Pode comemorar, porque o primeiro episódio do projeto Razões na África está no ar! Esse é o começo da nossa jornada para desconstruir o estereótipo negativo que as pessoas ainda carregam – mesmo que inconsciente – dos países africanos.
Você vai conhecer a história da Lusanda e sua Fábrica dos Sonhos (Dream Factory, no nome original). Tudo começou em 2011, quando ela e Laurian incentivavam jovens a escreverem seus sonhos em cartas nas escolas de Western Cape, África do Sul.
Antes de iniciar o projeto, Lusanda era advogada e até recebeu um convite para se tornar juíza, mas, em vez de seguir carreira, escolheu o caminho da filantropia, até então desconhecido por ela
Lusanda Magwape, fundadora e CEO da Fábrica dos Sonhos. Foto: Medium
“Precisamos, cada vez mais, fortalecer o setor sucroenergético, que é muito importante para a economia, pois gera mais de 700 mil empregos diretos”, defende o deputado
Brasília (DF) – Para permitir que as usinas possam vender etanol diretamente aos postos de combustíveis e reduzir o valor repassado ao consumidor, o Projeto de Decreto Legislativo que trata do tema vai começar a tramitar com mais celeridade na Câmara dos Deputados. Nesta terça-feira (23), o deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) foi escolhido como relator da matéria na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania.
Atualmente, para ser vendido, o etanol deve passar primeiro pelas distribuidoras, de acordo com a resolução da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que proíbe a venda direta. Demanda antiga do setor sucroenergético, o texto está em tramitação na Casa desde 2018.
O deputado considera a discussão da matéria um avanço. “Precisamos, cada vez mais, fortalecer o setor sucroenergético, que é muito importante para a economia do país, pois gera mais de 700 mil empregos diretos no Brasil, sendo 270 mil na região Nordeste e cerca de 60 mil em Pernambuco. Com a venda direta, sem intermédio das distribuidoras, as usinas poderão negociar com os postos. Com isso, vamos dar celeridade, desburocratizar o processo e, mais do que isso, os preços na bomba de combustível tendem a cair. Todos os analistas apontam que, com a venda direta, podemos ter redução no litro do álcool. Estamos dialogando com os setores produtivos para aprovar esse projeto, que também é de interesse do governo federal e já foi aprovado por unanimidade no Senado. Esperamos votar essa matéria tão importante nos próximos 15 ou 20 dias na CCJ e, depois, levar para votação no Plenário da Câmara”, destacou Silvio.
A expectativa é de que, com o modelo de negócio, não haja o “passeio do etanol” entre as bases dos produtores e das distribuidoras, especialmente no Nordeste, que produz cerca de 2 bilhões de litros de etanol por ano. Consequentemente, a equação entre os tributos será mais leve e a entrega mais rápida, estimulando redução nos preços da última ponta. Além disso, com a mudança proposta, as distribuidoras continuarão no processo de oferta para os postos, aumentando a concorrência entre elas.
A venda direta das usinas para os postos de combustíveis ocasionará uma economia de 30% em procedimentos logísticos. Silvio, que tem atuado em defesa do setor produtivo, tem trabalhado na pauta legislativa do segmento sucroenergético e vai construir o melhor relatório possível, ouvindo todo o setor nacional, todos os parlamentares da Câmara dos Deputados e, naturalmente, dialogando com a equipe econômica para construir uma proposta que avance da melhor forma possível.
O presidente da Associação de Produtores de Açúcar e Bioenergia (Novabio), Renato Cunha, destaca o impacto que a aprovação da proposta terá nos preços.
“Temos total confiança na relatoria do deputado Silvio Costa Filho porque ele conhece como funciona esse sistema e tem vasto conhecimento do mercado do Nordeste e do Brasil. A venda direta é um mecanismo moderno e alternativo, que pode melhorar a comercialização de etanol, principalmente quando há usinas localizadas perto dos municípios onde estão os postos. Ela simplifica a logística evitando o “frete morto” e incentiva o cumprimento do RenovaBio, com a redução de emissão de carbono, na medida em que não há necessidade de utilizar transporte por caminhões para distâncias longas simplesmente para uma troca de nota fiscal. Aproximando os elos da cadeia, ou seja, o produtor do posto e o consumidor, o mercado passa a ter mais possibilidades e ofertas de preços”, pontuou.
