Dia: 4 de dezembro de 2020

  • GDF sanciona lei que determina jogo de queimada como modalidade esportiva

    GDF sanciona lei que determina jogo de queimada como modalidade esportiva

     

    A novidade foi publicada no Diário Oficial do DF desta quarta e, de acordo com o deputado Martins Machado, autor do projeto, trará benefício

    ATUALIZADO 02/12/2020 22:03

    Jogo de queimadaREPRODUÇÃO/INSTAGRAM PROJETO ZOE DF

    Abrincadeira antiga em escolas conhecida como queimada evoluiu ao longo do tempo e será levada ainda mais a sério na capital do país. Um projeto de autoria do distrital Martins Machado (Republicanos) foi sancionado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) e, desde terça-feira (1/12), está em vigor a lei que reconhece o jogo como modalidade esportiva no Distrito Federal.

    A novidade foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta quarta-feira (2/12). “A queimada, famosa em Brasília, abarca centenas de mulheres e homens que praticam a modalidade como esporte em nível de competições regionais e estaduais”, defende Martins Machado. O projeto dele tramita na casa desde 2019, foi aprovado nas comissões e assinado pelo governador nessa terça.

    De acordo com o distrital, que também é o presidente da Frente Parlamentar de Esporte na Câmara Legislativa do DF, a aprovação da lei irá contribuir no apoio à modalidade. “Reconhecer a queimada como uma modalidade esportiva na cidade é uma forma de oficializar e proporcionar apoio, já que têm vários adeptos”.

    LEI TRANSFORMA QUEIMADA EM MODALIDADE ESPORTIVA NO DFLei transforma queimada em modalidade esportiva no DF

    Atualmente, Brasília conta com ao menos 32 times de queimada, entre masculino e feminino. O Zoe, pioneiro na modalidade na capital, comemorou bastante a conquista. Para Jéssica Martins, coordenadora geral da equipe, isso trará mais respeito ao esporte praticado por elas.

    “Isso significa, literalmente, sermos reconhecidas pelo desempenho e dedicação até aqui. Sempre nos preparamos para campeonatos, torneios, inclusive fora de Brasília, e nunca tivemos apoio justamente por não ser considerado um esporte”, afirma Jéssica. O Zoe tem cinco anos de existência e, de acordo com ela, luta pelo reconhecimento como esporte há pelo menos quatro.

    Atividade física na escola antigamente, a queimada, atualmente, também serve fator de inclusão social de crianças, adolescentes e jovens.

    metropoles.com 

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  • Moradores da Estrutural podem acessar internet grátis

     Wi-Fi Social alcançou 42 pontos. Conexão já contabiliza mais de 30 milhões de acessos desde 2019 e chegará em breve ao Sol Nascente/Pôr do Sol

     

    A expectativa é ter 200 pontos do Wi-Fi Social no Distrito Federal até o final de 2022 | Foto: Paulo H. Carvalho

     

     

    Dona de uma banca de frutas na Feira da Estrutural, Maria de Fátima Rodrigues, 30, é uma comerciante conhecida na região. Mas confessa já ter perdido algumas vendas por conta da ausência de internet no telefone celular. Agora, ao que tudo indica, isso acabou. Fátima se tornou mais uma usuária do Wi-Fi Social, que chegou nesta quinta-feira (3) à Cidade Estrutural.

     

    “Coloco o crédito no telefone, mas a internet dura só dois dias. E muitos clientes me chamavam no WhatsApp e eu não via”, explica a feirante. “Já me conectei agora de manhã pelo wi-fi do governo e o sinal está muito bom. Estou gostando muito”, elogia.

     

    O Wi-Fi Social é um projeto da Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secti) e alcançou hoje 42 pontos em todo o DF. O sinal foi colocado em três diferentes locais da Vila Estrutural: Feira Permanente, Avenida Central e no Terminal Rodoviário. Como são vizinhos, a internet está disponível numa extensão de 1 km da RA.

     

    A conexão, sem custo para o Governo do Distrito Federal (GDF) ou para o internauta, já contabiliza mais de 30 milhões de acessos desde 2019. E, segundo o secretário da Secti, Gilvan Máximo, a expectativa é levar conectividade a 200 pontos fixos da capital até o final de 2022.

     

    “Além da inclusão digital, estamos proporcionando inclusão social. Hoje em dia, ninguém mais vive sem internet. As pessoas precisam da rede para se comunicar e resolver as questões do dia-a-dia. E um pacote de dados é caro atualmente”, afirma Gilvan. A cidade de Sol Nascente/Pôr do Sol é o próximo alvo do programa Wi-Fi Social.

    Confira aqui os pontos em operação, teste e instalação.

     

    Internet e conhecimento

    A inauguração do projeto na Avenida Central da cidade foi prestigiada por autoridades como o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, e o senador Izalci Lucas.

    Para o ministro, mais internet significa mais conhecimento para a população. “Levar a rede para as regiões mais carentes, acompanhada também da formação de professores, é investir em educação. É pensar nas futuras gerações”, destaca ele.

     

    Confira o vídeo:

    Tocador de vídeo

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    Lan House Social

    Foi aberta também, na oportunidade, uma Lan House Social ao lado da Administração da Estrutural/SCIA. Mais um espaço para o acesso gratuito à rede mundial de computadores. A sala conta com 10 máquinas disponíveis para uso em sistema de revezamento. São todas recicladas, dentro do Projeto Reciclotech da Secretaria.

     

    O administrador da cidade, Major Gustavo Cunha, revelou que o sentimento da cidade é de gratidão. Em tempos difíceis de pandemia do coronavírus, o serviço de internet gratuito fará toda a diferença. “Nosso sentimento é de gratidão. É uma região carente e nessa época de pandemia a gente via as crianças com dificuldade nas aulas on-line. Os pais pediam ajuda. Não foi fácil”, lembra o administrador. “Essas duas iniciativas foram um presente para a nossa cidade”, finaliza ele.

     

    Como se conectar

    Para se conectar ao Wi-Fi Social é preciso fazer um cadastro com nome, e-mail, número de celular e CPF. A alternativa é acessar por meio do login em plataformas de redes sociais.

     

    O serviço garante o direito à privacidade individual, à neutralidade da rede e à proteção de dados pessoais. O custo de instalação e manutenção das redes é de responsabilidade das empresas credenciadas no programa.

     

    RAFAEL SECUNHO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA | EDIÇÃO: RENATA LU

    https://segov.df.gov.br