Calendário foi organizado conforme o dígito final da placa do veículo. Terceira e última parcela deverá ser quitada em abril
Daniel Ferreira/Metrópoles
O prazo para pagar a segunda parcela do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) referente a 2021 se encerra a partir desta segunda-feira (22/3), no Distrito Federal.
O calendário foi organizado de acordo com o número final da placa do veículo. Veja:
Calendário do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2021
Por sua vez, a terceira parcela deverá ser quitada entre os dias 26 e 30 de abril.
As três parcelas são de valores iguais e sucessivas, não podendo cada uma ter valor inferior a R$ 50. Caso o valor do IPVA seja inferior a R$ 100, é cobrado em cota única.
Moscou investe em apoio militar para garantir acesso a riquezas naturais e influência crescente junto ao governo local
ncontro entre os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da República Centro-Africana Faustin-Archange Touadéra, na russa Sochi, em outubro de 2019 (Foto: Divulgação/Kremlin)
O envio de novos instrutores militares da Rússia à República Centro-Africana, no último dia 22 de dezembro, sinalizam uma crescente influência de Moscou sobre o país africano, imerso em conflitos armados desde 2013. O que ainda é obscuro, porém, são os possíveis privilégios que aos russos recebem graças a essa participação.
Forças russas passaram a fornecer armas e apoio militar ao combalido Exército da República Centro-Africana apesar da incapacidade do governo de fornecer segurança à população, apontou o think tank conservador The Jamestown Foundation, que estuda temas relacionados à segurança.
O benefício na troca tende a ser o lucro econômico, disseram analistas da organização. Como o país africano é rico em recursos naturais – ouro, diamante, urânio e tipos raros de madeira –, Moscou sai na frente de concorrentes, como a França, para obtê-los apoiando o governo local com armas e estratégias militares.
Rússia impulsiona presença militar por lucros na República Centro-Africana
Encontro entre os presidentes da Rússia, Vladimir Putin, e da República Centro-Africana Faustin-Archange Touadéra, na russa Sochi, em outubro de 2019 (Foto: Divulgação/Kremlin)
Desde a deposição do ex-presidente François Bozizé, por uma coalizão rebelde de muçulmanos, em 2013, a República Centro-Africana vive conflitos interreligiosos e interétnicos. De 2018 para cá, Moscou ativou seu mecanismo de treinamento militar para o país africano e o Kremlin enviou instrutores para “auxiliar as milícias e forças locais”.
Organizações internacionais, porém, afirmam que esses instrutores são membros do grupo mercenário ilegal Wagner Group, que já foi vinculado a disputas armadas na Síria, na Líbia e na Ucrânia.
Informações apontam que os integrantes estão na capital centro-africana, Bangui, e garantem proteção às elites políticas locais. Eles também colaborariam com “mercenários ruandeses”, que têm participação cada vez mais ativa no conflito.
Reportagens da mídia estatal apontam que a Rússia acelerou sua provisão de armamentos a Bangui em 2019. Uma reportagem do portal russo Lenta registrou a venda de carros de patrulha blindados em outubro de 2020. Um mês depois, outro lote chegou ao país como parte de uma “grande reforma na segurança local”, disse o jornal Gazeta.
Apoio político
O apoio político do Kremlin ao presidente Faustin-Archange Touadéra foi perceptível quando Moscou enviou tropas para “estabilizar o país” pouco depois das eleições que lhe deram um novo mandato, no último dia 27 de dezembro. A tensão pré e pós-eleitoral forçou o deslocamento de 55 mil civis, disse a ONU (Organização das Nações Unidas).
Agentes de Moscou já ocupam cargos privilegiados junto a Touadéra. Um exemplo é Valery Zakharov, o “verdadeiro chefe” do aparato russo em Bangui, conforme relatório da organização “The Africa Report”.
Assessor do presidente, Zakharov é um ex-membro do FSB (Serviço de Segurança Interna da Rússia) e opera no campo diplomático entre os dois países. Além dele, outros quatro russos de alta patente estão atualmente no país africano.
“O nosso trabalho é fazer com que o governo centro-africano controle todo o seu território em um futuro próximo”, disse Zakharov em reunião no Kremlin.
