse entrado com recurso contra a decisão judicial, o sindicato teria recorrido.

    Jael Silva acrescentou que a solução é manter os estabelecimentos abertos e aumentar a fiscalização e as sanções para quem não cumprir as normas. “Somos responsáveis pelos procedimentos e protocolos sanitários. Quem não estiver cumprindo deve ser punido. A lei está aí para isso. As festas clandestinas e os bares aglomerados são minoria quando comparados ao setor. Nesses casos, é necessário fechar permanentemente esses locais e aplicar multa”, cobra o presidente do Sindhobar.

    Colaborou José Carlos Vieira

    Regras
    Confira como fica o funcionamento das atividades no Distrito Federal:

    Geral

    Academias — das 6h às 21h
    Comércio de rua — das 11h às 20h
    Clubes recreativos — das 6h às 21h
    Bares e restaurantes — das 11h às 19h
    Agências de viagens — das 10h às 19h
    Cultos, missas e rituais — sem horário pré-determinado
    Atividades coletivas de cinema e teatro — sem restrição
    Eventos em estacionamentos ou drive-in — sem restrição
    Shopping centers e centros comerciais — das 13h às 21h
    Salões de beleza, barbearias, esmalterias e centros estéticos — das 10h às 19h

    Exceções

    Hospitais, farmácias, funerárias, postos de gasolina, clínicas médicas e veterinárias — 24 horas
    Supermercados, atacados, minimercados, mercearias e afins — horário definido em alvará
    Escolas, faculdades e universidades da rede privada — horário definido em alvará

    Obras aceleradas
    Com praticamente todas as vagas ocupadas nas redes pública e privada, além de filas de espera por um leito, a Saúde do Distrito Federal enfrenta situação de colapso. Na tentativa de aumentar a capacidade de atendimento, o Executivo local anunciou a abertura de três hospitais de campanha, com 100 vagas em unidades de terapia intensiva (UTIs), cada. Eles ficarão em Ceilândia, na área central de Brasília e no Gama. Na quarta-feira (31/3), o Governo do Distrito Federal (GDF) informou que acelerou as obras e, por isso, deve entregar os que serão instalados no Autódromo Internacional Nelson Piquet e na Escola Parque Anísio Teixeira em 9 de abril. O que ficará no Centro Olímpico do Gama deve ficar pronto por último.

    Com informações do COREIOBRAZILIENSE

  • Cúmulo da ostentação: Neymar tem celular de ouro que custa R$ 21 mil

    Cúmulo da ostentação: Neymar tem celular de ouro que custa R$ 21 mil

    Além do craque brasileiro, outros astros da bola, como Mbappé, Thiago Silva, Marquinhos, Roberto Firmino e Mané, também aderiram ao telefone
    Neymar e Mbappé têm um celular bem personalizado… em ouro 24 quilates, o metal mais puro de todos! No lançamento do iPhone 11, os jogadores ganharam o novo modelo que custa mais de R$ 21 mil

    Foto Reprodução Instagram
    Foto Reprodução Instagram
    Foto Reprodução Instagram
    Foto Reprodução Instagram

    Neymar e Mbappé possuem um objeto de pura ostentação. Ambos possuem um  celular bem personalizado com ouro 24 quilates. O celular custa nada mais e nada menos que R$21 mil.

    No lançamento do iPhone 11, os jogadores ganharam o novo modelo que custa mais de R$ 20 mil. Quando receberam o telefone, os jogadores ganharam uma capinha, também em ouro 24 quilates, que custa cerca de R$ 3.200 mil.

    A imprensa francesa logo criticou, ao dizer que o Paris Saint-Germain tinha dado de presente aos jogadores devido ao título do Campeonato Francês, em meio a uma grande crise financeira. O PSG rapidinho desmentiu a notícia. O clube tenta acordo de redução dos salários dos jogadores devido à pandemia do novo coronavírus

    REDAÇÃO

  • Flamengo empolgante. Melhor do que no Brasileiro

    Flamengo empolgante. Melhor do que no Brasileiro

    Descontando a fragilidade imensa do Bangu, Rogério Ceni aprimorou o Flamengo bicampeão Brasileiro. Time mais consciência tática. E com mais sede de gols

    Flamengo fez o que quis com o Bangu. Mas mostrou que está melhor do que no Brasileiro MARCELO CORTES/FLAMENGO

    São Paulo, Brasil

    O fraquíssimo Bangu não importa.