Texto: Ascom – deputado federal Silvio Costa Filho Foto: Douglas Gomes – Liderança do Republicanos na Câmara
Administração do Varjão recebeu a nova carretinha que chega para facilitar e dar agilidade ao transporte do compactador de asfalto.
O Varjão ganhou ainda um novo compactador de asfalto, já que o que tinha era dividido com o Lago Norte. Agora cada Administração tem o seu aumentando a capacidade de atendimento às demandas das populações. A cerimônia de entrega aconteceu no Departamento de Transporte da Novacap, o DETRO.
O administrador
Lúcio Rogério afirmou estar bastante feliz com a entrega.
“O Varjão recebe mais um presente para darmos sequência ao incansável trabalho feito nas ruas todos os dias. Quero agradecer através do Secretário de Governo, José Humber
to e ao nosso dedicado Governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, por nos dar mais esse apoio com equipamentos que serão muito bem-vindos. Somos efusivamente gratos ao GDF por nos dar a oportunidade de transformar o Varjão na Pérola do DF! ”, agradeceu.
Os equipamentos foram entregues pelo presidente da Novacap, Fernando Leite e pelo Diretor do DETRO, Rodolpho Moreira, na presença do Secretário Executivo das Cidades, Valmir Lemos, outros gestores de Administrações como Fercal, Lago Norte, Riacho Fundo II, São Sebastião e outras autoridades do Governo do DF.
É o Varjão se transformando na Pérola do DF.
Por Geysa Alburqueque – Ascom Administração doVarjão
Um grupo de empresários e políticos de Minas Gerais, a maioria ligada ao setor de transportes, teria pago R$ 600 pelas duas doses do imunizante da Pfizer
Foto: Reprodução Suposta vacinação foi flagrada por servidora
Os vídeos que registram pessoas sendo vacinadas contra a Covid-19, à noite, no pátio de uma empresa em Belo Horizonte, foram registrados por um grupo de vizinhos que moram em uma rua próxima ao local, no bairro Alto Caiçaras, e que foram os responsáveis pela denúncia anônima à Polícia Militar.
O caso da vacinação às escondidas foi revelado na quarta-feira pela revista piauí que afirma que um grupo de empresários e políticos de Minas Gerais, a maioria ligada ao setor de transportes, teria pago R$ 600 pelas duas doses do imunizante da Pfizer.
Eles teriam adquirido a vacina por iniciativa própria, sem fazer doações ao SUS, como previsto em lei até então – uma decisão da Justiça federal derrubou a obrigatoriedade das doações por entidades privadas nesta quinta, mas cabe recurso. Ainda segundo a revista, cerca de 50 pessoas receberam a primeira dose na vacinação em BH.
O Ministério Público Federal em Minas Gerais abriu procedimento para apurar o caso e a PF abriu inquérito. A Pfizer, por meio de nota, negou “qualquer venda ou distribuição da sua vacina contra a Covid-19″ fora do âmbito do Programa Nacional de Imunização” e afirma que seu imunizante não está disponível em território brasileiro.
Uma das pessoas que testemunhou a vacinação às escondidas, na terça-feira, é uma mulher que perdeu o emprego depois que o hotel onde trabalhava como camareira fechou na pandemia. Ela prefere não se identificar por temer represálias.
Sem receber auxílio emergencial, ela disse ter ficado revoltada com o episódio. Os pais dela só terão acesso ao imunizante a partir desta sexta-feira, pelo cronograma por faixa etária divulgado pela prefeitura de BH.
“Eu preciso voltar a trabalhar, estou desempregada. Os bonitões ficam vacinando e os que precisam mesmo, não tem como. É muita revolta, tanta gente precisando. Isso quer dizer que só quem tem dinheiro, tem poder pode ter direito à vacina? E os pobres, os que precisam?”, disse ela à reportagem.
As imagens foram divulgadas pelo portal R7 e outros veículos de comunicação durante o dia.
