Dia: 26 de outubro de 2020

  • Babá abusa e engravida de criança de 13 anos de quem cuidava

    A criança, fruto da relação, foi levada a um abrigo após os testes

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    Nesta segunda-feira (18), a babá Leah Cordice, de 20 anos, foi condenada a pagar dois anos e seis meses de prisão por se relacionar sexualemente, e engravidar, de um menino de 13 anos, de quem cuidava. 

    O caso ocorreu em janeiro de 2017 no Reino Unido, mas só foi a tona em 2018, quando a adolescente, que na época tinha 17 anos, negou as acusações. 

    Em sua defesa a mulher disse que fora estuprada pelo menino. Já o rapaz disse em sua versão que as relações eram forçadas por ela. 

    A babá se casou com um namorado em maio de 2017, mas em um exame de DNA foi descoberto que a criança era filha do garoto e não do namorado. 

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    “De fato, não ouvi nenhuma indicação de Cordice ou da vítima de que ela o mantinha em qualquer afeto em particular; as evidências de pelo menos uma testemunha eram de obsessão física e auto-indulgência, em oposição ao apego emocional”, disse, Peter Clarke, o juiz que acompanhou o caso.

    Nos tribunais o garoto disse que acabou sendo diagnosticado com transtornos psicológicos por conta dos abusos.

    Já a criança, fruto da relação, foi levada a um abrigo após os testes. 

    “Não vejo minha filha e não tive nenhum envolvimento com ela recentemente. Ver minha filha e depois ter ela tirada da minha vida foi muito difícil de lidar. Parece que fui punido pelo que passei. Espero que no futuro eu possa seguir em frente e ter algum relacionamento com ela”, disse. 

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  • Vagas de emprego oferecem salários de até R$ 3,2 mil

     

    Vagas de emprego oferecem salários de até R$ 3,2 mil

    Nesta segunda-feira (26), maioria das oportunidades é para vendedor

    O maior salário oferecido nesta segunda (26) é o para supervisor de carpinteiro de manutenção, no valor de R$ 3,2 mil mais benefícios | Foto: Arquivo/Agência Brasília

    As agências do trabalhador do Distrito Federal abrem a semana com 573 oportunidades de emprego. O melhor salário oferecido nesta segunda-feira (26), no valor de R$ 3,2 mil, mais benefícios, é pago para supervisor de carpinteiro de manutenção, com apenas uma vaga. Para concorrer, é preciso experiência na área.

    Outras 60 vagas oferecem salários aproximados. Seis são para técnico em eletromecânica, com remuneração de R$ 2.539,21. O valor de R$ 2,5 mil mensais é oferecido em 50 oportunidades para técnico eletrônico de manutenção industrial e em duas para torneiro mecânico. Uma vaga para marceneiro e uma para padeiro pagam R$ 2,3 mil. Todas as profissões ainda recebem benefícios como auxílio alimentação e transporte.

    Oito profissões oferecem remuneração por dia trabalhado, variando entre R$ 18,33 e R$ 96,96: analista de marketing (1), enfermeiro (3), fisioterapeuta (3), fonoaudiólogo (3), motofretista (1), nutricionista (3), psicólogo clínico (3) e técnico de enfermagem (20).

    O restante das vagas paga entre R$ 1.045 e R$ 2 mil, mais benefícios. As profissões com maior número de oportunidades são vendedor, com 141, e açougueiro, com 61. Mas também estão com boa procura no mercado de trabalho os profissionais que atuam como auxiliar de linha de produção (30), agente de ação social (25), instalador/reparador de redes telefônicas e comunicação de dados (20), padeiro (53) e tratorista operador de roçadeira (21).

    Interessados em concorrer a qualquer uma das vagas podem procurar qualquer unidade das agências do trabalhador. Em razão da pandemia de coronavírus, 15 delas fazem atendimento presencial. Estão fechadas, temporariamente, as agências do Paranoá, Guará e da Câmara Legislativa. Outra possibilidade é o aplicativo Sine Fácil que, em virtude da pandemia de Covid-19, também disponibiliza o serviço.

    Empreendedores que desejam buscar profissionais também podem utilizar os serviços das agências do trabalhador. Além do cadastro de vagas, é possível usar os espaços físicos para seleção dos candidatos encaminhados. Para isso, basta acessar o site da Secretaria do Trabalho e preencher o formulário na aba empregador.

    Confira aqui as vagas disponíveis.