    O que importava na partida de hoje, em Volta Redonda, era o Flamengo.

    Como Rogério Ceni, com tempo para trabalhar, que ele tanto pediu, montaria o bicampeão brasileiro.

    Quais mudanças táticas, conceituais, ele traria com os titulares, jogando pela primeira vez no Campeonato Carioca.

    E na vitória por 3 a 0, descontada a fraqueza do rival, a movimentação chamou a atenção.

    O Flamengo marcando forte a saída de bola adversária com mais desenvoltura do que no Brasileiro de 2020, utilizando as triangulações pelas laterais, a troca de passe mais objetiva, com os jogadores em bloco.

    Com Gerson se revezando de vez na articulação, com Everton Ribeiro. Dando mais consciência na intermediária adversária. Arrascaeta, segue muito inteligente, hábil e buscando ser coletivo.

    Gabigol se movimentou para muito do meio para a direita. Ele e Bruno Henrique cansaram de criar, e perder, chances, diante da apavorada defesa do Bangu.Rogério Ceni também aprimorou as descidas de Isla. O lateral chileno se mostrava mais à vontade no ataque, como exige o técnico. Filipe Luís foi mais contido. Até porque o Bangu tinha em Daniel, pela direita, a tentativa de desafogo.

    Ofensivamente, o Bangu não existiu.

    O sistema defensivo do Flamengo não foi testado.

    Nem a sua recomposição.
    Pontos fundamentais, que precisavam ser corrigidos.

    E foram fatais tanto na Libertadores como na Copa do Brasil.

    Lógico que a falta de ritmo dos jogadores que voltaram das férias pesou.

    O time cansou no meio do segundo tempo.

    Mas mesmo assim, não correu risco.

    Gols de Bruno Henrique, aos 47 minutos do primeiro tempo.

    Arrascaeta, aos 21 minutos do segundo tempo.

    E Gabigol, aos 39 minutos.

     

    Um golaço, contando com toda a liberdade oferecida pela defesa do Bangu.

    Ao final da vitória do líder do Carioca, Bruno Henrique não se aprofundou na parte tática.

    Foi prático em relação ao Estadual.

    “Independente do campeonato que a gente disputar, o carioca é importante tambem.”

    “Se a gente ganha é normal, se perde é uma dor de cabeça.”

    Só que o Flamengo perder o Carioca é algo muito difícil.

    Não só por ter o melhor elenco do futebol brasileiro.

    Mas pela fragilidade dos rivais.

    O time de Rogério Ceni está em outro patamar…

    Esportes.r7.com

     

  • Pandemia afeta venda de chocolates, pescados e a hotelaria na Páscoa

    Pandemia afeta venda de chocolates, pescados e a hotelaria na Páscoa

    Com a pandemia de covid-19 forçando estados e municípios a adotarem medidas que limitam a circulação de pessoas e o funcionamento de estabelecimentos, comerciantes buscam formas de aproveitar a Semana Santa para incrementar as vendas e faturar.

    Na tradição católica, a semana em que se celebra a Sexta-Feira Santa e a Páscoa exalta a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Em tempos normais, a data impulsiona não só as vendas do comércio – principalmente de pescados e de chocolates -, como também o turismo doméstico, já que a sexta-feira é feriado.

    No entanto, pelo segundo ano consecutivo, a celebração ocorre em meio às restrições que afetam não só as cerimônias religiosas, como também as atividades comerciais. Para a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), as vendas no varejo em geral devem ser 2,2% inferiores às de 2020, movimentando cerca de R$ 1,62 bilhão – o que, se confirmado, seria o pior resultado desde 2008.