Infectologista explica como saber se a máscara de pano está adequada e alerta para uso incorreto de máscaras profissionais
Depois do surgimento das novas variantes que apresentam taxa de transmissibilidade maior do coronavírus, a França passou a desaconselhar o uso de máscaras caseiras e a indicar as que garantam uma filtragem superior a 90%, voltando a atenção para máscaras profissionais como a PFF2 e a N95, ambas com filtragem de 95%.
Recentemente, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou que máscaras de pano devem ter mais de uma camada de proteção para que uma pessoa possa entrar em aeroportos e aviões. As novas regras também proibem qualquer tipo de máscara de acrílico, plástico transparente ou tenha válvula de expiração nesses locais.
Segundo a infectologista Claudia Maruyama, do Hospital San Genaro, em São Paulo, as máscaras caseiras continuam eficazes na proteção contra o coronavírus e as variantes do Reino Unidos, da África do Sul e do Amazonas desde que tenham pelo menos três camadas de tecido.
Ela explica que a PFF2 e a N95 são equipamentos de proteção usados por profissionais de saúde e que a procura em larga escala pode provocar sua escassez. O uso desses tipos de máscara fora do ambiente hospitalar é recomendado para imunodeprimidos ou em locais fechados com grande concentração de pessoas.
Tanto a N95 quanto a PFF2 têm efeitos equivalentes na proteção contra o vírus, de 95%, desde que não tenham válvulas. “A válvula permite que o ar seja expelido, facilitando a disseminação do vírus”, explica a infectologista.
Apesar de oferecerem uma proteção maior – nas de tecido a proteção é de cerca de 70% -, as máscaras profissionais são mais rígidas e precisam ser ajustadas à face, o que pode dificultar o uso correto. “Não adianta usar e deixá-la frouxa, ficar toda hora mexendo na parte da frente e correr o risco de se contaminar”, avalia a médica.
“A diferença entre elas está apenas na nomenclatura, que está relacionada à destinação e ao registro. A N95 era produzida para profissionais da saúde e a PFF2 era usada em fábricas e indústrias”, explica Cláudia.
As narinas são as principais vias de contaminação pelo SARS-CoV-2, por isso é importante manter a área protegida, deixando a máscara ajustada ao rosto, cobrindo o nariz e a boca. Para saber se uma máscara de pano ainda está adequada para uso ou possui camadas de proteção suficientes, a infectologista orienta fazer o teste do sopro. “Vista a máscara e assopre a chama de um fósforo ou isqueiro. Se o ar passar, é porque ela não protege mais”, afirma.
Distribuído por consórcio internacional, o imunizante é da Oxford/AstraZeneca produzido em fábrica da Coreia do Sul
O Brasil vai receber neste domingo (21) o primeiro lote de vacinas contra a covid-19 do consórcio Covax Facility. Serão 1.022.400 doses da Oxford/AstraZeneca previstas para desembarcar às 18h, no aeroporto de Guarulhos (SP), vindas da Coreia do Sul.
A Covax Facility é uma aliança internacional da OMS (Organização Mundial da Saúde) para acelerar o desenvolvimento de vacinas contra a covid-19 e garantir acesso à imunização em países em desenvolvimento.
Segundo a OMS, entre as doses que chegam neste domingo, 90% têm vencimento em 31 de maio de 2021 e as demais 10%, em 30 de abril de 2021. Mais 1,9 milhão de doses devem chegar ao país até o final de março.
Neste fim de semana, o Ministério da Saúde começou a distribuição de mais de 5 milhões de doses, sendo 1.051.750 da primeira remessa de vacinas da Oxford/AstraZeneca, produzida no Brasil pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Outras 3,9 milhões são referentes a mais um lote da vacina produzida pelo Instituto Butantan.
Desde 18 de janeiro, quando começou a campanha de vacinação contra a covid-19 no país, foram enviadas a todos os estados e DF mais de 25 milhões de doses – mais de 13 milhões já foram aplicadas em grupos prioritários.
