Dia: 16 de março de 2021

  • Planetário de Brasília celebra seus 47 anos com programação online

    Planetário de Brasília celebra seus 47 anos com programação online

    O contexto de pandemia não impediu o Planetário de Brasília de levar ciência para a população. Usando o instagram (@planetariodebrasilia) o espaço, atualmente gerido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (SECTI/DF), está oferecendo uma programação online com muita informação e interação.

    Assuntos como: satélites, veículos espaciais, mulheres na ciência e planetas fazem parte do conteúdo que já está sendo divulgado na plataforma. “Usar as redes sociais para informar e interagir por meio da ciência é uma forma inovadora que nossa equipe enxergou para continuar prestando serviços educacionais à população”, disse Gilvan Maximo, Secretário da SECTI/DF.

    Inaugurado em 15 de março de 1974, o Planetário de Brasília foi desativado em 1996 e ficou ocioso por quase duas décadas. Reinaugurado em 2013, o local desde então está à disposição do público.

    Mais informações:

    (61) 99257.2607 | @planetariodebrasilia

    SECTI/DF

  • ONU: Como a Covid-19 impactou a população carcerária pelo mundo

    ONU: Como a Covid-19 impactou a população carcerária pelo mundo

    Especialista em reforma prisional da Unodc, de drogas e crime, analisa como diminuir os contágios nos presídios

    Este conteúdo foi publicado originalmente no portal ONU News, da Organização das Nações Unidas

    Mais de 527 mil presos em todo o mundo foram contaminados pelo vírus da Covid-19 em 47 países. Deste total, 3,8 mil perderam a vida para a doença.

    Os dados são do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime, Unodc, que realiza o 14º Congresso sobre Prevenção do Crime e Justiça Penal, em Quioto, no Japão.

    O especialista em reforma prisional da agência da ONU, Philipp Meissner, afirma que os presidiários são “desproporcionalmente” afetados pelo novo coronavírus.

    Nesta entrevista à ONU News, ele explica o porquê.

    Qual é a situação dos presidiários acometidos pela pandemia ao redor do mundo?

    Os sistemas carcerários com mais de 11 milhões de detidos estão sendo mais afetados que outros setores. Estima-se que mais de 527 mil presos foram infectados em 11 países. Deste total, 3,8 mil morreram em 47 nações. Com testes escassos em várias localidades e um vírus que se movimenta muito rapidamente, o número real pode ser ainda mais alto. Também é preciso pensar que por causa da interação muito próxima com os prisioneiros, os agentes de prisão, trabalhadores de saúde e outros profissionais nos presídios estão sob maior risco de contaminação. Não resta dúvida de que as prisões são ambientes de alto risco de transmissão da Covid-19 para todos que vivem e trabalham lá.

    Onde os prisioneiros sofrem mais esses riscos?

    O impacto é fortemente sentido pelos detidos na maioria dos países e em todos os continentes.  Até mesmo os sistemas penais relativamente bem ressarcidos estão enfrentando sérios desafios na mitigação dos efeitos da pandemia nas cadeias. E essas consequências são principalmente severas em sistemas carcerários que foram sendo pressionados, superlotados, por negligência ou falta de pessoal e outros recursos. Tudo isso levou a condições precárias nas prisões, por exemplo, com saneamento e limpeza insuficientes, poucos serviços de saúde e condições de higiene.

    A superlotação das prisões, que continua afetando a maioria dos países, aumenta os desafios postos pela Covid-19 e a atual viabilidade de levar prevenção e medidas de controle da pandemia a esses locais.

    Quais dificuldades as autoridades nacionais enfrentam no combate à Covid-19 em presídios pelo mundo?

    Mesmo antes da pandemia, muitas prisões lutavam até mesmo para cobrir suas necessidades básicas e assegurar a saúde dos detidos. Estamos falando de espaço suficiente, nutrição, água potável, acesso a itens de limpeza e higiene e até mesmo de ventilação apropriada. Em muitas prisões do mundo, as pessoas não têm áreas de trabalho ou outros espaços. E o acesso a equipamento de proteção pessoal, termômetros e material de testagem de Covid-19 tornou-se um desafio.

    Esses fatores também agravaram o perfil, tipicamente fraco, de saúde das populações carcerárias incluindo a alta prevalência de doenças crônicas e contagiosas.

    Aqui, o princípio da equivalência do cuidado, que deveria fornecer aos prisioneiros o acesso a serviços de saúde gratuitamente e em padrões similares ao da população não-carcerária, não é assegurado em muitas nações.

    É fundamental que os padrões internacionais, em particular, as Regras Mínimas da ONU para o Tratamento de Prisioneiros, conhecidas como Regras Nelson Mandela, sejam acatadas.