    Em nota, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, afirmou que a retração nas vendas deste ano se deve não só às restrições de funcionamento do comércio, mas também ao fato de que parte da população viu sua renda cair em um momento em que a desvalorização do real frente ao dólar encareceu a importação de alguns produtos típicos. Segundo a confederação, a quantidade de chocolates importada (2,9 mil toneladas) é a menor desde 2013. A de bacalhau (2,26 mil toneladas), a mais baixa desde 2009.

    Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), Ubiracy Fonsêca, os fabricantes de chocolate tiveram que levar em conta a perda de poder aquisitivo de parte dos consumidores para pensar suas estratégias de vendas, mas, ainda assim, o setor está otimista.

    “A perda de poder aquisitivo é real. Há muita gente sem emprego, sem poder trabalhar. Tendo isso em vista, as fabricantes de chocolate procuraram oferecer produtos acessíveis à população. Quem não puder comprar um ovo de Páscoa, pode adquirir uma barra de chocolate. A estratégia do setor é oferecer o que o mercado quer”, disse Fonsêca à Agência Brasil.

    A quatro dias do domingo de Páscoa, Fonsêca destacou que a indústria de chocolates previa criar, direta e indiretamente, 11.665 vagas de trabalho temporário e superar as 8,5 toneladas vendidas em 2020. Metas que, segundo ele, vão ser atingidas.

    “Apesar das dificuldades, estamos otimistas. Até porque, cerca de 80% das vendas de ovos de Páscoa acontecem nos supermercados, que estão funcionando normalmente em quase todo o país. Além disso, muitos comerciantes se prepararam para atender aos consumidores pela internet”, comentou o presidente da Abicab, garantindo que as vendas online, que já vinham crescendo ano a ano, deram um salto após o início da pandemia.

    O gerente de Marketing, Francisco Alves de Faria Neto, confirma a importância do comércio digital. Com duas lojas físicas no Distrito Federal e uma clientela estabelecida ao longo de 20 anos, a Casa do Chocolate expandiu suas vendas para outras unidades da Federação graças à tecnologia.

    “Tivemos um aumento das vendas online de cerca de 70% em comparação à Páscoa do ano passado, quando lançamos o site, em meio à pandemia, que nos fez acelerar o processo”, comentou Neto, acrescentando que o comércio eletrônico já representa metade de todas as vendas da empresa.

    De acordo com o gerente, também as vendas nas lojas físicas, autorizadas a funcionar por comercializarem alimentos, “vão indo bem”, embora chocolates mais caros, principalmente os importados, tenham vendido menos que o esperado. “Baixou muito o giro de vários dos itens importados que vendemos. Tanto que tivemos que colocar produtos em oferta para não perder mercadoria. Mas, em geral, vendemos muito bem nas últimas semanas.”

    Pescados
    Em Santos (SP), onde o funcionamento de boa parte do comércio e serviços está suspenso até o domingo (4), os comerciantes do tradicional Mercado de Peixes tiveram que se organizar para levar os produtos ainda frescos até a casa dos clientes, que passaram a fazer suas compras por telefone. Ainda assim, de acordo com Alex Vieira, dono de um dos 20 boxes em funcionamento no local, muitos viram as vendas caírem drasticamente.

    Com estabelecimento fechado, comerciantes estão fazendo entregas. – Susan Horas/Arquivo

    “No nosso caso, as vendas caíram em torno de 60% a 70%”, afirmou Vieira, cuja família está no ramo há cerca de 40 anos. “Esta é uma situação totalmente nova para todo mundo, incluindo os clientes. Muitos, que comem peixe sempre e são nossos fregueses há tempos, nos telefonaram e anteciparam seus pedidos, mas há também aqueles que gostam de vir ao mercado, de ver o peixe, escolher. Desses, parte não compra sem olhar o produto, não tem uma relação de confiança já estabelecida”, acrescentou o comerciante santista.