Para o mês de março, o cronograma enviado à pasta pelos laboratórios, sujeito a alterações de acordo com a produção das vacinas, prevê a entrega de um total de 30 milhões de doses: 23,3 milhões do Instituto Butantan, enviados em remessas semanais e distribuídas na mesma periodicidade; 3,8 milhões da vacina da AstraZeneca/Oxford, produzida na Fiocruz; e mais 2,9 milhões de doses do mesmo imunizante adquirido via consórcio Covax Facility.
Negociação de preços
O consórcio Covax Facility é uma plataforma colaborativa, subsidiada pelos países-membros, que também visa possibilitar a negociação de preços dos imunizantes. De acordo com o comunicado do consórcio, a projeção é que sejam enviadas 330 milhões de doses das vacinas da Pfizer/BioNTech e Oxford/AstraZeneca na primeira metade de 2021 para 145 países integrantes da aliança, que reúne mais de 150 nações.
Em fevereiro, a A Diretoria Colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu por unanimidade dispensar de registro ou autorização de uso emergencial vacinas contra covid-19 que o Brasil receberá por meio do consórcio Covax Facility.
A diretora Meiruze Freitas afirmou que é “oportuno e atual o momento para aprimoramento de alguns procedimentos e diretrizes da regularidade sanitária, de forma a pavimentar o caminho para promovermos uma apropriada e célere disponibilização das vacinas objeto do acordo Covax Facility por todo o território nacional”.
Apesar do quadro delicado, o cantor “vem respondendo positivamente ao tratamento
Agnaldo Timóteo, 84, segue em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital Casa São Bernardo, no Rio de Janeiro. O cantor foi internado nesta quarta-feira (17) em decorrência de complicações da Covid-19. Nota enviada ao F5 neste sábado (20) informa que, apesar do quadro delicado, o cantor “vem respondendo positivamente ao tratamento”.
“Assim como ocorreu em sua última live […]acreditamos que em breve o cantor e compositor Agnaldo Timóteo vencerá mais esse desafio da sua vida com muito amor, carinho, orações, energias positivas, superação e muita fé”, diz o comunicado assinado por Ruth Timóteo, irmã do artista.
Agnaldo Timóteo já havia tomado a primeira dose da vacina contra a Covid no dia 15 de março, mas contraiu a doença, antes de receber a segunda dose do imunizante. Sobrinho do cantor, Timotinho Silva disse que as o artista foi imediatamente levado ao médico quando surgiram os primeiros sintomas do mal.“Ele começou a sentir certas dores e a partir disso resolvemos levar para o hospital. Agnaldo Timóteo sentia dores no corpo, estava tossindo e tremendo um pouco a mão”, disse ele em entrevista ao Cidade Alerta (RecordTV) do Rio de Janeiro.
Essa não é a primeira vez que Agnaldo Timóteo precisa de atendimento médico após algum problema de saúde. Em 2019, Timóteo foi submetido a um exame de cateterismo após ter um princípio de AVC (Acidente Vascular Cerebral). Dias depois, ele teve uma piora e começou a respirar com a ajuda de aparelhos.
Agnaldo Timóteo está na UTI por complicações da Covid-19. Ele já havia tomado a primeira dose da vacina e contraiu a doença no intervalo para a segunda dose. Precisamos alertar nossos avós e todas as pessoas que estão nesse processo. Muito cuidado.
São 13,5 mil doses da AstraZeneca e 115,6 mil da Coronavac, quechegaram.
O governador Ronaldo Caiado (Dem) anunciou, na manhã deste sábado (20), a chegada de mais 129 mil doses de vacina contra a Covid-19. São 13,5 mil doses da AstraZeneca e 115,6 mil da CoronaVac, que devem chegar no final desta manhã. Os imunizantes serão usados para aplicação da primeira dose em Goiás.
O gestor informou ainda que o Ministério da Saúde se comprometeu a enviar, toda semana, novas doses de vacina às terças e quartas-feiras. De acordo com o governador, as 129 mil unidades chegarão a Goiás por volta das 11h30.
Vacinação em Goiás
Conforme expõe levantamento oficial da Secretaria de Saúde de Goiás (SES-GO), referente à primeira dose, foram aplicadas 324.481 doses das vacinas contra a Covid-19 em todo o estado. Em relação à segunda dose, foram vacinadas 101.316 pessoas. Esses dados são preliminares.