    O ambiente na prisão tornou-se tenso em muitos países o que é alimentado por ansiedade, medos e incertezas entre prisioneiros e os empregados do sistema prisional. Os motins em cadeias e outros incidentes de segurança em 50 países demonstraram a importância da comunicação, de forma transparente, sobre a Covid-19, e sempre que possível com a participação ativa dos detentos.

    As medidas adotadas em muitos países resultaram, tipicamente, em mais endurecimento como a suspensão de visitas assim como a restrição ao acesso a programas de reabilitação e outras atividades construtivas fora das celas.

    O fato de o detento não poder ver os familiares, os filhos, por um período longo de tempo, tem um impacto sério na saúde mental e no bem-estar dos presos incluindo mães e pais. Isto também agrava o sofrimento inerente à situação da detenção em si.

    As autoridades nacionais estão dedicando atenção suficiente à situação dos prisioneiros durante esta pandemia?

    O gerenciamento da prisão e os serviços são um ponto fraco na justiça penal em vários países. Os presos são um segmento da sociedade que é geralmente esquecido na hora de se formular políticas públicas e entre a opinião pública.

    Desde o início da pandemia, o Unodc e outros parceiros têm sido bastante ativos sobre a urgência de se incluir as prisões, os detentos e o pessoal dos presídios na resposta de saúde pública à Covid-19.

    Mesmo que muitas jurisdições estejam chamando a atenção para o tema e feito esforços, muito precisa ser alcançado ainda para responder à situação dos prisioneiros na pandemia e mitigar os riscos da doença nas prisões. E isto deveria, claro, incluir programas de imunização.

    Que soluções estão sendo encontradas para acabar com a propagação do virus nos presídios?

    Um dos temas mais importantes é a grave superlotação. E vários países tentaram contornar este problema com a suspensão de sentenças para crimes menos sérios e até mesmo a soltura temporária, em caráter de emergência de saúde, dos detentos para evitar a propagação. Nesse caso, aqueles que estão sob risco de se contaminar ou perto de completarem suas penas.

    Calcula-se que mais de 700 mil detentos tenham sido autorizados a sair da prisão durante a pandemia, em todo o mundo.

    Como a ONU pode melhorar as medidas de prevenção em prisões?

    A ONU tem advogado por uma reforma prisional holística assim como uma reavaliação do quadro atual de encarceramento com uma visão de lidar com a superlotação e as prisões em massa. Mais especificamente, o Unodc tem se engajado em serviços de correção e carcerário nacionais em mais de 50 países par assistir as medidas de prevenção e controle da infecção. O objetivo é assegurar a aderência mínima aos padrões e a promoção, em casos apropriados, de um aumento de alternativas ao encarceramento.

    Fonte: A REFERÊNCIA

  • Mulher é encontrada morta dentro de carro de PM em frente a motel

    Mulher é encontrada morta dentro de carro de PM em frente a motel

    O policial que seria dono do veículo se apresentou à 13º Distrito Policial, em Fortaleza, e disse que a mulher teria tirado a própria vida.

    Uma mulher de 24 anos foi encontrada morta em frente a um motel em Fortaleza (CE). O corpo da jovem estava dentro do carro de um agente da Polícia Militar. O caso está sendo investigado pela Perícia Forense do estado do Ceará.

    O policial, após o ocorrido, foi ao 13º Distrito de Polícia da cidade e disse que a vítima teria utilizado a arma dele para tirar a própria vida. A versão está sendo apurada pela Secretaria da Segurança Pública e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa.

    A arma foi apreendida pela Polícia Militar. O corpo passará por exame residuográfico para a causa da morte ser esclarecida. O nome da mulher não foi revelado pelos investigadores.

    por Metropoles.com

  • Novo ministro da Saúde descarta lockdown como política contra Covid

    Novo ministro da Saúde descarta lockdown como política contra Covid

    O novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou à CNN Brasil que lockdowns são utilizados em situações extremas, mas que não podem ser “política de governo”. Questionado pela CNN Brasil sobre o lockdown, Queiroga afirmou: “esse termo de lockdown decorre de situações extremas. São situações extremas em que se aplica. Não pode ser política de governo fazer lockdown. Tem outros aspectos da economia para serem olhados”.

    O novo ministro avaliou ainda que, “quanto mais eficiente forem as políticas sanitárias, mais rápido vai haver uma retomada da economia”. Por fim, ele também falou sobre vacinas e sobre pedidos do presidente quanto a questão: “O presidente quer que questões operacionais sejam colocadas de maneira clara, de tal sorte que o conceito de que o Brasil sabe vacinar se repita, e a gente consiga vacinar a população, que é a maneira mais eficiente de prevenir a doença”.