    O presidente da Associação Brasileira de Piscicultura (Peixe BR), Francisco Medeiros, destacou que o comércio de pescados comporta diferentes realidades. Segundo ele, para os produtores de peixes cultivados (piscicultores), cujos principais clientes são os supermercados (autorizados a funcionar mesmo onde o lockdown foi adotado), as boas expectativas já se concretizaram.

    “Os supermercados não estão sofrendo grandes restrições. Pelo contrário. Estão vendendo muito bem. E, ao contrário da indústria pesqueira marítima, afetada pela pandemia, a piscicultura também não parou. Mantivemos a regularidade, entregando aos compradores as quantidades previamente estabelecidas em contratos e sem aumento nos preços”, comentou Medeiros, estimando que o segmento vendeu cerca de 100 mil toneladas ao longo do último mês.

    “Mais uma vez, não voltamos a registrar uma explosão das vendas como as de 2018 e 2019, quando, em alguns locais, chegaram a crescer 300%. Isso não aconteceu, mas, neste ano, também não perdemos vendas. Ao contrário de 2020, quando aí sim, fomos afetados negativamente”, afirmou Medeiros.

    Outro ramo de atividade que costuma aguardar pelo feriado de Páscoa, o setor hoteleiro é o mais afetado dos três. Segundo o presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), Manoel Linhares, a taxa de ocupação dos hotéis de todo o país não deve chegar a 10%, agravando a crise decorrente da pandemia.

    “A hotelaria está preparada para receber os hóspedes, adotando todos os protocolos recomendados pelas autoridades sanitárias, mas com parques, restaurantes e outras atrações fechadas em quase todo o país. A situação está muito difícil. Só em São Paulo, 27 hotéis já fecharam as portas, demitiram funcionários e os responsáveis estão decidindo o que fazer com os imóveis”, disse Linhares.

    Para ele, o setor precisa urgentemente da promulgação de uma iniciativa semelhante à Medida Provisória 936, de abril de 2020, posteriormente transformada na Lei nº 14.020, que permitiu acordos de redução temporária de jornada de trabalho e salários ou a suspensão de contratos trabalhistas até 31 de dezembro do ano passado.

    “Se algo assim não for feito, muitos outros hotéis terão que encerrar as atividades. Atualmente, a hotelaria não tem recursos nem para arcar com os salários e encargos dos cerca de 1,1 milhão de profissionais que emprega em todo o país”, disse o presidente da ABIH Nacional.

    Ele pediu que o Poder Público promova campanhas para estimular os brasileiros a viajar pelo país depois que a pandemia estiver sob controle, e que governos estaduais e municipais ajudem o setor reduzindo impostos e taxas, mesmo que temporariamente, e renegociando tarifas de serviços essenciais.

    “Neste momento difícil, um desconto no IPTU [Imposto Predial e Territorial Urbano, cobrado pelas prefeituras] ou no ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, estadual] cobrado na conta de luz pode ajudar a manter negócios e preservar empregos”, concluiu.

    Com informações da AGENCIA BRASIL

  • Psicólogo é preso por estuprar criança durante consulta na Asa Norte

    Psicólogo é preso por estuprar criança durante consulta na Asa Norte

    O profissional de 65 anos se aproveitava da função para satisfazer seus desejos sexuais no momento em que atendia a menina no consultório


    Investigadores da Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prenderam preventivamente um psicopedagogo de 65 anos acusado de estuprar uma de suas pacientes, de apenas 9 anos. O suspeito estava foragido desde 2019, quando o inquérito foi instaurado. Ele teria violentado a criança entre 2016 e 2018.

    O abusador foi localizado em João Pessoa, na Paraíba, na terça-feira (30/3). O homem foi trazido da capital paraibana e já está na carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE). De acordo com as investigações, o profissional se aproveitava da profissão para satisfazer seus desejos sexuais, beijando a boca e passando as mãos nas partes íntimas da vítima durante as consultas realizada em seu consultório, na Asa Norte.