A filha dela, de 16 anos, que registrou alguns dos vídeos, conta que a mulher de jaleco branco que aplicava as doses percebeu que estava sendo filmada depois de um tempo e fez um gesto com o dedo do meio erguido na direção da casa onde a família estava. Ela não conseguiu registrar a imagem.
Outro vídeo registrado pela jovem, de menos de um minuto, mostra a mulher de jaleco aplicando uma injeção e o pátio lotado de carros com as luzes acesas. No registro policial, foi apontado que havia cerca de 25 veículos no local.
Segundo os moradores, foi o fluxo intenso de carros, por volta das 19h30, que chamou a atenção. O pátio da empresa, que pode ser avistado quase inteiramente das casas, não costuma ter movimento, especialmente nesse horário.
Por volta das 19h50, eles chamaram a Polícia Militar para denunciar o fato, e a vacinação prosseguiu. A onda roxa, fase mais restritiva do plano do governo de Minas para retomar atividades na pandemia, impositiva a todo estado e adotada em Belo Horizonte, prevê toque de recolher entre 20h e 5h.
Ainda de acordo com relatos dos moradores, a viatura da Polícia Militar só chegou por volta das 20h40. Eles dizem que dois carros estavam deixando a empresa, um veículo branco e um preto, e nenhum foi abordado. Segundo uma moradora, os policiais alegaram não terem parado os veículos por não terem mandado para tal.
O registro policial da ocorrência aponta hora da comunicação às 19h51 e diz que a ocorrência foi encerrada às 23h36. Nele, os policiais dizem que foram recebidos por duas pessoas que se identificaram como seguranças e relataram que houve “uma pequena reunião dos diretores da empresa, mas que todos já haviam deixado o local”.
O registro também diz que os policiais entraram na empresa junto com a Guarda Municipal, um fiscal de atividade urbana e controle ambiental e outro da Vigilância Sanitária, mas que nada foi constatado. A pessoa que se apresentou aos policiais como sendo autora da denúncia anônima disse que encaminharia os vídeos à Secretaria Municipal de Saúde.
A secretaria disse não ter recebido oficialmente os vídeos. A pasta também afirma que, depois de “minuciosa inspeção feita pela Vigilância Sanitária” e por não terem sido encontradas evidências no local durante a vistoria, não há amparo legal para ações da prefeitura.
No endereço registrado na ocorrência, não há placas ou identificação externa da empresa. Um funcionário disse à reportagem que ali funciona a Cia Coordenadas, pertencente à Saritur. Por mapas, o local é indicado como Companhia Atual de Transportes.
Caminhões no pátio continuam o adesivo da Coordenadas e funcionários vestiam uniforme com a logomarca da Saritur nas costas, na tarde de quinta.
A assessoria da Saritur, porém, nega que a Coordenadas pertença ao grupo. A reportagem não conseguiu contato com a Coordenadas até esta publicação.
Comunidade e professores comemoram inauguração de escola na Vila Planalto
Vídeo registra, após 30 anos, emoção pela completa reconstrução da unidade de ensino que tem a capacidade para mais de 600 alunos
“Eu vou dizer que estou sorrindo de máscara gente é um prazer enorme , são sete anos nossas crianças utilizavam o ônibus da secretaria da educação para ir para escola lá da 315 da Sul é uma coisa muito cansativa né só para quem gosta ama o trabalho que a gente faz para poder dizer que foi uma conquista agora né uma vitória para gente”. Declarou Nilce Pereira Coimbra Diretora do CEF 01 da Vila Planalto
Foram reformadas todas as instalações da escola, que chegou a funcionar durante anos em uma unidade provisória | Fotos: Renato Alves / Agência Brasília
“significa muito para vida não significa muito para as crianças e Como dito aqui eram transportadas todos os dias para longe do centro da comunidade para distante dos seus pais para assistir suas aulas E isso acontece e acontecia porque nós estamos fazendo esforço na construção das escolas para diminuir o máximo possível esse transporte de alunos nós vamos entregar escolas para que a comunidade receba e coloque seus filhos perto das suas residências” . Destacou Ibaneis Rocha Governador do DF.
A reconstrução da unidade beneficia diretamente 120 estudantes da pré-escola e 510 do primeiro ao nono anos