    Agencia Brasília 

  • Emprega-DF ultrapassa 17 mil postos gerados na pandemia

    Parque temático a ser construído em Brasília, próximo à região do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, é o novo participante do programa

    Projeto prevê a abertura de 400 empregos diretos e 1,6 mil indiretos nos próximos meses / Imagem de divulgação

    Mais 2 mil empregos serão abertas no Distrito Federal até o final do ano com a chegada da Brasília Waves. A empresa – responsável por construção e gerenciamento de um parque voltado à prática e ao treinamento de esportes olímpicos radicais – é a nova aderente ao Emprega-DF, programa de incentivo do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede benefícios fiscais a quem investe e gera trabalho na cidade.

    No ano em que o país foi impactado economicamente pela pandemia de Covid-19, o GDF vai conseguir, por meio de políticas públicas, fechar 2020 com 17 empresas inscritas no programa de benefícios fiscais gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE).

    17,3 milempregos prometidos por corporações que aderiram ao Emprega-DF

    Sete já eram beneficiadas por outros programas e migraram para o Emprega-DF em troca de desconto no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Outras oito estão em fase de análise para entrada no programa. Juntas elas se comprometeram a gerar mais de 17,3 mil empregos, entre diretos e indiretos.

    O termo de acordo de regime especial entre o GDF e a Brasília Waves foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) e prevê a abertura de 400 empregos diretos e 1,6 mil indiretos nos próximos meses.

    “O Emprega-DF está sendo um sucesso na captação de investimentos e na geração de empregos. A secretaria comemora esses resultados, principalmente por serem alcançados em meio a uma crise”José Eduardo Pereira Filho, secretário de Desenvolvimento Econômico

    O parque temático terá uma grande piscina que simula uma praia com ondas, onde haverá treinamento de surf. Outros esportes considerados radicais e inscritos nos Jogos Olímpicos, como escalada, skate e vôlei de praia, também contarão com estrutura para aulas e recreação. O investimento ainda terá restaurantes e espaço para shows.

    Vantagens

    O percentual de incentivos varia de acordo com o número de empregos gerados pela empresa, os projetos sociais voltados à preservação do meio ambiente, a qualificação de mão de obra e as ações de patrocínio a projetos culturais e esportivos.

    “O Emprega-DF está sendo um sucesso na captação de investimentos e na geração de empregos. A secretaria comemora esses resultados, principalmente por serem alcançados em em meio à uma crise na economia gerada pela pandemia de Covid-19”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eduardo Pereira Filho.

    Para o assessor especial da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Júlio Breves, o aumento da adesão ao programa mostra que o setor produtivo está confiante na segurança jurídica garantida pelo GDF. “Com a economia gerada pelos descontos concedidos no pagamento do ICMS, as empresas conseguem ter melhor fluxo de caixa, aceleram o andamento das obras, têm mais recursos para investir, reduzir valores de produtos e serviços e, assim, garantir mais clientes e consumidores”, enumera. “Isso sem falar na geração de mais empregos.”

    No caso da Brasília Waves haverá isenção de ICMS, no primeiro ano, para a compra de máquinas e equipamentos, tanto nacionais quanto importados. A estimativa é de que as obras de construção do parque aquático comecem no primeiro semestre de 2021, com inauguração prevista no segundo semestre de 2022. Já no segundo ano, a projeção de arrecadação de impostos pelo GDF é de R$ 11,8 milhões (R$ 11.850.745,00, mais precisamente).

    “Nossa decisão de aderir ao Emprega-DF foi baseada nos incentivos oferecidos do governo”, diz sócio-diretor da Brasília Waves, Marco Antônio Nunes | Imagem de divulgação

    Retomada de crescimento

    Sócio-diretor da empresa, Marco Antônio Nunes conta que a escolha por trazer um investimento tão grande para Brasília se baseou no clima favorável, com sol na maior parte do ano, além da organização, da segurança e da logística da cidade, com cultura voltada ao esporte de entretenimento.

    “Nossa decisão de aderir ao Emprega-DF foi baseada nos incentivos oferecidos do governo para novos empreendimentos e nosso interesse em contribuir na retomada da economia e na geração de emprego no Distrito Federal”, resume.