    Repercussão

    Fonte: ISTOÉ

  • Vacinação e controle da covid-19 serão desafios de novo ministro

    Vacinação e controle da covid-19 serão desafios de novo ministro

    Marcelo Queiroga terá de coordenar vacinação em massa em meio a recordes de mortes, no pior momento da pandemia da covid-19

    Marcelo Queiroga e o presidente Jair Bolsonaro, durante encontro em setembro do ano passado REPRODUÇÃO/ INSTAGRAM/ SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA

    O novo ministro da saúde, Marcelo Queiroga, deve assumir o cargo nesta terça-feira (16) com uma missão mais difícil do que a de todos os outros três ocupantes da cadeira durante sua gestão na pandemia do novo coronavírus. Em meio ao pior momento da tragédia sanitária, Queiroga será o líder do enfrentamento à doença que ameaça colapsar a rede hospitalar de diversos estados, ao mesmo tempo em que assumirá a meta da gestão anterior de adquirir 529,9 milhões de vacinas contra a covid-19.

    Os números da tragédia dão dimensão do tamanho do desafio. O país já perdeu quase 280 mil pessoas por causa da doença, sendo que o mês de março registra recordes consecutivos de mortes, com 23.308 mil vidas a menos somente neste mês, registradas até esta segunda-feira (15).

    Queiroga também terá de coordenar o enfrentamento à pandemia junto aos estados e cidades enquanto alguns destes adotam estratégias de lockdown ou de quarentenas mais severas contra o pico da pandemia, das quais o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é opositor e crítico recorrente.

    O próprio ministro é defensor do distanciamento social e não acredita em tratamento precoce para a covid-19, outra divergência com o presidente. Ele, porém, foi elogiado por Bolsonaro, que se reuniu com o postulante por mais de três horas nesta segunda-feira (15).

    “A conversa foi excelente. Ele tem tudo para fazer um bom trabalho, dando continuidade a tudo que o ministro Pazuello fez”, afirmou o presidente a apoiadores após a reunião.

    Em relação às vacinas, Queiroga terá de cumprir a meta ambiciosa fixada pelo ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em seu último anúncio oficial no cargo, nesta segunda (15). O plano apresentado por Pazuello prevê a aquisição de 562,9 milhões de doses de vacinas contra covid-19 até o fim de 2021, 192 mi de março a junho e 38 mi até o final deste mês. Até agora, foram entregues 16, 9 milhões de doses desde janeiro.

    Com estes imunizantes, o Brasil vacinou 4,67% de sua população, marca registrada quase dois meses depois que a primeira pessoa foi imunizada no país, no dia 17 de janeiro.

     

    Perfil do novo ministro

    Queiroga é graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Paraíba, especialista em cardiologia e tem doutorado em Bioética pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto/Portugal. Ele já dirigiu o departamento de hemodinâmica e cardiologia intervencionista (Cardiocenter) do Hospital Alberto Urquiza Wanderley (Unimed João Pessoa) e é médico cardiologista intervencionista no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires, também na Paraíba.

    Atuou como dirigente da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista, na qual já exerceu a presidência no biênio 2012/2013, sendo membro permanente do seu Conselho Consultivo. Integra ainda o Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba como Conselheiro Titular.

    De perfil técnico, Queiroga atuou na equipe de transição do governo de Michel Temer para Bolsonaro no fim de 2018. Em setembro do ano passado, encontrou-se com o presidente no Planalto e chegou a postar uma foto com ele.

    com informações r7.com

  • Governo suspende até maio prova de vida para servidores aposentados

    Governo suspende até maio prova de vida para servidores aposentados

    A suspensão não afeta o recebimento de proventos ou pensões pelos beneficiários. Trata-se de uma medida de proteção contra a Covid-19.
    Rafaela Felicciano/Metrópoles

    O Ministério da Economia suspendeu, até 31 de maio de 2021, a exigência de recadastramento anual de
    aposentados, pensionistas e anistiados políticos civis. A suspensão não afeta o recebimento de proventos ou pensões pelos beneficiários. Trata-se de uma medida de proteção contra a Covid-19.

    Encerrado o prazo, os beneficiários que tiverem sido dispensados da realização de comprovação de vida deverão realizar o recadastramento anual. A prova de vida pode ser feita por identificação pessoal em agência bancária, pelo sistema biométrico em terminal eletrônico de autoatendimento ou por aplicativo móvel.

    Também fica suspensa até o fim de maio a realização de visitas técnicas para fins de comprovação de vida. Essas visitas ocorrem quando o beneficiário não consegue se locomover para se apresentar presencialmente.

    A instrução normativa que suspende a prova de vida é assinada pelo secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal, Wagner Lenhart, que vai deixar o governo em breve, e foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (16/3). Veja a íntegra:

    A instrução normativa que suspende a prova de vida é assinada pelo secretário de Gestão e Desempenho de Pessoal, Wagner Lenhart, que vai deixar o governo em breve, e foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (16/3). Veja a íntegra:

    Por metropoles.com