    Pela natureza do atendimento psicológico, os pais acompanhavam uma parte da consulta e, em outra, eram orientados a deixar a criança conversar sozinha com o profissional. Em razão da Lei de Abuso de Autoridade, a PCDF não informou o nome do detento.
    Metrópoles teve acesso, em primeira mão, aos detalhes da apuração. Os policiais da DPCA realizaram um intenso trabalho de inteligência para encontrar o suspeito, que havia fugido para o Nordeste. A investigação apontou que o psicopedagogo abusou sexualmente da menina ao longo de várias consultas.
    Sem suspeitas
    O psicopedagogo atendia famílias de classe média e nenhum dos pais suspeitava dos crimes. A menina violentada aos nove anos só revelou ter sido alvo dos abusos três anos depois, aos 12 anos, quando foi ouvida na DPCA e as investigações tiveram início.

    Segundo a delegada chefe da especializada, Simone Pereira da Silva, a prisão foi o desfecho de um trabalho intenso para materializar os crimes praticados pelo profissional. “As investigações concluíram que o crime de estupro de vulnerável era cometido pelo suspeito e a ordem de prisão preventiva foi cumprida após um grande trabalho de inteligência”, resumiu.

    As apurações ainda contaram com o apoio da Polícia Civil da Paraíba (PCPB) e do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB). Se for condenado pelo estupro de vulnerável, o suspeito poderá cumprir uma pena que varia de 8 a 15 anos de prisão.

    Com informações do METROPOLES

  • AEROPORTO DE BRASÍLIA INFORMA PASSAGEIROS SOBRE AS NOVAS REGRAS DE USO DE MÁSCARAS NO TERMINAL AÉREO

    AEROPORTO DE BRASÍLIA INFORMA PASSAGEIROS SOBRE AS NOVAS REGRAS DE USO DE MÁSCARAS NO TERMINAL AÉREO

    Resolução começou a valer, no dia 25 de Março e explica quais máscaras podem e não podem ser usadas tanto no aeroporto quanto nos aviões.

    A Inframerica, concessionária do Aeroporto de Brasília, passou a informar por meio dos monitores digitais espalhados pelo terminal e pelos avisos sonoros sobre as novas regras da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) quanto ao uso de máscaras nos aeroportos e aviões. A nova resolução da Agência passa a valer a partir de hoje, dia 25 de março, e traz os tipos de protetores faciais que podem e não podem ser usados nos terminais aéreos e nas aeronaves de todo o país. É importante lembrar que o uso do acessório é obrigatório e o passageiro pode ser barrado caso não esteja utilizando a máscara.

    As medidas já foram adotadas pela administradora e os funcionários informados sobre as novas regras, que também valerão para os empregados da Concessionária e prestadores de serviços. A fiscalização será feita por agentes da Anvisa e os vigilantes do terminal poderão orientar os passageiros. Caso o passageiro se recuse a respeitar as orientações a Anvisa e a Polícia Federal poderão ser acionadas.

    A mudança de entendimento foi necessária diante da circulação de novas variantes mais contagiosas do coronavírus. O objetivo é evitar o uso de máscaras sem eficácia e que não protejam adequadamente contra a dispersão de gotículas que propiciem a contaminação.

    A partir de agora, passageiros que utilizarem bandanas, lenços, máscaras de plástico transparente, com só uma camada de proteção ou com válvulas de expiração, mesmo que sejam as profissionais, serão impedidos de embarcar. Os escudos de acrílico só serão aceitos se o usuário estiver utilizando também máscara de proteção, ou seja, os protetores de plástico usados isoladamente estão proibidos.

    As máscaras cirúrgicas, as N95 e PFF2 sem válvula, e os protetores faciais de tecido confeccionadas artesanal ou industrialmente com material como algodão e tricoline continuam permitidas, mas devem possuir mais de duas camadas de proteção e ajuste adequado ao rosto.

    INFRAMERICA- Aeroporto de Brasília

    Crianças menores de 3 anos, pessoas com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual, deficiências sensoriais ou qualquer outra deficiência que as impeça de fazer o uso adequado de máscara de proteção facial, conforme declaração médica, estão dispensados da obrigatoriedade do uso das máscaras.

    Com Informações da INFRAMERICA