    Saiba mais sobre o Emprega-DF

    Agencia Brasilia

     

  • Fies tem 55% dos contratos com prestações vencidas; MEC faz refinanciamento

     

    Programa lançado pelo governo prevê desconto de até 100% em encargos da dívida

    ATUALIZADO 26/10/2020 8:56

    Inscrições do Fies 2020/2 são adiadasMARCELLO CASAL JR/AGÊNCIA BRASIL

    Oprograma federal destinado a financiar a educação superior em instituições privadas já leva mais da metade dos beneficiários (e de seus fiadores) para as listas de devedores.

    Dados apurados pelo Metrópoles junto ao governo por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que, até julho de 2020, havia 981,7 mil contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) com mais de três parcelas vencidas, o que corresponde a 55% do total e a um saldo devedor de impressionantes R$ 28,7 bilhões.

    Essa dívida vem crescendo, e nem mesmo a suspensão do pagamento das parcelas até 31 de dezembro deste ano, em razão da pandemia de coronavírus, segurou o aumento. De janeiro a julho, último mês com dados consolidados e enviados, 182 mil clientes do Fies deixaram suas parcelas atrasarem por mais de 90 dias. Os inadimplentes entraram para a estatística de devedores – número que se aproxima de um milhão de pessoas.

    Veja a evolução dessa dívida ao longo dos anos de operação do programa:

    Renegociação

    Lei nº 14.024/2020, que suspendeu os pagamentos do Fies, também determinou que o governo abrisse um programa de renegociação das dívidas já existentes. Isso foi feito nesta semana, com a edição de uma portaria que permite a renegociação de débitos dos contratos firmados até o 2º semestre de 2017, vencidos e não quitados até o dia 10 de julho de 2020.

    Quem aderir ao programa, segundo o Ministério da Educação, terá o nome (e dos fiadores) retirado dos cadastros de devedores, como o da Serasa, e terá o cronograma de vencimento das parcelas alterado.

    A renegociação, porém, não mudará o valor do financiamento contratado – só poderá retirar os chamados encargos moratórios, que são aqueles cobrados pelo atraso das parcelas.

    No caso desses encargos moratórios, o desconto pode ser de até 100%, dependendo do contrato.

    Quem renegociar terá de pagar ao menos R$ 200 por mês e parcelar em até 174 vezes o saldo devedor.

    Caso o estado de calamidade pública nacional pela pandemia seja prorrogado, as novas parcelas serão automaticamente suspensas – até o fim da calamidade.

    O prazo final tanto para renegociar quanto para solicitar a suspensão do pagamento é 31 de dezembro de 2020. Essa negociação deve ser feita diretamente com o banco responsável pelo financiamento.

    Dívida em crescimento, financiamentos em queda

    Os dados obtidos pelo Metrópoles também mostram queda acentuada no número de novos contratos fechados pelo Fies. Este ano, até julho, foram 45,5 mil. Nos dois anos anteriores, a quantidade não chegou a 100 mil contratos, numa tendência que vem desde o início do programa, em 2014, quando foram celebrados 690,6 mil contratos, o recorde do período.

    Veja a evolução ao longo dos anos:

    Novo Fies

    O governo tem tentado melhorar o Fies ao longo dos anos e, em 2017, lançou uma versão com novas regras. O diretor de Estratégias Públicas da MAG Seguros, Arnaldo Lima, que é ex-secretário de Ensino Superior do Ministério da Educação e, como servidor do Ministério da Economia, ajudou a formular o Fies em 2014 e a reformulá-lo em 2017, avalia que o programa não pode ser visto apenas como um custo crescente.

    “Precisamos treinar a nossa mão de obra, e nenhum país cresceu sem investir em educação”, afirma o diretor em conversa com o Metrópoles. “A nossa taxa de ingresso no ensino superior ainda é baixa, e defendo que haja um programa como o Fies, mas com boa governança”, ressalta.

    Segundo Lima, a reformulação que houve em 2017 deve baixar a inadimplência de mais da metade para menos de um quarto. “E poderia ser melhor, se fosse adotado o desconto em folha das parcelas, por exemplo”, ressalta.

    Para lidar com o “estoque de dívidas” que o Fies acumulou até 2017, o especialista acredita que o programa de renegociação é um bom começo, ainda que não tenha a capacidade de resolver todas as inadimplências.

    Sobre o número de vagas, Lima pontua que o ideal seria oferecer cerca de 350 mil novas a cada ano, de maneira a cumprir a demanda por esse tipo de financiamento. “Mas também precisamos investir em um processo para dar informações aos alunos sobre os cursos, a empregabilidade, os salários. Com informações, podemos ajudá-los a tomar melhores decisões”, conclui.

    Metropoles.com